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Política

Pastor Wellington pretende reduzir secretarias, auditar contratos da saúde e abrir vagas para alunos da rede estadual em escolas privadas

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Candidato do PTB participou da série de entrevistas comandadas por Clarissa Góes com candidatos ao governo do estado. Entrevista foi gravada no estúdio do g1, no Recife. Entrevista do g1 com Pastor Wellington (PTB), candidato ao governo de PE – Íntegra
O candidato do PTB ao governo de Pernambuco, Pastor Wellington (PTB), disse que, se for eleito, vai reduzir para 14 o número de secretarias estaduais, auditar contratos de organizações sociais (OS) na saúde estadual e abrir vagas em escolas particulares para alunos da rede pública (veja vídeo acima). Ele foi entrevistado pela apresentadora Clarissa Góes, na série do g1 que começou no dia 22 de agosto.
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Veja acima a íntegra da entrevista ou ouça, abaixo, no podcast:
Durante a entrevista, o candidato também disse que iria reduzir impostos para tornar Pernambuco um ambiente mais favorável a negócios e “enxugar” a folha de pagamento do estado. Também prometeu fazer parcerias público-privadas para a oferta de exames médicos e afirmou que vai ser um mediador para resolver os problemas do Metrô do Recife e do transporte público na região.
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Pastor Wellington (PTB) em entrevista ao g1
Pedro Alves/g1
COMO FORAM AS OUTRAS ENTREVISTAS:
Marília Arraes promete criar bilhete único e acabar com as faixas salariais nas polícias
Anderson Ferreira diz que vai criar 600 mil empregos e reduzir IPVA
Danilo Cabral propõe investir R$ 15 bilhões e concluir BRT
Raquel Lyra promete abrir 60 mil vagas em creches e construir hospitais
Miguel Coelho diz que vai contratar policiais penais e fazer reforma administrativa
Jadilson Bombeiro propõe fazer concursos na saúde e segurança
Ubiracy Olímpio propõe desestatizações, dissolução da PM e fim do ICMS e vestibular
João Arnaldo pretende criar ramais do metrô e auxílio estadual de R$ 600
Jones Manoel promete reduzir impostos e finalizar obras da saúde
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro (PMB), seguido por Ubiracy Olímpio, João Arnaldo (PSOL), Jones Manoel (PCB) e Pastor Wellington (PTB). Depois, é a vez de Claudia Ribeiro (PSTU).
Veja, abaixo, todos os trechos da entrevista de Pastor Wellington ao g1:
Ambiente de negócios em Pernambuco
Redução de secretarias
Exames médicos
Organizações sociais na saúde
Pessoas com autismo
Transporte público
Defesa da propriedade privada da terra
Propostas para a população LGBTQIA+
PPPs na educação
Ambiente de negócios em Pernambuco
O primeiro ponto abordado por Pastor Wellington foi a proposta de tornar Pernambuco um ambiente mais favorável aos negócios. Para isso, ele disse que pretende conversar com os setores produtivos e “enxugar” os impostos. “Pernambuco está perdendo os investimentos, os empresários estão indo embora de Pernambuco e levam suas indústrias, suas empresas, porque um estado vizinho oferece um percentual de ICMS mais baixo”, afirmou.
Volte ao início da reportagem.
Redução de secretarias
Pastor Wellington também disse que pretende reduzir para 14 o número de secretarias estaduais. Afirmou, ainda, que, atualmente, há 26 secretarias e órgãos que têm status de secretaria, e que, por causa disso, não é possível fazer investimentos no estado, para custear folha de pessoal. “A Receita do estado está comprometida com 50% de folha de pagamento. Além daquilo que está sendo gasto e muitas vezes mal-gasto, como está acontecendo hoje. […] Uma vez que a gente reduz, fazendo os serviços de maneira eficiente, que a população de fato receba esse benefício, fica [dinheiro] em caixa para que a gente possa investir nos setores que precisam”, declarou.
Volte ao início da reportagem.
Exames médicos
No plano de governo, o candidato pretende fazer com que alguns exames sejam ofertados por empresa privada, para, assim, tornar mais eficiente o atendimento em saúde pública de Pernambuco. “Todo mundo tem um celular na mão. Por que não fazer isso por aplicativo? Uma marcação de consulta, uma marcação de exame? Eu penso que, com isso, você já começa a dar dignidade ao usuário”, disse.
Volte ao início da reportagem.
Organizações sociais na saúde
Ele também criticou a gestão das organizações sociais (OS) à frente de unidades de saúde estaduais. Atualmente, as OS são responsáveis pela gestão de 11 hospitais, 14 UPAs e 11 UPAs especializadas. “Não tenho um modelo pronto, primeiro a gente tem que entender como está funcionando. [Os contratos] têm que ser auditados para ver como está isso”, afirmou. Ele disse, ainda, que é preciso finalizar obras inacabadas e reduzir a máquina pública para facilitar investimentos em saúde.
Volte ao início da reportagem.
Pessoas com autismo
Respondendo a uma pergunta do público sobre políticas para pessoas com autismo, Pastor Wellington disse que essa questão vai além da saúde, e afirmou que é obrigação do estado prover, também, educação a essa população. “O estado tem que cuidar em qualificar profissionais para atender o autista. Precisa-se voltar a atenção para isso. […] O problema, nós sabemos que existe. Não tem fórmula pronta. Mas uma equipe técnica bem qualificada vai apresentar o que a gente possa de fato executar”, declarou.
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Transporte público
Pastor Wellington disse que o transporte público no Grande Recife é “caótico” e que a ideologia político partidária dos governantes tem prejudicado a população, devido à falta de diálogo entre diferentes esferas do governo. “Metrô é responsabilidade do governo federal. Quando se passa entre os transportes entre municípios, é obrigação do estado, e o município tem sua obrigação no transporte”, afirmou. Disse, ainda, que o Consórcio Grande Recife é um problema antigo, e se pôs como um mediador para resolver os problemas do sistema e tirar do papel os projetos existentes.
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Defesa da propriedade privada da terra
Outro ponto levantado pelo plano de governo de Pastor Wellington é a defesa da propriedade privada da terra. Atualmente, um terço das 59 áreas em conflito agrário em Pernambuco tem o Complexo Portuário de Suape como um dos envolvidos. Questionado sobre como lidar com essas questões, ele afirmou que “o estado precisa fazer o seu papel”. “A primeira coisa que a gente precisa fazer é acabar com esse ativismo todo. A gente não pode admitir. Existe muito mais um ativismo que uma necessidade. Conheço regiões dentro do estado em que governos anteriores fizeram reforma agrária, disponibilizaram a terra, valores para as famílias montarem suas estruturas lá e, hoje, virou capoeira. O mato tomou conta”, declarou.
Volte ao início da reportagem.
Propostas para a população LGBTQIA+
Em 2018, Pastor Wellington entrou na Justiça contra a realização da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, em Garanhuns, no Agreste. No espetáculo, Jesus é retratado como uma mulher transexual. Sobre propostas para a população LGBTQIA+, ele afirmou que todo cidadão precisa ser bem tratado. “O que a gente não pode é estar alinhado ou estar simplesmente à mercê de um ativismo”, afirmou.
Volte ao início da reportagem.
PPPs na educação
Outra proposta de Pastor Wellington é de ampliar o número de vagas na educação pública com parcerias público-privadas (PPPs). Sobre isso, ele disse que há escolas privadas com vagas sobrando e que o estado não consegue ofertar a quantidade de vagas suficiente em algumas localidades. “A gente chama o empresário e conversa e vê a possibilidade de uma parceria desse tipo, porque ele precisa preencher. Para ele, é uma vaga que está sem ser preenchida e o estado, do outro lado, sem ofertar aquela vaga para o estudante”, disse.
Volte ao início da reportagem.
Entrevistados
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro, seguido por Ubiracy Olímpio, João Arnaldo, Jones Manoel e Pastor Wellington. Depois deles, vem Claudia Ribeiro, no sábado (3), às 14h.
Todas as entrevistas ficam disponíveis na íntegra, em vídeo, e em áudio, como episódio especial do podcast “g1 Eleições”.
A iniciativa do g1 de entrevistar em podcast os candidatos começou em junho, com a série do podcast “O Assunto”, apresentada pela jornalista Renata Lo Prete, com os postulantes à corrida presidencial.
Durante as entrevistas, os candidatos também respondem a perguntas do público.
Clique AQUI para participar. Lembre-se de colocar “Entrevista g1” no título e, no campo mensagem, envie sua pergunta.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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