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Economia

O Papamóvel de quase R$ 1 milhão: carro de Leão XIV é um Mercedes-Benz Classe G totalmente elétrico

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Veículo tem adaptações para que o Papa possa interagir com a multidão e já vinha sendo utilizado pelo Papa Francisco desde dezembro de 2024. Papamóvel custa quase R$ 1 milhão
Reuters
Mercedes-Benz Classe G totalmente elétrico. Este é o atual carro do Papa Leão XIV, que iniciou o seu pontificado de forma oficial neste domingo (18), após a missa inaugural. O papamóvel foi especialmente desenvolvido para o Vaticano pela montadora alemã. (saiba mais adiante)
O veículo é baseado no novo Classe G elétrico (G580 com tecnologia EQ). Na Alemanha, o veículo custa 142 mil euros, o que equivale a R$ 906 mil.
Com emissão zero, o novo veículo já vinha sendo utilizado pelo Papa Francisco desde dezembro de 2024, e representa um passo rumo à sustentabilidade, alinhando-se aos princípios da encíclica Laudato Si’, na qual o Papa Francisco defendia o desenvolvimento sustentável e o cuidado com o meio ambiente.
Carro foi desenvolvido para o Papa Francisco
Divulgação | Mercedes-Benz
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Desenvolvido com o Vaticano
O novo Papamóvel foi desenvolvido sob medida em estreita colaboração com o Vaticano. Seu sistema de propulsão elétrica foi especialmente adaptado para operar em velocidades extremamente baixas, típicas das aparições públicas do Papa.
O modelo mantém a tradicional pintura branca perolada e traz inovações como:
assento central ajustável em altura e giratório, permitindo ao Papa interagir com o público de diferentes ângulos;
dois assentos adicionais laterais para acompanhantes;
teto removido a partir da coluna B, com cobertura rígida opcional para proteção contra intempéries;
porta traseira esquerda redesenhada artesanalmente e soldada à carroceria;
motores elétricos próximos às rodas, otimizando a dirigibilidade em baixas velocidades.
Veja a galeria abaixo:
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Apesar de ser feito para rodar a baixas velocidades, o Classe G do Papa Leão XIV desenvolve incríveis 587 cv de potência e 118 kgfm de torque, o que possibilita que o SUV acelere de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.
A bateria permite rodar até 473 km no ciclo europeu. Seria preciso testar o carro sob os critérios do Inmetro para saber quanto seria a sua autonomia em solo brasileiro.
Quase um século de parceria com o Vaticano
A relação entre a Mercedes-Benz e o Vaticano remonta a 1930, quando o Papa Pio XI recebeu um Nürburg 460 Pullman Saloon.
Desde então, diversos modelos icônicos foram utilizados pelos pontífices, incluindo o 300 Landaulet, o 600 Pullman e, mais recentemente, versões modificadas da Classe G e da Classe M. O novo Papamóvel elétrico representa a evolução dessa tradição, agora com foco na sustentabilidade.
O papamóvel é inspirado no Classe G, modelo que nasceu em 1993. A versão a combustão é carregada por um motor 4.0 V8 de 421 cv
Divulgação | Mercedes-Benz
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários

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Simples Nacional.
Simples Nacional/Divulgação
Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.
A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.
Agora no g1
O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.
Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.
A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.
Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.
“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.
A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.
Simples Nacional
Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.
Atualmente, podem aderir ao Simples:
microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;
transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
microempresas com até R$ 360 mil por ano; e
empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.
De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.

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