Economia
Obras de arte, joias e carros de luxo: o que dá para comprar com os R$ 5,7 milhões do BBB 26
De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
A edição do Big Brother Brasil 2026 terminou com o maior prêmio da história do reality. A vencedora, Ana Paula Renault, levou R$ 5,7 milhões após conquistar 75,94% dos votos do público na final, exibida na noite desta terça-feira (21). Além do valor em dinheiro, ela também ganhou um carro zero quilômetro e um apartamento.
Com uma quantia desse tamanho, as possibilidades de investimento ou de consumo são diversas.
Para quem sonha em entrar no BBB 27 e ainda não faz ideia do que faria com o prêmio, o g1 reuniu exemplos do que é possível comprar com R$ 5,7 milhões. Veja a seguir:
Obras de arte
A obra O Mágico (2001), de Beatriz Milhazes, foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em leilão
Divulgação
Do luxo a mudanças no estilo de vida, há uma lista extensa do que dá para fazer com R$ 5,7 milhões. Para quem gosta de arte, por exemplo, o valor permitiria investir em obras como a pintura original de Beatriz Milhazes, com preços que variam entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões.
O prêmio do BBB permitiria comprar cerca de 1 a 11 obras dentro desse intervalo de valor. Uma de suas telas mais conhecidas, O Mágico (2001), foi vendida por cerca de R$ 5,2 milhões em um leilão da Sotheby’s, em Nova York — ou seja, quase todo o prêmio seria necessário para adquirir uma peça desse nível.
Já gravuras, serigrafias e trabalhos menores da artista, com preços entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, permitiriam a compra de 11 a 114 peças.
Obras de Vik Muniz ou da dupla Os Gêmeos também aparecem na faixa de centenas de milhares de reais.
Trabalhos de Muniz, por exemplo, podem ser encontrados a partir de cerca de R$ 100 mil — o que permitiria adquirir aproximadamente 57 obras com o valor total do prêmio.
Joias e peças de grife
O anel “Panthère de Cartier”, de aproximadamente R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 peças
Divulgação/Cartier
No segmento de joias, peças de grifes tradicionais também entram na conta. Um anel com diamantes da Cartier pode ultrapassar R$ 100 mil — o que permitira a compra de mais de 50 unidades com o valor do prêmio.
Avaliada em cerca de R$ 236 mil, a pulseira “LOVE”, com pavé de diamantes, poderia ser comprada aproximadamente 24 vezes. Já o anel “Panthère de Cartier”, que custa em torno de R$ 210 mil, permitiria a compra de cerca de 27 unidades.
No universo da moda, o prêmio poderia comprar diferentes marcas de luxo. Com o total, seria possível adquirir de 11 a 57 bolsas Birkin, da Hermès — que custam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, ou montar cerca de 11 guarda-roupas repletos de roupas da Chanel e da Louis Vuitton, considerando um custo médio de R$ 500 mil cada.
Carros
BMW X6
Divulgação
Entre os bens de luxo duráveis, o prêmio também permitiria a compra de diferentes carros premium.
O BMW X6, na faixa de R$ 700 mil, poderia ser comprado cerca de oito vezes com o prêmio de R$ 5,7 milhões. Já o Range Rover Vogue, com valor acima de R$ 1 milhão, permitiria a compra de aproximadamente cinco unidades.
Viagens e experiências
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, custa cerca de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil) a diária.
Divulgação/The Ritz Paris
No campo das experiências, o valor seria suficiente para bancar uma volta ao mundo em alto padrão, passando por destinos como Maldivas, Paris, Dubai e Nova York.
Hospedagens em hotéis icônicos, como o Burj Al Arab ou o The Ritz Paris, elevam o custo de uma viagem de luxo para algo entre R$ 200 mil e R$ 500 mil — o que permitiria realizar cerca de 11 a 28 viagens nesse padrão.
Na suíte Mansart, do The Ritz Paris, por exemplo, é possível desfrutar de um espaço de 85 m², com terraço privativo, vista para a Torre Eiffel e para a Place Vendôme, além de sala de estar separada, closet e dois banheiros.
Com diárias a partir de € 17.600 (cerca de R$ 95 mil), o prêmio de R$ 5,7 milhões permitiria custear cerca de 60 noites na suíte — o equivalente a aproximadamente dois meses em um dos hotéis mais exclusivos do mundo.
Suíte Mansart, do The Ritz Paris, na França.
Divulgação/The Ritz Paris
Imóveis de alto padrão
Roda-gigante e vista para Praia Central de Balneário Camboriú
PMBC/Divulgação
Já no mercado imobiliário, o valor permitiria adquirir um imóvel de alto padrão em Balneário Camboriú, cidade que tem um dos metros quadrados mais caros do país e é conhecida pelos arranha-céus de luxo.
Com cerca de R$ 5 milhões, é possível comprar um apartamento de aproximadamente 204 m², com quatro suítes, duas a três vagas de garagem, próximo à praia e em um condomínio com piscina, academia, cinema, spa e tecnologias de automação residencial.
Ana Paula Renault está no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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