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Economia

Ministério Público do DF investiga compra do Banco Master pelo BRB

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Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) pretende esclarecer circunstâncias de compra e venda de ações. Agências do Banco Master e do Banco de Brasília.
Banco Master/Divulgação e Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) investiga a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). A investigação será feita pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep), que instaurou um inquérito civil, de ofício, nesta terça-feira (1°).
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Segundo o MPDFT, a Prodep pretende esclarecer as circunstâncias de compra e venda de ações entre o BRB e os acionistas controladores do Banco Master.
O Conselho do BRB aprovou a compra da instituição financeira na sexta-feira (28). O Banco Central do Brasil e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) devem analisar a negociação.
🔎 A estimativa inicial do BRB é que o valor da compra do Master fique entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões.
Outras apurações
Nesta terça (1°), o Ministério Público de Contas do DF (MPCDF) também informou que investiga a compra. Foi solicitado, formalmente ao BRB, informações e acesso à íntegra do processo administrativo relacionado à aquisição de participação no Banco Master.
Essa investigação do MPCDF está em andamento, sob sigilo;
Caso sejam identificadas irregularidades, o MPCDF poderá apresentar uma representação ao Tribunal de Contas do DF.
Presidente do BRB diz que compra é ‘grande oportunidade’
Presidente do BRB fala sobre aquisição do Banco Master
Em entrevista no jornal Em Ponto, da GloboNews, nesta terça-feira (1º), o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que aquisição de 58% do Banco Master tem como objetivo complementar as atuações da instituição pública em todo o país (veja vídeo acima).
“O [banco] Master é uma grande oportunidade para o BRB, que sempre atuou no varejo e nunca conseguiu se posicionar no atacado. Vai agregar atuação em médias e grandes empresas, em mercado de capitais, em câmbio”, afirmou Paulo Henrique Costa.
Segundo o presidente do BRB, além da aprovação dos órgãos reguladores, algumas cláusulas precisam ser cumpridas para que o negócio seja concluído: reorganização societária, e empresas que deixam de fazer parte da carteira do Banco Master.
👉 O Sindicato dos Bancários do Distrito Federal disse, em nota publicada no domingo (30), que tem “profunda preocupação” com a possibilidade de gestão temerária do BRB, diante da compra do Banco Master, no que tange ao interesse público e a segurança econômica da instituição.
O BRB
O Banco de Brasília S.A. (BRB) foi criado em dezembro de 1964 com o objetivo de ser um agente financeiro para captar os recursos necessários para o desenvolvimento do Distrito Federal. Em 1991, passou a ser um banco com as carteiras: comercial, câmbio, desenvolvimento e imobiliária.
A empresa é uma sociedade de economia mista, de capital aberto, e o acionista majoritário é o Governo do Distrito Federal (71,92%). O BRB é uma instituição financeira com atuação no Distrito Federal e com agências no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Bahia e Paraíba.
O Banco Master
Fundado em 1974 como corretora de valores e título imobiliários, o Banco Master teve a aprovação do Banco Central para operar como instituição financeira em 1990, ainda com o nome de Banco Máxima. Após a compra do Banco Vipal, a instituição foi renomeada como Banco Master, em 2021.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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