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Política

Pesquisas Quaest indicam possibilidade de virada no 2º turno em 2 de 15 capitais

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Em Belo Horizonte e Goiânia, os candidato que terminaram o primeiro turno em 2º lugar apareceram em 1º no primeiro levantamento feito pelo instituto. Veja os números. Eleições 2024 em Palmas – votação primeiro turno
Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins
A primeira rodada de pesquisas Quaest sobre o 2º turno das eleições 2024 indica possibilidade de viradas em duas de 15 capitais:
Em Belo Horizonte, o atual prefeito Fuad Noman (PSD) ficou em 2º lugar no primeiro turno, com 26,54%, atrás de Bruno Engler (PL), com 34,38%. No levantamento divulgado na quarta (16), Noman aparece com 46% das intenções de voto no 2º turno, à frente de Engler, que tem 37%. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil) também ficou em 2º no primeiro turno, com 27,66% dos votos válidos, atrás de Fred Rodrigues (PL), que teve 31,14% O levantamento de quinta (17) mostra Mabel com 46% das intenções de voto, à frente de Rodrigues (39%). A margem de erro é de 3 pontos.
Em outras 5 capitais, os candidatos que terminaram em 1º lugar estão à frente na corrida pelo 2º turno, segundo a Quaest:
Em São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) teve 29,48% no 1º turno, ante 29,07% de Guilherme Boulos (Psol). Na pesquisa divulgada na quarta (16), Nunes aparece com 45% ante 33% de Boulos. A margem é de 3 pontos;

Em Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) teve 49,72% no 1º turno, ante 26,28% de Maria do Rosário (PT) . Na pesquisa divulgada na quinta (17), Melo aparece com 52% ante 30% de Rosário. A margem é de 3 pontos;

Em Belém, Igor Normando (MDB) teve 44,89% no 1º turno, ante 31,48% de Delegado Eder Mauro (PL). Na pesquisa divulgada no sábado (19), Normando aparece com 51% ante 33% de Eder Mauro. A margem é de 3 pontos;

Em Aracaju, Emília Correa (PL) teve 41,62% no 1º turno, ante 23,86% de Luiz Roberto (PDT). Na pesquisa divulgada na quinta (17), Emília Corrêa aparece com 52% ante 32% de Luiz Roberto. A margem é de 3 pontos;

Em João Pessoa, Cícero Lucena (PP) teve 49,16% no 1º turno, ante 21,77% de Marcelo Queiroga (PL). Na pesquisa divulgada na quinta (17), Lucena aparece com 58% ante 31% de Queiroga. A margem é de 3 pontos;
➡️ Entre os candidatos que aparecem à frente na pesquisa, três são do MDB (São Paulo, Porto Alegre e Belém), um é do PSD (Belo Horizonte), um do PL (Aracaju), um do União Brasil (Goiânia) e um do PP (João Pessoa).
O PL, de Bolsonaro, apoia Ricardo Nunes (São Paulo), Sebastião Melo (Porto Alegre) e Emília Corrêa (Aracaju) ;
O PT, de Lula, apoia Fuad Noman (Belo Horizonte), Igor Normando (Belém) e Cícero Lucena (João Pessoa);
Sandro Mabel (Goiânia) não teve apoio declarado por nenhum dos dois partidos.
Nas 8 capitais restantes, há empate técnico entre os dois candidatos que foram para o segundo turno:
Em Fortaleza, André Fernandes (PL) teve 40,20% dos votos no 1º turno, ante 34,33% de Evandro Leitão (PT). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na sexta (18), os dois candidatos aparecem empatados com 43%. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Manaus, David Almeida (Avante) teve 32,16% no 1º turno, ante 24,94% de Capitão Alberto Neto (PL). Na pesquisa divulgada no sábado (19), Almeida aparece com 43% ante 41% de Eder Mauro. A margem é de 3 pontos;

Em Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD) teve 33,51% dos votos no 1º turno, ante 31,17% de Cristina Graeml (PMB). Segundo a pesquisa Quaest divulgada no sábado (19), Pimentel tem 42% das intenções de voto, ante 39% de Léo. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Natal, Paulinho Freire (União Brasil) teve 44,08% dos votos no 1º turno, ante 28,45% de Natália Bonavides (PT). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na segunda (14), Fernandes tem 45% das intenções de voto, ante 39% de Natália. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Campo Grande, Adriane Lopes (PP) teve 31,67% dos votos no 1º turno, ante 29,56% de Rose Modesto (União Brasil). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na quarta (16), os dois candidatos aparecem empatados tecnicamente: Adriana com 42% e, Rose Modesto com 39%. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Cuiabá, Abílio (PL) teve 39,61% dos votos no 1º turno, ante 28,31% de Lúdio (PT). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na quarta (16), Abílio tem 44% das intenções de voto, ante 41% de Lúdio. A margem de erro é de 3 pontos;

Em Porto Velho, Mariana Carvalho (União Brasil) teve 44,53% dos votos no 1º turno, ante 25,65% de Léo (Podemos). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na sexta (18), Mariana tem 43% das intenções de voto, ante 42% de Léo. A margem de erro é de 3,7 pontos;

Em Palmas, Janad Valcari (PL) teve 39,22% dos votos no 1º turno, ante 32,42% Eduardo Siqueira Campos (Podemos). Segundo a pesquisa Quaest divulgada na terça (15), Siqueira Campos tem 47% das intenções de voto, ante 43% de Valcari. A margem de erro é de 3,7 pontos;
📌 As pesquisas eleitorais desta rodada consideram os votos totais, já o resultado do 1º turno leva em consideração os votos válidos, que excluem os brancos e nulos.
Veja os números nas 15 capitais:
São Paulo

Belo Horizonte

Porto Alegre

Fortaleza

Manaus

Curitiba

Belém

Goiânia

Campo Grande

Natal

João Pessoa
João Pessoa

Cuiabá

Aracaju

Porto Velho

Palmas

Veja , abaixo, as 11 capitais que elegeram seus prefeitos no 1º turno:
São Luís (MA): Eduardo Braide (PSDB) – reeleito
Vitória (ES): Lorenzo Pazolini (Republicanos) – reeleito
Recife (PE): João Campos (PSB) – reeleito
Salvador (BA): Bruno Reis (União Brasil) – reeleito
Maceió (AL): JHC (PL) – reeleito
Rio Branco (AC): Tião Bocalom (PL) – reeleito
Macapa (AP): Dr. Furlán (MDB) – reeleito
Florianópolis (SC): Topázio Neto (PSD) – reeleito
Boa Vista (RR): Arthur Henrique (MDB) – reeleito
Rio de Janeiro (RJ): Eduardo Paes (PSD) – reeleito
Teresina (PI): Silvio Mendes (União Brasil)

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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