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Omoda e Jaecoo, submarcas da Chery, chegam ao Brasil em 2025 para brigar com BYD e GWM; conheça

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Primeiros carros serão o Omoda 5 e Jaecoo 7, as marcas prometem lançar 10 SUVs em dois anos e alcançar 30 mil emplacamentos anuais no Brasil. Omoda 5 EV, modelo 100% elétrico
Imagem: André Fogaça/g1
Jaecoo e Omoda, submarcas do grupo chinês Chery, anunciaram a data de início das vendas no Brasil: primeiro trimestre de 2025. Para abrir a fila serão dois SUVs, o Omoda 5 e o Jaecoo 7.
As duas marcas foram criadas pelo grupo Chery para ajudar na expansão da companhia em mercados fora da China, como Espanha, Rússia, Reino Unido, África do Sul, México e agora o Brasil.
Com nomes diferentes, a empresa pode também criar produtos focados em públicos distintos.
Por aqui e em outros mercados a Omoda traz ares de modernidade, tecnologia e foco no público jovem. A Jaecoo é mais clássica, tem modelos potentes e também off-road, com visual semelhante aos grandes da Europa, Japão e Estados Unidos — como Volkswagen, Fiat, Jeep e Toyota.
Os planos da Jaecoo e Omoda para o Brasil envolvem o lançamento até 10 veículos diferentes nos próximos dois anos, todos no segmento dos SUVs.
Inicialmente as vendas serão de veículos importados, mas ambas terão carros fabricados no Brasil, na antiga fábrica da Chery, localizada em Jacareí (SP). Também por lá, a empresa se prepara para produzir motores híbridos flex, já em testes no Omoda 5.
A pretensão do grupo é chegar a 30 mil carros vendidos por ano no mercado brasileiro, além de uma parcela extra para exportação em toda a América do Sul. No país, a empresa já mapeou 50 pontos de interesse para concessionárias.
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Omoda 5
Omoda 5
O Omoda 5 é um SUV-cupê e chega para disputar espaço com uma gama enorme de concorrentes eletrificados ou não. Indo desde o Volkswagen Nivus, Fiat Fastback até o BYD Dolphin.
Isso porque são duas versões: uma 100% elétrica e outra híbrida leve. Ambas chegam ao Brasil durante do primeiro trimestre de 2025, ainda sem preço revelado.
O que já se sabe é que a Omoda quer posicionar os seus modelos em patamares de valor abaixo do Haval H6, da GWM, vendido a partir de R$ 206 mil. Não deve também canibalizar o Chery Tiggo 7 Pro Hybrid, que custa a partir dos R$ 173,9 mil.
Por óbvio, o mais caro será o elétrico, que tem pacote de baterias com 61 kWh, suficientes para autonomia de 350 quilômetros. O motor chega a 204 cv de potência, com torque de 34,7 kgfm, alcançados de forma instantânea.
Já a versão híbrida leve — que possui apenas uma bateria de 48V para funções do carro, mas não para tração das rodas — tem motor 1.5 turbo, com potência de 160 cv e 25,5 kgfm para o torque.
O câmbio CVT simula nove marchas, e é o mesmo do Chery Tiggo 7. No Brasil, o conjunto é flex, abastecido com gasolina ou etanol.
Pensando justamente na marca Chery, o Omoda tem como diferenciais as linhas de carro mais moderno, enquanto ainda é um SUV-cupê. Outro ponto importante está no acabamento, especialmente para os bancos com visual de concha, típico dos carros esportivos.
Jaecoo 7
Jaecoo 7
O Jaecoo 7 será lançado no Brasil junto do Omoda 5 e ele também é um SUV, só que de proporções um pouco maiores. São 10 cm a mais de comprimento e 4 cm de entre-eixos, que amplia o espaço interno.
Outra diferença está no visual da frente do carro, mais alinhado com modelos off-road que entregam luxo junto de robustez para enfrentar estradas de terra. Por dentro, as linhas retas no acabamento reforçam o ar aventureiro, mesmo com a central multimídia grande e na vertical, que segue o minimalismo e modernidade dos veículos da Tesla.
O SUV tem a mesma motorização do Chery Tiggo 8 Pro, sendo um sistema híbrido plug-in, com motor 1.5 turbo em conjunto com dois elétricos.
A potência combinada alcança 317 cv, e a bateria de 18,3 kWh permite que o Jaecoo 7 seja dirigido apenas no modo elétrico por cerca de 80 quilômetros. Com tanque cheio de gasolina, o alcance em modo híbrido chega aos 1,2 mil quilômetros.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Governo propõe aumentar limite do MEI para R$ 140 mil e ampliar contratação de funcionários

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Simples Nacional.
Simples Nacional/Divulgação
Um projeto de lei complementar enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (29) propõe ampliar o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e permitir a contratação de até dois funcionários.
A proposta prevê um reajuste progressivo do teto, que hoje é de R$ 81 mil por ano. Pelo texto, o limite passará para R$ 110 mil em 2027 e chegará a R$ 140 mil em 2028. A medida atinge mais de 13 milhões de microempreendedores registrados no país.
Agora no g1
O projeto foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e faz parte de uma articulação do governo federal para atualizar as regras do regime simplificado.
Atualmente, o teto do MEI não é reajustado desde 2018. Segundo o governo, a defasagem acumulada ao longo dos anos — causada pela inflação e pelo aumento natural das receitas — tem dificultado a permanência de empreendedores na categoria.
A proposta busca justamente evitar que pequenos negócios precisem migrar para regimes tributários mais complexos à medida que crescem. Com o novo modelo, a ideia é permitir que os empreendedores ampliem suas atividades sem sair da formalização.
Além do aumento do teto, o projeto também altera as regras de contratação. Hoje, o MEI pode ter apenas um funcionário. Com a mudança, será possível contratar até dois empregados, o que, na avaliação do governo, deve dar mais flexibilidade à organização dos negócios e estimular a geração de empregos formais.
O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que a iniciativa tem caráter estratégico para a economia.
“Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar”, disse.
A proposta foi elaborada em conjunto com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Agora, o texto começa a tramitar no Congresso e ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado antes de entrar em vigor.
Simples Nacional
Criado em 2006, o Simples Nacional tem por objetivo de estimular as pequenas empresas. O regime especial consiste na unificação de alguns tributos com alíquota mais favoráveis para o empreendedor.
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2023, não alterou os limites de enquadramento das empresas do Simples e do MEI.
Atualmente, podem aderir ao Simples:
microempreendedor individual que fatura até R$ 81 mil por ano;
transportador autônomo de cargas que fatura até R$ 251,6 mil por ano;
microempresas com até R$ 360 mil por ano; e
empresas de pequeno porte com até R$ 4,8 milhões anuais.
De acordo com estimativas da Receita Federal, o governo vai deixar de arrecadar R$ 136 bilhões em 2026 com o Simples Nacional.

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