Connect with us

Política

O que WhatsApp, Telegram, TikTok, Facebook e YouTube prometem fazer contra fake news nas eleições

Published

on

As redes sociais e os apps de mensagem que reúnem mais usuários no país estão com acordos firmados para analisar conteúdo e trocar informações com a Justiça Eleitoral. WhatsApp
Reuters/Francis Mascarenhas
Numa mesma semana, o YouTube divulgou sua política contra desinformação nas eleições e o Telegram assinou formalmente seu compromisso com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para monitorar fake news dentro de sua plataforma.
Dessa forma, as redes sociais e os apps de mensagem que reúnem mais usuários no país estão com acordos firmados para analisar conteúdo e trocar informações com a Justiça Eleitoral.
Desde a década passada, empresas de tecnologia são criticadas por falta de ações para conter a circulação de notícias falsas. Assim, muitas adotaram, em anos recentes, medidas para mitigar o problema.
No caso do Telegram, a empresa não se pronunciava sobre os convites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para explicar qual seria a estratégia contra desinformação na plataforma no contexto da votação de outubro. Foram meses de tentativa.
O ministro do Supremo Alexandre de Moraes pediu então o bloqueio do aplicativo no Brasil. Rapidamente houve contato e promessa da empresa para tomar providências – uma delas é monitorar o que circula nos cem canais mais populares no Brasil.
Vale dizer que esse acompanhamento é centrado em grupos públicos, que podem reunir no Telegram até 200 mil usuários e onde é encontrado a maior parte da desinformação que circula.
Já o YouTube, que pertence ao Google, anunciou que vai remover vídeos com dados incorretos sobre o horário e local de votação, com declarações falsas sobre estado de saúde de candidatos e que incentivem romper o processo democrático.
Foi incluída também a proibição de questionar o resultado do processo eleitoral de 2018 no Brasil. Mas vídeos que coloquem em dúvida a integridade das próximas eleições em outubro não serão automaticamente removidos.
O YouTube justificou: “Até que os resultados das eleições de 2022 sejam confirmados pela Justiça Eleitoral brasileira, atuaremos limitando a recomendação de vídeos que contenham informações que induzam os nossos usuários ao erro”, ou seja, vídeos do tipo terão acesso restrito, mas não serão excluídos.
A plataforma diz que “as políticas do YouTube passam por constante avaliação e, quando necessário, por atualizações”. Afirma ainda que essas políticas são elaboradas “sem limitar a realização do debate público, a liberdade de expressão e a proteção da variedade de vozes”.
Moderação e expressão
Como as empresas atuam sobre a circulação de informação tem sido uma das grandes questões na propagação de notícias falsas e de discurso de ódio.
Heloisa Massaro, diretora do InternetLab, um centro de pesquisa brasileiro sobre direito e tecnologia, afirma que as grandes empresas de tecnologia em geral se guiam pela noção norte-americana de liberdade de expressão – fundamentada na primeira emenda da constituição dos EUA.
E junto há o caso do Telegram do russo Pavel Durov, que admira o conceito libertário, de mínima interferência na plataforma e de máxima distância de governos.
Na visão de Massaro, essa postura, que muitas vezes resulta em falta de moderação de conteúdo, ameaça o discurso livre.
“A liberdade de expressão não é apenas ausência de interferência. Para que as pessoas consigam se expressar livremente é preciso um ambiente seguro. A moderação de conteúdo garante segurança para a expressão porque discursos violentos muitas vezes estão silenciando outras vozes.”
Identidades políticas proeminentes
Pesquisadores da área vêm chamando atenção para a crescente complexidade do cenário de desinformação e a tentativa de encontrar soluções.
“Não existe uma bala de prata contra desinformação, não existe uma resposta só. É um problema tão complexo, que envolve tantos fatores, que as soluções precisam ser multifacetadas. Não dependem só das políticas das plataformas ou de uma regulação governamental”, afirma Massaro, do InternetLab.
Para o pesquisador e professor da USP Pablo Ortellado, “o problema da desinformação é que reforça crenças e identidades que uma pessoa já tem e são muito fortes. Se você pergunta se a pessoa está atenta às fake news, ela está, mas para as que vêm do lado adversário”.
Estratégias como verificação de notícias e educação midiática são muito importantes, mas, diz Ortellado, “tudo isso esbarra no limite de que as pessoas estão neste momento com suas identidades políticas muito proeminentes”.
Essas identidades políticas, analisa o pesquisador, abarcam questões morais com uma centralidade muito maior no debate político atual.
“Temas que não são economia ou política social sempre existiram, mas estavam na periferia do debate político. Esses temas morais saíram de lá e hoje ocupam uma posição central.”
O professor da USP afirma que a desinformação é um efeito colateral da polarização “alimentada por todo um ecossistema de sites, de canais em plataformas como YouTube e Telegram, tornando essas crenças mais fortes”.
Para Yasmin Curzi de Mendonça, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio (CTS-FGV), apesar da disposição das empresas em reforçar compromissos com as instituições brasileiras, as soluções estão longe do ideal.
“O principal envolve, justamente, a baixa eficiência da moderação de conteúdo. Há baixa transparência sobre as equipes de moderadores humanos no país. Isso é uma condição básica tanto para a catalogação de conteúdos proibidos pelas regras da plataforma como para treinar os sistemas de machine learning que farão a filtragem automatizada de conteúdo.”
Uma das quedas de braço no projeto de lei 2630/2020, conhecido como “PL das fake news”, é a exigência de que as companhias forneçam um relatório sobre como foi feita a moderação de conteúdo e pede algumas especificações.
Google e Meta (ex-Facebook) publicaram cartas públicas dizendo que a proposta vai facilitar o trabalho de quem quer espalhar desinformação. Fornecer esses dados mostraria “o caminho das pedras”.
Análise de dezembro do grupo de pesquisa em Moderação de Conteúdo Online do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que o PL precisava estabelecer metodologia para os relatórios com intuito de melhor “fiscalização e controle de falhas e vieses” das plataformas.
Uma nova linguagem
A pandemia colocou novamente as redes sociais sob análise por causa da disseminação de fake news sobre o coronavírus. Foi um período fértil para vídeos selfie com testemunhos para apoiar uma teoria da conspiração.
“Uma coisa que surgiu desde a pandemia – e nem é um recurso sofisticado, é mais uma mudança da linguagem de desinformação -, são esses vídeos de depoimento, de testemunho, que reforçam uma determinada tese. Como ‘a imprensa está exagerando os números de mortos e casos de covid’ e aí aparecia um vídeo com cenas de ‘hospitais vazios’ e ‘cemitérios com muitas covas disponíveis’ e gerava de 10 a 15 depoimentos diferentes, gravados no interior do Piauí, do Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Rio… enfim dando suporte à tese que está se tratando, né?”, diz Ortellado, da USP.
Entre as populares, a rede mais nova no país é o TikTok, que enfrentou críticas mundialmente pela circulação de informações falsas sobre covid durante a pandemia.
No Brasil, onde reforçou presença a partir de 2020, a rede chinesa firmou acordo com o TSE para apresentar um espaço com informações confiáveis sobre as eleições. Afirmou que não aceitará anúncios políticos pagos.
Explicou que vai remover informações falsas e sinalizar, em conteúdo potencialmente enganoso, que o post necessita verificação.
Os anúncios do Facebook
A Meta de Mark Zuckerberg, antigo Facebook Inc, que recebeu diversas críticas por fomentar a polarização em eleições dos últimos anos, vai continuar aceitando propagandas políticas pagas.
A companhia informou que o Facebook e o Instagram vão ter sinalização de que o post visualizado é uma propaganda política paga e que o conteúdo ficará armazenado em uma “biblioteca de anúncios” por um prazo de sete anos.
Lá ficará disponível um relatório com o total de conteúdos impulsionados e de gastos com publicidade sobre política e eleições nos aplicativos.
“No nosso estudo na UFMG, foram elencadas 260 mil características que o Facebook permite otimizar para fazer uma propaganda direcionada, um recorte de perfil. Então você cria uma equação com isso, para atingir alguém que, vamos supor, tem interesse em comida japonesa, que torce para tal time e não apoia tal candidato”, diz Fabrício Benevenuto, professor de Ciência da Computação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
“Há o pedido dentro do Facebook para que seja feita a declaração de propaganda política, mas alguém pode mentir e fazer uma propaganda comum com algum conteúdo político. Aí, para ser identificado como propaganda irregular, deve haver denúncia ou precisa ter um bom rastreamento. Talvez nem vá para essa biblioteca de anúncios que foi adotada pelo Facebook”, diz.
O WhatsApp, da mesma empresa, não vai adotar uma ferramenta chamada “comunidades”, que permite ao usuário seguir diversos grupos sobre um mesmo tema, até o fim das eleições. Foi apontado que esse recurso poderia facilitar propagação de desinformação.
Ao site Poder360, o responsável por políticas públicas do aplicativo no Brasil, Dario Durigan, disse que foi combinado com o TSE que “mudanças significativas no produto do WhatsApp, no Brasil, não ocorrerão antes do fim das eleições”.
Depois das investigações sobre disparos em massa de mensagem pelo WhatsApp nas eleições de 2018, o uso da ferramenta foi proibido e a companhia norte-americana vem processando firmas especializadas em marketing político automatizado.
O WhatsApp diz que “conta com um sistema de integridade que é constantemente aperfeiçoado e bane automaticamente cerca de 8 milhões de contas por mês em todo mundo por comportamento não-autêntico no aplicativo”.
O Twitter também firmou uma parceria com o TSE. A rede social vai ativar avisos de busca para o usuário encontrar informações sobre votação, urna eletrônica e narrativas de desinformação que estão se espalhando no momento. E criará emojis com o tema das eleições.
O Ministério Público Federal cobrou formalmente explicações do Twitter em janeiro por causa da disseminação de fake news por usuários com selo de verificação (uma conta oficial, que ganha destaque na rede).
O procurador Yuri Corrêa da Luz, da Procuradoria da República de São Paulo, também pediu que a rede social explicasse por que havia mecanismos especiais para relatar circulação de desinformação nos Estados Unidos mas não no Brasil.
Em um comunicado na época, o Twitter disse que sua política contra desinformação sobre a covid-19 “não prevê a atuação em todo conteúdo inverídico ou questionável sobre a pandemia, mas em tweets que possam expor as pessoas a mais risco de contrair ou transmitir a doença”.
“Nossa abordagem a desinformação vai além de manter ou retirar conteúdos e contas do ar. O Twitter tem o desafio de não arbitrar a verdade e dar às pessoas que usam o serviço o poder de expor, contrapor e discutir perspectivas. Isso é servir à conversa pública.”

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados