Economia
O que é a Oracle, empresa que levou seu criador a superar Musk e virar o mais rico do mundo
Larry Ellison, fundador da Oracle.
Oracle PR via Hartmann Studios
Larry Ellison, cofundador da Oracle, superou Elon Musk e se tornou a pessoa mais rica do mundo nesta quarta-feira (10).
A fortuna de Ellison cresceu US$ 101 bilhões (cerca de R$ 546 bilhões, na cotação atual) e chegou a US$ 393 bilhões (R$ 2 trilhões) após o forte resultado trimestral da Oracle divulgado na terça-feira (9).
O salto também reflete o anúncio de quatro contratos multibilionários da companhia, em meio a uma corrida global liderada por empresas como OpenAI e xAI para garantir a enorme capacidade de computação necessária no avanço da inteligência artificial, segundo a agência Reuters.
O que é a Oracle
Pouco conhecida entre os consumidores, a Oracle atua em soluções para empresas.
Criada pelos engenheiros Larry Ellison, Bob Miner e Ed Oates, a empresa foi fundada em 1977, em Santa Clara, na Califórnia (EUA), com o nome Relational Software Inc. O primeiro escritório tinha apenas 83 metros quadrados.
Em 1982, a companhia passou a se chamar oficialmente Oracle Corporation, nome que mantém até hoje.
Cinco anos depois, já listada na bolsa de valores Nasdaq, foi classificada como a maior empresa de gerenciamento de bancos de dados do mundo, com US$ 100 milhões em vendas e presença em 55 países.
Hoje, a Oracle é referência no gerenciamento de bancos de dados e servidores para empresas, escolas e governos, incluindo o dos EUA. A empresa também atua na infraestrutura de servidores na nuvem e na área de inteligência artificial.
Avaliada em US$ 180 bilhões em 2020, ela é concorrente de gigantes como Microsoft e Amazon no segmento de servidores na nuvem, e de companhias como SAP e Salesforce na área de bancos de dados.
A empresa também fornece serviços em nuvem para a xAI, a startup de IA fundada por Musk, um aliado de longa data de Ellison, de acordo com a Reuters.
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Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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