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Política

Motta e Alcolumbre ‘já ganharam’? Relembre eleições passadas no Congresso e entenda chances de reviravolta

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Congresso presenciou vitórias de candidatos ‘azarões’, mas disputa favoreceu postulantes que se aproveitaram de dissidências em articulações frágeis, cenário diferente do que se desenha agora. Discussão e votação de propostas legislativas.
Mário Agra/Câmara dos Deputados
As eleições para a presidência da Câmara e do Senado estão programadas para fevereiro de 2025, mas a julgar pelo arco de alianças que os principais candidatos das duas Casas construíram até aqui, a fatura está liquidada.
O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) conseguiram atrair o apoio de partidos de alas ideológicas opostas, como PT e PL, e já somam votos suficientes para vencer a disputa.
Especialistas e parlamentares ouvidos pelo g1 não enxergam elementos que possam concretizar uma surpresa nas urnas, apesar de Câmara e Senado já terem elegido “azarões” para as respectivas presidências (leia mais abaixo).
Lira oficializa apoio a Hugo Motta, Republicanos, pro comando da Câmara
Ainda não é possível precisar a quantidade de votos que cada um terá. O apoio de um partido não significa que todos os parlamentares seguirão a orientação, mas o anúncio formal de suporte das legendas sinaliza para um cenário tranquilo para ambos.
➡️Motta já recebeu o apoio de PP, Republicanos, PL, PT, PCdoB, PV, PRD, Rede, Solidariedade, Cidadania, PSDB, PSB, PDT, MDB e Podemos. Juntas, as siglas somam 385 parlamentares. Para ser eleito presidente da Câmara em primeiro turno, Motta precisa de 257 votos.
➡️Já Alcolumbre recebeu apoio de PT, PL, União Brasil, PP, PSB, Republicanos e PDT, que somam 48 senadores. Para ser eleito presidente do Senado, são necessários, no mínimo, 41 votos.
Histórico favorece alianças
O histórico das eleições para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado mostra que, embora haja disputa entre candidatos competitivos, ela fica restrita a dois grandes blocos de apoio, o que não favorece postulações avulsas ou isoladas.
Em 2019, Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito com 334 votos.
Ele costurou um arco apoio com 15 partidos, incluindo o PSL do então presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e teve apoio, inclusive, de legendas de esquerda, como PCdoB e PDT.
Em 2021, Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL) foram os principais candidatos da eleição.
O primeiro foi apoiado por MDB, PT, PSDB, PSB, PDT, Cidadania, PCdoB, PV,REDE e Solidariedade e somou 145 votos.
O segundo, vencedor do pleito, teve 302 votos e formou um bloco de 11 partidos (PSL, PP, PSD, PL, Republicanos, Podemos, PTB, Patriota, PSC, Pros e Avante).
As demais candidaturas, avulsas ou isoladas -como do Novo e do PSOL — somaram 56 votos.
Fábio Ramalho (MDB-MG), com 21 votos; Luiza Erundina (Psol-SP), com 16 votos; Marcel van Hattem (Novo-RS), com 13 votos; André Janones (Avante-MG), com 3 votos; Kim Kataguiri (DEM-SP), com 2 votos; e General Peternelli (PSL-SP), com 1 voto.
Arthur Lira durante sessão na Câmara
Mário Agra/Câmara dos Deputados
Em 2023, Lira foi reeleito com uma margem ainda maior de votos.
Ele concorreu contra postulantes “virtuais”, que sem conseguirem formar blocos de apoio, favoreceram a votação histórica recebida pelo alagoano: 464 votos dos 509 registrados.
Chico Alencar (Psol-RJ), lançado pela Federação Psol-Rede, teve 21 votos e o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) obteve 19 votos. Houve 5 votos em branco.
Na oportunidade, Lira reuniu o apoio de PL e PT, cenário parecido com o que se desenha neste ano, além de União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, Federação PSDB-Cidadania, Podemos, PSC, PDT, PSB, Avante, Solidariedade, Pros, Patriota e PTB.
Histórico no Senado
No Senado, o comando da Casa foi dominado por anos por um único partido: o MDB — antigo PMDB. A sigla venceu 17 eleições, desde a redemocratização do Brasil, em 1985. Ao todo, foram 30 anos de gestões emedebistas.
A “tradição” do MDB na Presidência tinha um motivo simples: por anos, o partido se manteve como a maior bancada da Casa. Parlamentares afirmam que, em razão disso, o entendimento era de que a legenda tinha o direito a comandar o Senado.
No período em que o MDB dominou as gestões, houve somente uma exceção. Em 1997, o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) foi eleito contra Iris Rezende (MDB-GO).
Naquele ano, o PFL somava 23 parlamentares, ante 22 do MDB — uma das poucas ocasiões, no período, em que o partido não estava no topo das bancadas partidárias.
ACM se reelegeu dois anos depois, com apoio do MDB. Na sequência, os emedebistas reconquistaram o comando da Casa e se mantiveram até 2019.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Roque de Sá/Agência Senado
A eleição de 2019 marca o início de um jejum do MDB na Presidência do Senado. Davi Alcolumbre (à época no DEM; hoje no União Brasil-AP) se elegeu naquele ano em um pleito conturbado, que resultou na desistência de Renan Calheiros (MDB-AL), que tentava retornar à cadeira de presidente pela quinta vez.
Em 2021, Rodrigo Pacheco (então filiado ao DEM; hoje no PSD-MG), aliado de Alcolumbre, se elegeu também contra um candidato do MDB, a então senadora Simone Tebet (MS).
Em 2023, Pacheco foi reeleito — desta vez, com o endosso dos emedebistas.
‘Azarões’
Em 2005, a Câmara elegeu o deputado Severino Cavalcanti (PP) para a presidência, em uma disputa marcada por dissidências dentro do PT.
Severino era candidato independente e venceu o postulante do governo, Luiz Eduardo Greenhalgh. Na oportunidade, o PT teve um outro candidato, Virgílio Guimarães (PT-MG), que se recusou a sair da disputa e acabou contribuindo para a derrota do postulante governista.
Deputados ouvidos pelo g1 e que participaram daquela votação afirmaram que a situação daquele ano era bem diferente da de agora.
O deputado Giacobo (PL-PR), na época no PR, lembra que Greenhalgh tinha muita rejeição entre os pares.
“São quadros bem diferentes. O Severino foi um voto de protesto do baixo clero, de muitos deputados que estavam sendo deixados de lado. Esse pessoal estava revoltado e viram na figura do Severino uma maneira de protestar”.
O deputado disse não acreditar que Motta sofra com traições e afirmou que os ingredientes que levaram à ascensão de Cavalcanti não estão presentes agora.
O deputado José Rocha (União-BA) criticou a gestão Lira e disse que a situação do baixo clero atualmente é pior do que a de 2005. Apesar disso, disse não existir a possibilidade de Motta ser derrotado.
“Hoje o presidente tem o colégio de líderes na mão deles, reúne o colégio, decide tudo e o baixo claro não sabe de nada, nem a pauta do dia. Hoje tem a pauta da noite, você não tem tempo para mais nada e vota conforme foi decidido pelo colégio. Eu tenho dito que passamos a ser uma boiada tocada por um vaqueiro, o presidente da Câmara”, afirmou. “Apesar disso, a eleição do Motta está concretizada, não tem ameaça nenhuma”.
‘Traições’
As traições também marcaram eleições fora da curva no Senado. Em 1997, Iris Rezende (MDB-GO) dava como certa a vitória, contando mais do que os votos necessários para ser eleito.
Em um movimento orquestrado pela articulação do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o PFL lançou como candidato Antônio Carlos Magalhães, ex-governador da Bahia. Ele foi eleito com 52 votos contra 28 de Iris Rezende.
À época, em entrevistas, ACM atribuiu o placar a dissidências dentro do MDB de Iris e de partidos da oposição a FHC.
Vinte e dois anos depois, em 2019, a Casa registrou o seu pleito mais conturbado, imerso em controvérsias regimentais e bate-bocas.
Davi Alcolumbre, então parlamentar sem expressão no Congresso, foi eleito com 42 votos — um acima do necessário —, em uma disputa na qual Renan Calheiros, posto como então favorito, desistiu.
Os senadores Eduardo Braga (PMDB-AM), Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) durante sessão no dia 14 de março de 2017
Marcos Oliveira/Agência Senado
Alvo de investigações, como a Lava Jato, Renan enfrentava um desgaste público e tentava retornar ao comando da Casa pela quinta vez.
Ele se cacifou ao pleito depois de uma disputa interna com Simone Tebet e articulou apoios contando que os votos seriam secretos — o que, na avaliação de senadores, reduziria uma eventual pressão pública desfavorável ao emedebista.
A rejeição a Renan Calheiros levou a uma tentativa de senadores de fazer com que a votação fosse aberta. A medida foi aprovada em plenário, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O movimento favoreceu Davi Alcolumbre, que tinha apoio de membros do então recém-empossado governo Jair Bolsonaro (PL). Em uma segunda votação — depois de um primeiro pleito anulado, porque havia na urna 82 votos de 81 senadores —, Renan decidiu desistir.
Nesta segunda tentativa, mesmo com a manutenção do voto secreto, senadores decidiram anunciar publicamente seus posicionamentos. Renan Calheiros disse que as decisões retiraram votos esperados por ele, como os de senadores do PSDB.
Fortalecido, em 2021, Alcolumbre fez o seu sucessor, Rodrigo Pacheco, também num processo que contou com rachas de bancadas e traições contra Simone Tebet.
Roberto Campos Neto, Fernando Haddad, Rodrigo Pacheco e Simone Tebet em audiência no Senado
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Reviravolta é difícil
Especialistas ouvidos pelo g1 também não acreditam em reviravolta nas eleições de fevereiro de 2025.
O cientista político da Fundação Getulio Vargas (FGV) Cláudio Couto, diz não ver elementos que ameacem a eleição de Motta para a Câmara após os acordos fechados com os partidos.
“Você não tinha algo parecido como tem agora, que é um grande acordo em torno de um nome. O que está acontecendo agora é bem parecido com o que aconteceu com o Lira na sua candidatura à reeleição”, afirmou. “É pouco provável [uma reviravolta]. Não vejo elementos para que isso aconteça”.
Em relação ao Senado, Couto diz que a coalizão agora formada em torno de Alcolumbre mostra uma caminho tranquilo para eleição do senador.
“Acho que o Alcolumbre virou uma figura muito forte e agora caminha tranquilamente para ser eleito sem a menor dificuldade, sem risco de perder”.
Murilo Medeiros, cientista político da Universidade de Brasília (UnB), avalia que o perfil moderado de Alcolumbre e Motta favorece a estabilidade de ambas as candidaturas.
“É muito remota [a chance de reviravolta], porque tanto o perfil do Hugo Motta quanto do Davi Alcolumbre são políticos que transitam bem, tanto com governo, como com a oposição. São políticos moderados, que dialogam bem com o centro e conseguem manter pontes com diferentes polos políticos. A probabilidade de ter uma reviravolta é muito remota”.
Além disso, o acordo “estratégico”, que mantém as legendas de pólos opostos em cargos chave da Mesa Diretora, dificulta uma reviravolta, como a observada em 2005 na Câmara.
“Houve uma convergência dos diferentes polos políticos, unindo oposição e governo e partidos de centro, todos convergindo para o Hugo Motta, e o mesmo procedimento no Senado, para o Davi Alcolumbre. Houve uma convergência estratégica para que nenhuma legenda fique de fora do poder decisório da próxima Mesa Diretora”.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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