Connect with us

Política

Políticos repercutem saída de Biden da corrida presidencial dos EUA

Published

on

Lideranças políticas dos EUA e do Brasil avaliaram o anúncio da retirada da candidatura de Joe Biden à reeleição. Atual presidente dos EUA anunciou apoio à candidatura de Kamala Harris. Imagem do presidente dos EUA, Joe Biden, em entrevista durante coletiva no dia 11 de julho de 2024, em Washington. O presidente Joe Biden desistiu da corrida para a Casa Branca neste domingo (21).
AP Photo/Jacquelyn Martin
Políticos se manifestaram neste domingo (21) sobre o anúncio da retirada da candidatura de Joe Biden à reeleição para presidente dos Estados Unidos.
Em comunicado nas redes sociais, Biden disse acreditar que a desistência da disputa pela Casa Branca é do “melhor interesse do meu partido e do país”. O presidente americano também declarou apoio à candidatura de Kamala Harris, atual vice-presidente dos EUA.
A saída de Joe Biden da corrida presidencial americana ocorreu após uma série de pressões do partido e de parte do eleitorado, que tiveram início com o mau desempenho do ex-candidato em um debate contra Donald Trump.
Filiado ao Partido Republicano e adversário do governo Biden, o presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Mike Johnson, pediu a renúncia do presidente americano.
“Se Joe Biden não está apto para concorrer à Presidência, ele não está apto para servir como presidente. Ele deve renunciar ao cargo imediatamente. O dia 5 de novembro não pode chegar em breve”, disse.
Lideranças democratas aliadas a Biden fizeram elogios ao atual presidente dos EUA e agradecimentos a Biden por sua “liderança”.
Líder do Partido Democrata na Câmara americana, o deputado Hakeem Jeffries chamou Biden de um dos “líderes mais talentosos e importantes da história americana”. Na mesma linha, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi afirmou que Joe Biden é um “americano patriota que sempre colocou o nosso país em primeiro lugar”.
Numa rede social, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, agradeceu a Biden por seu trabalho. O democrata também disse que o atual presidente dos EUA “ficará para a história como um dos mais impactantes e altruístas”.
A ministra do Planejamento do Brasil, Simone Tebet, avaliou a decisão de Biden como uma “demonstração de grandeza política” e uma sinalização de que os “democratas precisam de um fato novo para enfrentar o conservadorismo extremista que ameaça o mundo”.
Confira abaixo a repercussão da saída de Joe Biden da disputa à Casa Branca:
governador da Califórnia, Gavin Newsom:
“O presidente Biden tem sido um presidente extraordinário e que fez história – um líder que lutou arduamente pelos trabalhadores e apresentou resultados surpreendentes para todos os americanos. Ele ficará para a história como um dos presidentes mais impactantes e altruístas. Obrigado, Joe Biden”.
ministra do Planejamento do Brasil, Simone Tebet:
“Política não é personalismo, mas, sim, serviço a favor das ideias e valores. Biden dá demonstração enorme de grandeza política ao compreender que os democratas precisam de um fato novo para enfrentar o conservadorismo extremista que ameaça o mundo. Que os Democratas tenham o mesmo altruísmo e sabedoria na escolha para confrontar o extremismo”.
presidente da Embratur e ex-deputado federal, Marcelo Freixo:
“Decisão de Joe Biden de desistir da reeleição carrega um importante simbolismo: nenhum projeto pessoal pode estar acima da construção de uma maioria eleitoral que preserve a democracia. Foi assim no Brasil e na França, será assim nos EUA. Aqui, o campo democrático precisa manter-se unido, não podemos vacilar”.
ministro do Desenvolvimento Agrário do Brasil, Paulo Teixeira:
“Urgente: Biden desiste de ser candidato a presidente dos EUA. Nova convenção escolherá o novo candidato dos Democratas. Grande decisão para derrotar a extrema direita norte americana”.
presidente da Câmara dos Deputados americana, Mike Johnson:
“Nesta conjuntura sem precedentes na história americana, devemos ser claros sobre o que acabou de acontecer. O Partido Democrata forçou o candidato democrata a sair das urnas, pouco mais de 100 dias antes da eleição.
Tendo invalidado os votos de mais de 14 milhões de americanos que escolheram Joe Biden para ser o candidato democrata à Presidência, o autoproclamado ‘Partido da Democracia’ provou exatamente o contrário.
As perspectivas do partido não são melhores agora com a vice-presidente Kamala Harris, que é coproprietária dos desastrosos fracassos políticos da administração Biden. Como a segunda no comando, Harris tem sido uma cúmplice alegre – não só na destruição da soberania, segurança e prosperidade americanas, mas também no maior encobrimento político da história dos EUA. Ela sabe há tanto tempo quanto qualquer pessoa sobre a incapacidade dele de servir.
Independentemente do caos na atual Casa Branca, os nossos adversários em todo o mundo devem ser lembrados de que o Congresso dos EUA, os militares dos EUA e o povo americano estão totalmente preparados e empenhados em defender os nossos interesses, tanto a nível interno como no estrangeiro.
Se Joe Biden não está apto para concorrer à Presidência, ele não está apto para servir como presidente. Ele deve renunciar ao cargo imediatamente. O dia 5 de novembro não pode chegar em breve”.
líder do Partido Democrata na Câmara americana, deputado Hakeem Jeffries:
“O presidente Joe Biden é um dos líderes mais talentosos e importantes da história americana. Em menos de um mandato, ele resgatou a nação de uma pandemia histórica, recuperou a economia da beira da recessão, promulgou leis importantes para os americanos comuns e salvou a nossa democracia ao derrotar o Insurrecionista-chefe. A América é um lugar melhor hoje porque o presidente Joe Biden nos liderou com intelecto, graça e dignidade. Somos eternamente gratos”.
ex-presidente da Câmara dos Deputados dos EUA Nancy Pelosi:
“O presidente Joe Biden é um americano patriota que sempre colocou o nosso país em primeiro lugar. O seu legado de visão, valores e liderança fazem dele um dos presidentes mais importantes da história americana.
Com amor e gratidão ao Presidente Biden por sempre acreditar na promessa da América e dar às pessoas a oportunidade de alcançarem a sua realização. Deus abençoou a América com a grandeza e a bondade de Joe Biden”.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados