Economia
PayPal vai demitir 7% de sua força de trabalho
São cerca de 2 mil trabalhadores, engrossando o grupo de empresas de pagamentos digitais atingidas pela desaceleração da economia. Logo do PayPal.
REUTERS/Thomas White
A PayPal Holdings anunciou nesta terça-feira (1) que vai cortar 7% de seus funcionários, cerca de 2 mil trabalhadores, engrossando o grupo de empresas de pagamentos digitais atingidas pela desaceleração da economia.
“Embora tenhamos feito progressos substanciais no dimensionamento correto de nossa estrutura de custos e focado recursos em nosso núcleo estratégico de prioridades, temos mais trabalho a fazer”, disse o presidente-executivo da PayPal, Dan Schulman, em um comunicado.
Em novembro, a PayPal reduziu sua previsão de crescimento anual de receita em antecipação à desaceleração da economia e afirmou que não esperava muito do comércio eletrônico nos Estados Unidos no último trimestre do ano.
‘Big Techs’
O grupo de “big techs” formado por Apple, Microsoft, Amazon, Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp) e Alphabet( Google) já demitiu 40 mil pessoas no primeiro mês de 2023.
As demissões em janeiro ocorreram em três empresas deste grupo:
Amazon (18 mil funcionários)
Microsoft (10 mil)
Google (12 mil)
Considerando todo o setor de tecnologia, janeiro registrou quase 100 mil demissões. É o que aponta um levantamento da plataforma TrueUp, especializada em empregos na área.
Qual é o motivo?
A desaceleração macroeconômica e a queda na receita com propaganda explicam o cenário negativo.
Para começar a entender a situação das “big techs”, é preciso levar em conta as altas seguidas na taxa de juros nos últimos meses, nos Estados Unidos, para conter a inflação.
Além de impactar nas vendas, o cenário tem feito empresas diminuírem gastos com publicidade, o que afeta em cheio as gigantes da tecnologia que dependem de anúncios.
Além disso, a pandemia de Covid-19 deu esperanças ao setor com tantas pessoas online e boom no setor eletrônico. Com essa perspectiva, as empresas fizeram contratações em massa, que depois não se mostraram sustentáveis.
G1 Explica: a crise nas big techs
G1 Explica: a crise nas big techs
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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