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Economia

PIB dos EUA cresce 1,1% e mostra desaceleração no 1º trimestre

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Economia americana havia crescido a um ritmo de 2,6% no quarto trimestre. Economistas consultados pela Reuters previam avanço de 2%. Pedidos de auxílio-desemprego caem. O crescimento econômico dos Estados Unidos desacelerou mais do que o esperado no primeiro trimestre, apesar do aumento nos gastos do consumidor, e a atividade deve se moderar ainda mais à medida que os efeitos da taxa de juros mais alta se espalham.
O Produto Interno Bruto cresceu a uma taxa anualizada de 1,1% no último trimestre, informou o Departamento de Comércio em sua primeira estimativa para o PIB do primeiro trimestre, nesta quinta-feira.
A economia havia crescido a um ritmo de 2,6% no quarto trimestre. Economistas consultados pela Reuters previam avanço do PIB a uma taxa de 2,0%.
Apesar da desaceleração, que refletiu principalmente o investimento fraco em estoques, o Federal Reserve está a caminho de aumentar a taxa de juros em mais 25 pontos-base na próxima semana. O Fed elevou sua taxa básica em 475 pontos desde março passado, do nível próximo a zero para a faixa atual de 4,75% a 5,00%.
Embora a economia não estivesse em recessão no último trimestre, o cenário agora é muito diferente.
As condições de crédito se tornaram mais rígidas após a recente turbulência no mercado financeiro, que, juntamente com o ciclo de aumento mais rápido dos juros pelo Fed desde a década de 1980, aumentou os riscos de uma desaceleração na segunda metade do ano.
Após os ganhos de janeiro, que os economistas atribuíram ao clima excepcionalmente ameno e às dificuldades de ajustar os dados às flutuações sazonais, os relatórios econômicos apontaram um tom mais fraco, com queda das vendas no varejo em fevereiro e março.
Ainda assim, os gastos do consumidor cresceram a uma taxa mais rápida no período de janeiro a março do que o ritmo de 1,0% registrado no quarto trimestre. Os gastos do consumidor, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, estão sendo sustentados por um mercado de trabalho apertado, caracterizado por uma taxa de desemprego de 3,5%.
Um relatório separado do Departamento do Trabalho nesta quinta-feira mostrou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego diminuíram em 16.000 na semana encerrada em 22 de abril, para 230.000 em dado com ajuste sazonal.
Economistas esperavam 248.000 pedidos na última semana. Embora as solicitações, que aumentaram desde março, permaneçam bem abaixo dos níveis que poderiam levantaram alarme sobre o mercado de trabalho, o acesso reduzido ao crédito para empresas e famílias deve prejudicar a demanda e, em última análise, o emprego.
Apesar dos problemas que pairam sobre a economia, alguns economistas esperam que uma recessão seja evitada. Eles observaram que os temores de uma desaceleração estavam derrubando os preços de commodities como o petróleo, o que poderia ajudar a reduzir as pressões de custo para as empresas e beneficiar a economia como um todo.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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