Política
Os recados para Lula e para a oposição na primeira pesquisa Quaest do ano eleitoral
Quaest: Lula venceria em todos os cenários: menor diferença é para Tarcísio
A primeira pesquisa Quaest do ano eleitoral, divulgada na quarta-feira (14), traz recados para Lula (PT) e para a oposição, com o senador Flávio Bolsonaro (PL) ganhando força em cenários de 1º turno e Tarcísio de Freitas (Republicanos) mostrando ser competitivo em um eventual 2º turno contra o atual presidente.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
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O que você verá nesta reportagem:
Empate técnico na avaliação do governo
Lula à frente nos cenários de 1º e 2º turno
56% acham que Lula não merece novo mandato
Flávio se consolida na oposição, diz Quaest
Arrancada de Flávio na direita não bolsonarista
54% acham que a candidatura de Flávio é para valer
Jair Bolsonaro acertou ou errou ao indicar Flávio?
Tarcísio tem a menor diferença para Lula no 2º turno
Maioria acha que Lula vencerá se candidato for da família Bolsonaro
O que a pesquisa diz para Lula?
Presidente Lula participa no Palácio do Planalto da Cerimônia de sanção do projeto que amplia a faixa de isenção e institui a tributação mínima do Imposto de Renda.
Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo
📈 Empate na avaliação do governo
A pesquisa mostra que a avaliação do presidente segue em empate técnico: 49% desaprovam o governo e 47% aprovam. O cenário é praticamente o mesmo desde a pesquisa de outubro, como mostra o gráfico abaixo.
Porém, quando se olha para o perfil dos eleitores, há movimentações importantes. Entre os que se declaram independentes, grupo que pode decidir a eleição, a desaprovação atingiu 53%, contra 38% de aprovação. Em outubro, o placar era de 48% a 46%.
🗳️ Lula à frente na corrida presidencial
Nas simulações para a eleição presidencial de outubro, Lula segue à frente de todos os candidatos da oposição. A Quaest testou cenários de 1º turno com mais sete nomes:
Flávio Bolsonaro (PL)
Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Ratinho Júnior (PSD)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (União Brasil);
Renan Santos (Missão);
Aldo Rebelo (Democracia Cristã).
O presidente registra índices de intenção de voto que variam entre 35% e 40%, a depender do cenário.
No 2º turno, Lula venceria todos os adversários, com margens diferentes. A disputa contra Tarcísio seria a mais apertada: cinco pontos de diferença (44% a 39%). Em dezembro, eram 10 pontos (45% a 35%).
Em relação a Flávio Bolsonaro, a vantagem de Lula é de sete pontos (45% a 38%). Em dezembro, era de dez pontos (46% a 36%).
Veja abaixo todos os cenários:
Lula (44%) x Tarcísio (39%)
Lula (45%) x Flávio (38%)
Lula (43%) x Ratinho Jr. (36%)
Lula (44%) x Caiado (33%)
Lula (46%) x Zema (31%)
Lula (45%) x Aldo Rebelo (27%)
Lula (46%) x Renan Santos (26%)
🗳️Novo mandato
Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, Lula vence em todos os cenários de intenção de voto, mas não parece empolgar a maioria da população. De acordo com a pesquisa, a maioria (56%) continua achando que Lula não merece mais um mandato. Outros 40% acham que ele merece continuar no poder.
O que pode favorecer Lula é a repetição de uma eleição polarizada contra a família Bolsonaro, avalia Nunes. “Se o cenário com Flávio se consolidar até abril, Lula tende a disputar contra alguém da família. A seu favor, o sentimento dos 46% que têm medo da família Bolsonaro voltar ao poder, contra 40% que temem a continuidade de Lula.”
O que a pesquisa diz para Flávio Bolsonaro?
7 de dezembro de 2025 – Flávio Bolsonaro fala com a imprensa após participar de culto evangélico em Brasília
Evaristo SA / AFP
🗳️Flávio se consolida na oposição
Flávio Bolsonaro aparece em seis dos sete cenários de 1º turno da pesquisa. Em todos, está em 2º lugar, atrás de Lula. Para Felipe Nunes, o senador se consolidou nessa posição.
No cenário que inclui ele e Tarcísio, Lula lidera com 36%, Flávio tem 23% e Tarcísio fica com 9%.
O senador chega a 32% num cenário em que Lula teria 39% e Romeu Zema, 5% — sem Tarcísio, Ratinho e Caiado. É a sua pontuação mais alta.
Flávio lançou a sua pré-candidatura no começo de dezembro com o apoio do pai, Jair Bolsonaro, que está preso por tentar um golpe de Estado.
🔍Direita não bolsonarista
Segundo Felipe Nunes, a pesquisa mostra que Flávio parece estar ganhando força entre os eleitores que se declaram de direita e não são bolsonaristas.
“Os dados da pesquisa sugerem que a força de arrancada que Flávio adquiriu no último mês não é só fruto do apoio de bolsonaristas, mas também da direita não bolsonarista, que começa a considerar a possibilidade de votar nele, mesmo diante de outros nomes”, diz.
“Nesse segmento, Flávio já aparece com quase 50% das intenções de voto, contra 16% de Tarcísio e 10% de Ratinho no cenário com todos os candidatos”, complementa Nunes.
🗳️54% acham que a candidatura é para valer
A pesquisa mostra também que mais pessoas acreditam que a candidatura de Flávio é para valer. Em dezembro, 49% achavam que o senador vai até o fim na corrida presidencial. Agora, são 54%.
Para 34%, o real objetivo de Flávio seria usar a candidatura para negociar. Em dezembro, eram 38%.
“Essa visão está se consolidando em quase todos os segmentos. Entre bolsonaristas, a crença de que Flávio será o candidato chegou a 83%. Na direita não bolsonarista, foi a 75%. Entre os independentes, passou para 49% e, na esquerda, são 44% que acreditam que ele vá até o fim”, diz Nunes.
🔍Jair Bolsonaro acertou ou errou?
Aumentou o percentual de brasileiros que consideram acertada a decisão de Bolsonaro de indicar o filho como candidato. Esse índice passou de 36% para 43%.
Por outro lado, os que consideram a escolha um erro eram 54% e agora são 44%.
“Bolsonaristas já estão convencidos da decisão, e 87% dizem que foi a escolha certa”, diz o diretor da Quaest. Na direita não bolsonarista, 62% acham que o ex-presidente acertou.
“Para tornar sua campanha mais competitiva, Flávio tem o desafio de diminuir sua rejeição”, afirma Felipe Nunes. “Ele conseguiu esse feito no último mês. Enquanto a rejeição de Lula manteve-se em 54%, a rejeição ao Flávio foi de 60% para 55%.”
Apesar disso, a rejeição dele ainda é maior que as de todos os outros candidatos da oposição.
O que a pesquisa diz para Tarcísio de Freitas?
Governador Tarcísio de Freitas entrega primeiro trecho do Rodoanel Norte.
Pablo Jacob/Governo do Estado de SP
🗳️ Menor diferença para Lula no 2º turno
A pesquisa mostra que o governador de São Paulo é o candidato mais competitivo para enfrentar Lula no segundo turno. A diferença caiu à metade entre dezembro e janeiro.
Em relação à pesquisa anterior, de dezembro, Lula oscilou de 45% para 44%. Tarcísio foi de 35% para 39%.
Considerando apenas os eleitores independentes, Tarcísio tem 36% e Lula, 34%. Na direita não bolsonarista, o governador chegou a 81%. Na pesquisa de setembro, o apoio era de 66%.
“O grande trunfo do governador de SP seria o apoio crescente da direita bolsonarista no cenário contra Lula. Seu desafio seria conseguir convencer os eleitores independentes e bolsonaristas a aderirem ao seu projeto presidencial, em um caso de desistência de Flávio”, avalia Felipe Nunes.
🔍 Nome não bolsonarista
O levantamento mostra que a maioria dos entrevistados (56%) acha que quem vencerá a eleição será Lula se o candidato for alguém da família Bolsonaro.
Por outro lado, se a disputa for entre Lula e alguém da oposição sem a família Bolsonaro, 45% acham que o presidente seria reeleito e 43% apostam no nome da oposição. É um cenário mais equilibrado.
Na visão do diretor da Quaest, o que pode ajudar Tarcísio e outros governadores da direita é a percepção pública de que, para ter mais chances de bater Lula, a oposição precisa lançar um nome que não seja bolsonarista.
“Se for uma disputa de alguém da família Bolsonaro, a população acredita que Lula vencerá com facilidade. Mas, se a oposição lançar um nome não bolsonarista, a população acredita que vai ser uma eleição mais competitiva.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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