Política
Para corrigir defasagem, diesel teria de subir ao menos R$ 0,83 nas refinarias, apontam consultorias
Preço do diesel não é reajustado pela Petrobras há um mês, e o da gasolina há cerca de 90 dias. Estatal leva em conta preço do barril do petróleo e do dólar para implementar reajustes. Cálculos de consultorias especializadas ouvidas pelo g1 indicam que, para superar a defasagem em relação ao mercado internacional, a Petrobras necessitaria, nesta semana, aumentar nas refinarias em pelo menos R$ 0,83 o preço do diesel e em R$ 0,38 o da gasolina.
A quatro meses da eleição deste ano, o governo busca alternativas para conter o avanço dos preços dos combustíveis. Na última segunda-feira (6), propôs compensar os estados para reduzir o ICMS (imposto estadual) incidente sobre diesel e gás de cozinha. Em troca, quer que os estados e o Distrito Federal derrubem a zero a alíquota do ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha. No Senado, tramita projeto já aprovado na Câmara para limitar em 17% a alíquota do ICMS sobre combustíveis e energia (leia mais abaixo).
Bolsonaro propõe corte de impostos para baixar preço dos combustíveis
Os preços dos combustíveis no Brasil são fixados pela Petrobras, desde 2016, com base no critério de paridade internacional. Com isso, variam de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e das oscilações do dólar.
Desde o início da guerra na Ucrânia, há pouco mais de 100 dias, os combustíveis têm subido de preço por todo planeta refletindo uma menor oferta de petróleo. Essa alta tem pressionado a inflação, que, no Brasil, atingiu 12,20% na prévia de maio.
Para compensar a incidência desses fatores, as consultorias ouvidas pelo g1 calcularam nesta semana que o litro do diesel deveria estar de R$ 0,83 a 0,92 mais caro, enquanto o litro da gasolina deveria ser reajustado entre R$ 0,38 e R$ 0,78.
Em um levantamento mais antigo, do final de maio, o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) estimou uma defasagem de R$ 0,22 no preço do litro do diesel e de R$ 1,25 no da gasolina.
Veja os percentuais de defasagem calculados pelas consultorias ouvidas pelo g1 e pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que faz essa estimativa periodicamente
Abicom
defasagem média do diesel: 16% (até esta terça-feira, 7);
defasagem média da gasolina: 17% (até esta terça-feira, 7).
Consultoria StoneX
defasagem média do diesel: 16,8% (até esta segunda-feira, 6);
defasagem média da gasolina: 9,9% (até esta segunda-feira, 6).
Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)
defasagem média do diesel: 4,2% (até 31 de maio)
defasagem da gasolina: 24,4% (até 31 de maio)
Preços médios
De acordo com a Petrobras, o preço médio do litro do diesel no país está em R$ 7,01 (período de coleta de 29 de maio a 4 de junho), dividido em:
parcela da Petrobras: R$ 4,43 ( 63,2%)
distribuição e revenda: R$ 1,02 ( 14,6%)
ICMS (imposto estadual): R$ 0,82 ( 11,7%)
biodiesel: R$ 0,74 (10,6%)
impostos federais: R$ 0,00 (0%)
O preço médio do litro da gasolina, segundo a estatal, está em R$ 7,22 (período de coleta de 29 de maio a 4 de junho), dividido da segunda maneira:
parcela Petrobras: R$ 2,81
ICMS (imposto estadual): R$ 1,75
distribuição e revenda: R$ 0,99
custo etanol anidro: R$ 0,98
Cide, PIS-Pasep, Cofins (impostos federais): R$ 0,69
Cortar impostos não irá reverter alta dos combustíveis, destaca economista
Aumentos represados
O diesel, que serve de combustível para caminhões que transportam cargas pelo país, com impacto direto na inflação, não tem aumento desde 10 de maio, e a gasolina não tem elevação de preço há quase 90 dias.
Nesta quarta-feira, o Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP) defendeu a necessidade de se manter os preços dos combustíveis alinhados ao mercado internacional, o que considera ser “condição fundamental para assegurar o abastecimento nacional e a manutenção de um mercado equilibrado e atrativo aos investimentos”.
De acordo com o Instituto, a “adequada precificação de mercado é elemento-chave para a garantia do abastecimento, pois nenhum agente econômico importaria combustíveis para vender abaixo do preço de compra”.
Pode faltar diesel no Brasil? O que acontece em caso de escassez? Entenda
Em 2021, informou o IBP, 23% das vendas de diesel no país foram provenientes de importações, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O instituto observou que a combinação de “baixa produção local de diesel, demanda em máximas históricas e baixos preços locais em virtude de controles governamentais” resultaram em desabastecimento de diesel na Argentina recentemente.
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Governadores
Um novo reajuste dos combustíveis limitaria os efeitos de eventuais medidas adotadas pelo Congresso Nacional para tentar conter os preços da gasolina e do diesel.
A área econômica tem defendido a aprovação de projeto de lei (PLP 18), pelo Senado Federal, que limita a alíquota do ICMS estadual de 17% a 18% para itens considerados essenciais, como combustíveis e energia elétrica.
Ao mesmo tempo, o governo também propôs que os estados zerem a cobrança do tributo sobre combustíveis e que o governo federal repasse a eles recursos para compensar a perda de arrecadação.
Entretanto, esse ressarcimento não englobaria as perdas da redução do ICMS para 17% a 18% — conforme texto do PLP 18, em análise no Senado Federal.
Nesta terça-feira, o presidente do Comitê Nacional de Secretários da Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e Distrito Federal (Comsefaz), Décio Padilha, afirmou que a proposta do presidente Bolsonaro de zerar o ICMS não resolveria em nada o problema da escalada de preço dos combustíveis.
Ele lembrou que os estados congelaram, em novembro de 2021, a base de cálculo do ICMS, tributo estadual, o que já resultou em uma perda de R$ 16 bilhões em arrecadação.
Mesmo assim, observou que o preço do diesel avançou quase 50% em 2022, até maio, devido à alta do petróleo. “A gente coloca que ICMS congelado, os preços continuaram aumentando, ele não alterou em nada”, declarou.
Segundo cálculos dos estados, os estados e municípios podem perder entre R$ 64,2 bilhões e R$ 83,5 bilhões por ano caso esse projeto seja aprovado também pelo Senado Federal, recursos que, segundo eles, deixariam de ser aplicados em áreas como saúde e Educação.
Petrobras sob pressão
Oficialmente, a política de preços da Petrobras se baseia no chamado “preço de paridade de importação” (PPI), que considera o valor do barril do petróleo e o dólar.
No entanto, a empresa tem demorado a fazer reajustes, alegando que assim evita repassar volatilidades internacionais ao mercado interno.
Ao conter reajustes, porém, não só deixa de registrar lucro mas também passa a registrar prejuízo, pois importa parte dos combustíveis vendidos no país.
E, com a defasagem no preço do diesel, aumenta o risco de desabastecimento no mercado interno.
Pré-candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro tem pressionado a empresa a não reajustar preços dos combustíveis até a eleição de outubro, como mostrou o Blog da jornalista Ana Flor.
Bolsonaro também criticado a empresa, afirmando que a Petrobras “não colabora com nada”. Ele também classificou o lucro registrado pela estatal como um “estupro”.
No fim de maio, Bolsonaro trocou novamente o comando da Petrobras, terceira substituição desde 2019 e a segunda nos últimos 40 dias.
Também no mês passado, o governo indicou que pode privatizar a Petrobras e da PPSA, a estatal do pré-sal, em um eventual segundo mandato de Bolsonaro.
Eleições de 2014
Em 2014, ano de eleições, a presidente Dilma Rousseff também segurou os preços dos combustíveis, mas, naquele momento, não havia tensões externas impulsionando o preço do petróleo.
Em 2017, o Ministério Público Federal do Rio moveu uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e a ex-presidente da Petrobras Graça Foster.
O MP do Rio argumentou que os dirigentes da empresa mantiveram uma política de retenção de preços dos combustíveis e a defasagem em relação ao mercado internacional, causando prejuízos à Petrobras.
Somente após as eleições, em outubro de 2014, é que o Conselho de Administração, sob a presidência do então ministro da Fazenda Guido Mantega, deliberou por recomendar à Diretoria Executiva o aumento dos preços da gasolina e do diesel.
Nesta quarta-feira (9), o ex-presidente e pré-candidato do PT Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a proposta do governo Jair Bolsonaro de reduzir o ICMS de combustíveis não vai diminuir o preço para os consumidores.
Disse ainda que Bolsonaro deveria ter “coragem” para determinar que a Petrobras pare de repassar a alta internacional dos preços para os consumidores.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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