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Política

PEC que altera tramitação de medidas provisórias completa 30 meses sem promulgação

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Com isso, proposta aprovada em 2019 ainda não produz efeitos práticos. Parlamentares avaliam que demora na promulgação tem caráter político, já que rito atual favorece o governo. Aprovada há mais de dois anos na Câmara dos Deputados e no Senado, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda o rito de apreciação de medidas provisórias ainda não produz efeitos legais.
No dia 13 de dezembro, o texto completou 30 meses parado e à espera do agendamento de uma sessão do Congresso destinada a promulgá-lo.
Entenda: as diferenças entre projeto, decreto, medida provisória e PEC
O entrave teve início na discordância entre técnicos das duas Casas acerca do entendimento regimental adotado durante a última análise do texto. No entanto, parlamentares avaliam que há outra razão para a demora — segundo eles, ignorar a proposta é um ato de caráter político, já que a manutenção do rito atual favorece o Poder Executivo.
De acordo com a Constituição, MPs são atribuições da Presidência da República e podem ser editadas em casos urgentes e relevantes, produzindo efeitos imediatos. Têm validade de 60 dias e podem ser prorrogadas por mais 60.
Nesse período, para se converterem em leis, dependem de ratificação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Sem a aprovação das duas Casas, a medida “caduca” (perde a validade) e não pode ser reeditada.
Funciona Assim: Qual a diferença entre Projeto de Lei, Medida Provisória e Decreto?
Desde a emenda constitucional que mudou os requisitos para a edição dos atos, promulgada em 2002, 1.081 medidas foram editadas (até o último dia 20).
Na avaliação de juristas, o histórico demonstra um novo padrão de atuação do Poder Executivo, que escolhe adotar o expediente na tentativa de exercer o poder do Legislativo e driblar os passos da tramitação de propostas comuns no Congresso Nacional.
Apresentada em 2011 pelo ex-presidente da República e ex-senador José Sarney (MDB-AP), a PEC nasceu na esteira de 304 medidas editadas entre o segundo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro de Dilma Rousseff.
No período, em média, cerca de 78% das normas acabaram confirmadas como leis – ou seja, passaram pelo crivo dos congressistas.
Senadores, no entanto, argumentaram que havia um custo para a aprovação das matérias: o Senado deixava, cada vez mais, de exercer o papel de revisor das propostas aprovadas na Câmara e apenas confirmava o texto entregue por deputados.
Na prática, a avaliação é de que o rito atual é consumido, em grande parte, pela Câmara, que entrega o texto ao Senado em data próxima à do encerramento da validade.
Sob a pena de ter a pauta trancada pela não apreciação da matéria, o Senado reduz o tempo de discussão e somente realiza o que parlamentares classificam como “carimbo” nas medidas provisórias.
As mudanças previstas na PEC
Para reduzir a insatisfação de senadores, a PEC, aprovada pelas duas Casas em 2019 (vídeo abaixo), estabelece um novo período de vigência da MP sem prorrogação (120) e prazos para cada etapa do rito das medidas provisórias:
Comissão mista: 40 dias para apresentação e voto do parecer;
Câmara: 40 dias para a análise do relatório apresentado pela comissão;
Senado: 30 dias para a revisão do texto aprovado pela Câmara.
Câmara aprova proposta que altera tramitação de MPs
Caso o Senado modifique o texto, a medida provisória volta à Câmara, onde terá até dez dias para nova apreciação.
Além de definir períodos para as análises, a PEC proíbe a inclusão de “matéria estranha”, sem relação ao assunto original da medida, nas MPs – os chamados “jabutis”.
O impasse
Além dos novos prazos, a proposta cria uma barreira que pode invalidar a MP antes mesmo de sua apreciação pelo Senado. Essa medida é considerada o maior impasse para a promulgação da PEC.
O texto aprovado pelos senadores prevê que a comissão mista destinada à análise da medida precisa cumprir o prazo (40 dias) para formulação de um parecer, considerado “indispensável”.
Caso não o faça, a MP será encaminhada diretamente ao plenário da Câmara, onde o texto original será apreciado.
Entretanto, se não houver aprovação dos deputados no prazo definido (40 dias), a medida terá a vigência encerrada ainda nas mãos dos deputados.
Originalmente, o texto confirmado por deputados previa que a vigência da proposta pudesse ser encerrada se não houvesse a aprovação de um parecer ao final do prazo destinado à comissão mista.
No Senado, a mudança foi feita pelo relator, Antonio Anastasia (PSD-MG). À época, ele classificou a alteração como uma emenda de redação. A tática fez com que o texto não necessitasse voltar à Câmara e seguisse para promulgação em junho de 2019.
A decisão é questionada por técnicos legislativos das duas Casas. O entendimento deles é que a mudança altera o mérito da proposta e, com isso, não poderia ser levada à promulgação.
Indagado pelo g1 sobre as divergências, Anastasia disse, por meio da assessoria de imprensa, preferir não falar sobre o assunto “enquanto não houver uma definição por parte da Mesa Diretora das duas Casas em relação à promulgação”.
Parlamentares avaliam que há outro motivo para a demora na promulgação da PEC: o possível aumento no número de medidas provisórias que perdem a vigência ao longo do ano. A imposição de prazos e de uma barreira na Câmara poderia, na avaliação deles, gerar mais derrotas ao ocupante do Palácio do Planalto.
O impacto das mudanças fragilizaria, de acordo com os congressistas, o presidente Jair Bolsonaro, que entra em 2022 no último ano de mandato.
O entendimento encontra respaldo nos dados relativos às MPs. Desde 2002, Bolsonaro é o presidente com a maior média anual de edição de medidas: 68.
Apesar disso, o número de atos que se tornaram inválidos por não terem sido analisados no prazo estabelecido é o mais alto desde Fernando Henrique Cardoso: 80.
O autor da proposta também compartilha a percepção de que seguir com a não promulgação favorece o Executivo. Em resposta ao g1, a assessoria de imprensa de José Sarney defendeu a promulgação da proposta, classificando-a como “necessária”, e avaliou que o maior impasse para a promulgação da PEC é “o poder avassalador do Executivo sobre o Congresso”.
O líder da maioria no Senado e ex-presidente da Casa, Renan Calheiros (MDB-AL), concorda com o entendimento e destaca ainda que a demora representa um sinal da perda de “independência e autonomia” do Legislativo, presidido por parlamentares apoiados por Jair Bolsonaro.
Entre as medidas provisórias que caducaram sem apreciação do Congresso nos últimos meses estão a que criou a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) e a que flexibilizou dispositivos na legislação trabalhista.
O líder do governo no Senado, Eduardo Gomes (MDB-TO), discorda do entendimento de que o novo rito para apreciação de MPs poderia acarretar derrotas legislativas para o Palácio do Planalto.
Para ele, o número de medidas “caducadas” não significa “derrotas”. A taxa de insucesso, avalia o líder, está relacionada à existência de “projetos de lei conexos” em tramitação no Congresso.
Se promulgada, avalia o senador, a proposta não mudaria a dificuldade de conversão das MPs em leis. Um possível crescimento no número não significa uma piora no desempenho legislativo do governo.
“Os números [do governo] representam nosso compromisso com a qualidade técnica das propostas”, explica.
Desprestígio
Durante mandato na Presidência do Senado, Renan Calheiros teceu críticas ao regime de tramitação das medidas provisórias. Em 2013, o senador chegou a anunciar que a Casa, então presidida por ele, não aceitaria mais MPs entregues pela Câmara a menos de sete dias do prazo de vencimento.
Ao g1, Renan avalia que a resolução dos prazos para análises de MPs segue “importante”. Segundo ele, a criação de um rito facilitaria “a relação entre os Poderes e entre as duas Casas”, dando maior “estabilidade à tramitação”.
“Isso é uma coisa fundamental. É a única coisa que podemos fazer. Ou você faz isso [promulga a PEC] ou você permite que, unilateralmente, pessoas arbitrem prazos”, diz.
Manter o rito atual, de acordo com o senador, é “um desprestígio ao Legislativo”.
O senador Paulo Paim (PT-RS), que tem cobrado a promulgação desde 2019, afirma ao g1 que a proposta está “esquecida”, porque “ninguém tem interesse”.
Ele lembra que não há prazo para a promulgação de uma PEC, mas que há um entendimento histórico entre Câmara e Senado para que o ato seja feito pouco tempo após o final da tramitação da proposta.
O “esquecimento” da proposta, por parte das Presidências das Casas, demonstra, segundo ele, a falta de compromisso e acordo acerca do texto.
“Seguir ignorando a medida faz com que o governo continue apresentando MPs sem critério algum”, ressalta.
Paim, que integrou a Assembleia Nacional Constituinte em 1987, avalia ter sido um “erro” incluir o expediente das medidas provisórias na Constituição. Para ele, as normas precisam de uma revisão mais profunda.
O maior problema, de acordo com o senador, está na interpretação do Executivo sobre o que é “urgente e relevante”.
“No fundo, esses requisitos não são seguidos. A Presidência cria medidas com o seu desejo. Precisa ser usada, de fato, em épocas de urgência e relevância efetiva”, acrescenta.
Em fevereiro deste ano, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi questionado pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) sobre o que motiva a postergação da PEC.
A Kajuru, Pacheco disse que trabalhava para sanar a “divergência” entre as Casas, mas indicou que havia a possibilidade de a PEC dar espaço a um “acordo de procedimentos” com a Câmara.
Paulo Paim e Renan Calheiros entendem que a criação de um acordo é uma saída “interessante”, mas não será capaz de solucionar as demandas de senadores.
“Criar o acordo resolve o agora. Mas as MPs vão seguir e vão dar problemas a outros parlamentares. Estabelecer maiores critérios e definir um rito constitucional é o melhor caminho”, conclui Paim.
Em nota ao g1, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, manteve a versão anunciada a Jorge Kajuru.
Segundo a nota, a promulgação “permanece sem sessão com data definida, pois o tema segue sob análise das Mesas do Senado e da Câmara dos Deputados”.
* Sob supervisão de Fausto Siqueira

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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