Política
Novo partido de Bolsonaro, PL lançou vice de Lula em 2002, fundiu-se ao Prona de Enéas em 2006 e apoiou Alckmin em 2018; saiba mais
Com o presidente Valdemar Costa Neto envolvido no escândalo do Mensalão, partido chegou a se chamar PR e elegeu Tiririca como deputado federal mais votado em 2010. Em eleições presidenciais, lançou Afif em 1989 e se coligou a Ciro Gomes em 1998 e a Dilma Rousseff em 2010 e 2014. O presidente Jair Bolsonaro assinará a filiação ao Partido Liberal (PL) nesta terça-feira (30), interrompendo uma sequência de dois anos desde que o atual mandatário ficou sem agremiação ao sair do PSL, em novembro de 2019.
Considerado uma das legendas do centrão — grupo de parlamentares no Congresso sem uma corrente ideológica definida —, o PL será o nono partido de Bolsonaro desde que o atual presidente entrou para a política, no fim da década de 1980.
Bolsonaro, assim, irá para um partido que, desde suas origens, mudou de posicionamento sobre os presidentes e presidenciáveis que o Brasil teve a partir da redemocratização:
Lançou candidato próprio em 1989, o empresário Guilherme Afif Domingos;
Apoiou Ciro Gomes, à época no PPS, em 1998;
Teve José Alencar como candidato a vice-presidente na chapa de Lula (PT) em 2002, que acabou eleita;
Aliou-se a Dilma Rousseff nas candidaturas de 2010 e 2014, em ambas com vitória petista;
Participou da coligação de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2018.
Além disso, é um partido que se reformulou depois da união em 2006 com o Partido da Reedificação da Ordem Nacional (Prona) — aquela sigla liderada por Enéas Carneiro que colocava a 5ª Sinfonia de Beethoven no horário eleitoral enquanto os candidatos faziam discursos ultranacionalistas como a defesa à construção de uma bomba atômica brasileira.
Entre a união com o Prona e a retomada do nome Partido Liberal, em maio de 2019, a sigla foi chamada de PR — Partido da República.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em imagem de vídeo divulgado no último dia 25 pelo partido, no qual convida publicamente Bolsonaro para se filiar
Reprodução / YouTube
O PL também foi um dos partidos envolvidos em 2005 no escândalo do Mensalão: o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, foi condenado a 7 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O político cumpriu prisão domiciliar em 2014 e recebeu o perdão da pena em 2016.
Hoje, o PL é um dos partidos mais fiéis ao governo de Jair Bolsonaro no Congresso e tem a Secretaria de Governo, ocupada pela ministra Flávia Arruda (PL-DF). Ainda assim, há dissidências: o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), tem um posicionamento mais crítico sobre o chefe do Executivo.
Leia mais sobre o Partido Liberal (PL), o novo partido de Bolsonaro, abaixo
Eleições: Afif, FHC, Ciro, Lula, Dilma e Alckmin
O PL nasceu em junho de 1985, no início da redemocratização no país. Naquele período, a política brasileira começava a ver o surgimento de inúmeras siglas de orientações políticas diversas, na esteira do fim do bipartidarismo Arena-MDB, encerrado na virada da década de 70 para 80.
Assim, o PL lançou em 1989 — nas primeiras eleições presidenciais desde a redemocratização — o primeiro e, até agora, único candidato do partido a presidente: Guilherme Afif Domingos, hoje assessor especial no Ministério da Economia.
Afif Domingos, ex-PL, em evento em SP em março de 2018
Dario Oliveira/Estadão Conteúdo
Com os slogans “Juntos chegaremos lá” e “Dois patinhos na lagoa, vote Afif 22”, o candidato do PL terminou a eleição em sexto lugar. Ficou longe do segundo turno, mas terminou à frente de nomes mais conhecidos da política naquele momento, como Ulysses Guimarães (PMDB), Aureliano Chaves (PFL) e Ronaldo Caiado (PSD, à época).
Fernando Collor (PRN) venceu aquela eleição, renunciou depois de sofrer impeachment em 1992, e passou o bastão para Itamar Franco.
De olho no pleito seguinte, o PL até lançou o nome do empresário e então deputado federal Flávio Rocha para a presidência em 1994. Mas o partido desistiu depois de denúncias de irregularidades na campanha e aderiu, em seguida, à candidatura de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que acabaria eleito.
Quatro anos depois, em 1998, o PL decidiu entrar na candidatura de Ciro Gomes, à época no PPS (atual Cidadania). O partido integrou a coligação “Brasil Real e Justo”, mas o candidato ficou apenas na terceira posição, com pouco mais de 10% dos votos. FHC foi reeleito já no primeiro turno.
A grande surpresa veio em 2002, quando o PL não só anunciou o apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como também indicou o candidato a vice: José Alencar, senador mineiro e empresário do ramo têxtil. Foi uma ruptura do PT com a tradição anterior de formar apenas chapas “puro sangue” ou com outros partidos da esquerda ou centro-esquerda nas eleições presidenciais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura da primeira reunião ministerial de seu governo, no Salão Oval do Palácio do Planalto, ao lado do vice-presidente da República, José Alencar, ainda no PL; do ministro da Justiça, Mário Thomaz Bastos; e do ministro do T
Elza Fiuza/ABr
Lula se elegeu e, assim, o PL conseguiu a vaga de vice-presidente com Alencar. O político mineiro, porém, deixou o partido em 2005 para se filiar então ao Partido Municipalista Renovador (PMR), que mudou de nome para Partido Republicano Brasileiro (PRB) — o atual Republicanos.
Apesar da saída de Alencar do PL, o partido continuou na base aliada de Lula, embora alguns nomes ficassem individualmente na oposição. Em 2010 e em 2014, o PR chegou a integrar a coalizão da petista Dilma Rousseff, que se elegeu nas duas ocasiões. A ruptura veio em 2016, quando boa parte do partido apoiou o impeachment e entrou na base do governo de Michel Temer.
Aí, em 2018, o PR participou da coligação de Geraldo Alckmin (PSDB), chapa que tinha como candidata a vice a senadora Ana Amélia (PP). O tucano, porém, viu os votos do segmento mais à direita do eleitorado migrarem quase todos para Jair Bolsonaro, e, assim, terminou apenas na quarta colocação com 4,76% dos votos — o pior desempenho do partido em eleições presidenciais.
Mensalão, Enéas e Tiririca
O deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), durante entrevista na Câmara em 2016
José Cruz / Agência Brasil
Um dos momentos mais duros para o então PL foi o escândalo do Mensalão, que veio à tona em 2005 e atingiu o presidente do partido, o então deputado Valdemar Costa Neto. Ele foi acusado de ter recebido dinheiro em troca de apoio no Congresso ao governo do então presidente Lula.
Esse foi um dos maiores escândalos de corrupção desde a redemocratização e afetou quadros do PT e de diversos partidos que formavam a base aliada que até hoje compõem o chamado centrão: PL, PP e PTB foram alguns dos mais afetados, além de quadros do então PMDB (atual MDB).
Costa Neto foi condenado em 2012 a 7 anos e 10 meses de prisão em sentença do Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele cumpriu a maior parte da pena em regime aberto e, em 2016, recebeu perdão do ministro Luís Roberto Barroso.
Enéas Carneiro (Prona) obteve 1.573.642 votos em 2002.
Agência Estado
O escândalo afetou a imagem do partido às vésperas das eleições gerais de 2006 — quando não teria mais o então vice-presidente José Alencar no quadro. Sob risco de não atingir os 5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados na cláusula de barreira que sequer chegou a entrar em vigor, o PL então decidiu se fundir em 2006 ao Partido da Reedificação da Ordem Nacional (Prona) e passou a se chamar Partido da República (PR).
O Prona era o partido de Enéas Carneiro, deputado federal eleito em 2002 e 2006 e que havia se candidatado ao Planalto em 1989, 1994 e 1998 com um discurso ultranacionalista terminando sempre no bordão “Meu nome é Enéas!”. O político, portanto, integrou o quadro do PR, mas apenas por um ano: ele morreu em 2007, vítima de complicações causadas por um câncer.
Tiririca em campanha eleitoral
Reprodução
Em 2010, o PL seria responsável por outro fenômeno eleitoral: o humorista Tiririca, que obteve a maior votação (1,3 milhão de votos em São Paulo) para deputado federal. O bordão: “Pior do que ‘tá’, não fica”, em referência à crise política no Congresso e aos escândalos de corrupção.
Tiririca ainda se reelegeria em 2014 e 2018, sempre entre os mais votados deputados federais por SP, e sempre puxando outros nomes menos conhecidos graças ao sistema proporcional.
E agora, com Bolsonaro?
O presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto
Ueslei Marcelino/Reuters
Ao sair do PSL, em 2019, Bolsonaro queria um partido em que pudesse ter o controle — principalmente para abrigar os outros políticos e apoiadores da mesma linha ideológica do presidente, o que até se tentou com o PSL na época das eleições de 2018, mas acabou não dando certo.
Bolsonaro, então, apostou na formação de um partido bolsonarista, a Aliança Pelo Brasil. Mas a sigla acabou não passando da fase de coleta de assinaturas e não decolou.
A legislação brasileira não permite uma candidatura independente, sem partido. Por isso, se Bolsonaro quisesse se candidatar à reeleição ou mesmo se decidisse tentar uma outra vaga nas eleições de 2022, o presidente teria que se filiar a algum partido.
Deputada Flávia Arruda (PL-DF), em foto de arquivo tirada na Câmara dos Deputados
Arquivo pessoal
Chegou a negociar com o Progressistas, do presidente da Câmara Arthur Lira, e recebeu convite do PTB, de Roberto Jefferson. No final, acabou se decidindo pelo PL.
Embora não seja um partido tão ideologicamente coeso, o PL está entre as siglas mais fiéis ao governo Bolsonaro, votando em peso a favor do Planalto na maior parte das questões sensíveis.
Mais recentemente, na PEC dos Precatórios — que viabilizou o Auxílio Brasil mesmo com a possibilidade de furar o teto de gastos —, o partido orientou o voto “Sim”. Dos 43 parlamentares, só dois deputados da sigla contrariaram o governo.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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