Política
Por que PIB não é o indicador que mais influencia eleitor, segundo economistas
Economia brasileira cresceu 1% nos primeiros três meses de 2022, em comparação com o quarto trimestre de 2021, segundo o IBGE Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, em imagem de arquivo
Antonio Cruz/Agência Brasil
A economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre de 2022, em comparação com os três últimos meses de 2021, informou nesta quinta-feira (2/6) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Na comparação com igual período do ano anterior, o PIB (Produto Interno Bruto) apresentou crescimento de 1,7%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 2,249 trilhões.
O resultado era esperado por analistas. Segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, o crescimento traduz resultados positivos impulsionados pela reabertura econômica e uma recuperação do mercado de trabalho, somados à valorização das commodities no cenário global.
A retomada é impulsionada pelo setor de serviços, que cresceu 1% no primeiro trimestre de 2022, segundo o IBGE.
Veja 5 fatores que explicam o resultado do PIB e 5 freios para 2022 e 2023
‘Tá difícil pra arrumar emprego, tá difícil até pra viver’: população mais pobre não sente recuperação do PIB
Variação trimestral do PIB desde 2017
Arte g1
Mas, de acordo com cientistas políticos e economistas, a divulgação do dado não deve ter grande impacto na decisão de voto do eleitorado brasileiro.
Isso porque, segundo os especialistas, o resultado positivo do PIB nem sempre está alinhado com uma sensação positiva e otimista em relação à economia entre a população. Outros fatores, como a alta da inflação e as taxas de desemprego, podem pesar muito mais no momento em que o brasileiro vai à urna.
Puxada pelo valor de alguns alimentos e dos combustíveis, a inflação oficial de preços no Brasil alcançou 12,13% em maio, no acumulado dos últimos 12 meses, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
“Na minha experiência, o crescimento do PIB em um patamar como esse demora a refletir em uma sensação positiva na opinião pública. Especialmente porque o crescimento é normalmente observado de forma heterogênea entre as diferentes regiões e setores da população”, diz Mauricio Moura, presidente do Instituto Ideia e professor da Universidade George Washington, nos EUA.
População mais pobre não sente recuperação do PIB
Segundo o doutor em economia e política, a maior parte do eleitorado não está atenta à divulgação de índices macroeconômicos, mas sim à forma como a economia afeta seu dia a dia.
“As pessoas estão lidando com a dificuldade de pagar contas, encontrar emprego e sobreviver – e muitas vezes não entendem como os dados de crescimento que veem na televisão podem dialogar com a perda de renda que observam no seu dia a dia”, afirma Moura.
Rodolfo Margato, economista da XP, pondera que o cenário macroeconômico atual produz sinais mistos para a percepção do consumidor e do trabalhador.
“Por um lado, observamos um crescimento da confiança dos consumidores e dos empresários na economia no período recente, o que está diretamente relacionado ao melhor desempenho do PIB e a uma melhora no mercado de trabalho”, diz o especialista.
“Mas tem o outro lado da história: uma inflação bastante elevada, que acaba machucando o sentimento econômico da população”, complementa Margato.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e citado pelo especialista, avançou 2,9 pontos de abril para maio deste ano. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador, que atingiu 97,4 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde outubro de 2021 (100,4 pontos).
Quando se trata do mercado de trabalho, o principal índice de avaliação é a taxa de desemprego. Segundo a última divulgação do IBGE, de 31 de maio, a taxa caiu para 10,5% no trimestre encerrado em abril, para o menor nível desde 2016. Mas a falta de trabalho ainda atinge 11,3 milhões de brasileiros.
O que está por trás do crescimento da economia?
De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, houve queda na Agropecuária (-0,9%), mas estabilidade na Indústria (0,1%) e elevação dos Serviços (1%) no primeiro trimestre de 2022.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços caíram 4,6% em relação ao quarto trimestre de 2021.
Segundo Margato, os maiores fatores que impulsionam a alta do PIB são a reabertura econômica após a pandemia, a valorização das commodities no cenário global e a recuperação do mercado de trabalho.
“O primeiro fator por trás desse crescimento, e talvez o mais importante, é a reabertura econômica com o benefício adicional da flexibilização mais recentes de medidas restritivas contra à covid-19, como a não obrigatoriedade do uso de máscara em locais fechados, especialmente nas áreas de varejo e lazer”, diz o economista.
Ao mesmo tempo, os patamares bastante elevados de preços de commodities no mercado global têm beneficiado o Brasil, que é um grande exportador líquido de commodities como a soja e o minério de ferro.
“Há um impacto direto sobre os setores que exportam commodities, como o agronegócio e o extrativismo mineral. A rentabilidade maior acaba ainda transbordando para outras atividades, como comércio e serviços.”
Por fim, Margato explica que com a reabertura da economia, muitas atividades e serviços que são intensivos em mão de obra passaram a contratar mais nos últimos meses.
“É verdade que em termos de salário médio os níveis ainda estão relativamente baixos, ainda muito aquém do que observávamos antes da pandemia, mas há sinais inequívocos de uma recuperação sólida do emprego”, diz.
A previsão da XP é de que a tendência de crescimento da economia se mantenha também no segundo semestre. No entanto, a partir do 3º trimestre, a consultoria espera uma queda como consequência da desaceleração da demanda doméstica e da elevação da taxa de juros.
Inflação e defasagem salarial
Para a professora de Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Maria do Socorro Braga, apesar da notícia boa em relação ao crescimento da economia, o impacto da inflação no poder de compra e a defasagem salarial são dois fatores percebidos com mais intensidade pelo eleitor atualmente do que os números do PIB.
“Do ponto de vista do comportamento eleitoral, o voto pode ser bastante influenciado pela economia, ainda mais em um ano como esse, após uma pandemia”, diz. “Mas a divulgação do indicador pelo IBGE afeta apenas as camadas mais atentas e que têm amplo conhecimento do que o PIB significa para a economia. Em um contexto de inflação de dois dígitos, o que a maior parte das pessoas percebe mesmo é o seu poder de compra sendo corroído.”
Nesse contexto, segundo Braga, a candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição é a mais prejudicada, já que a população tende a atribuir o atual cenário econômico ao líder incumbente.
“Não é esse crescimento do PIB no primeiro trimestre que vai gerar grandes mudanças nas pesquisas eleitorais. A não ser, é claro, que junto com isso sejam lançadas novas políticas econômicas que venham a reduzir o desemprego e a inflação e a aumentar o poder de compra em pouquíssimo tempo”, diz.
A mais nova pesquisa eleitoral FSB/BTG, divulgada em 30 de maio, aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto no primeiro turno, à frente de Bolsonaro, com 32%.
Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB) e André Janones (Avante) tiveram 9%, 2% e 1% das intenções, respectivamente. Os demais não pontuaram.
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‘Reeleição é sobre economia’
Uma pesquisa Datafolha realizada entre 25 e 26 maio mostrou que a maioria dos brasileiros considera que a economia será determinante para definir seu voto na eleição de outubro.
Entre os entrevistados, 53% consideram que a situação econômica está tendo “muita influência” na sua decisão de voto.
Somados aos que acham que a economia tem “um pouco de influência” (24%) nessa escolha, a importância do tema atinge 77% —enquanto 21% não veem influência alguma.
“É um clichê, mas as reeleições são decididas por desempenho econômico”, diz Mauricio Moura. “O Brasil teve vários presidentes eleitos ou reeleitos por influência da economia”.
No cenário atual, a percepção da situação econômica pela população ajuda a explicar o desempenho de Jair Bolsonaro nas pesquisas. Segundo o Datafolha, entre março e maio, subiu de 46% para 52% a parcela de quem considera que sua situação econômica piorou nos últimos meses.
Entre os eleitores do atual presidente, a possibilidade de uma mudança de voto devido a uma piora da economia é cerca de dez pontos percentuais maior do que entre os simpatizantes do ex-presidente Lula.
Se a inflação aumentar, por exemplo, 32% dos eleitores do presidente podem mudar o voto, segundo a pesquisa. Entre os de Lula, são 23%.
“O levantamento do Datafolha ajuda explicar as razões porque, pela primeira vez, um incumbente começa o ano eleitoral sem conseguir reverter sua posição de desvantagem”, diz Maria do Socorro Braga.
Se não vencer, Bolsonaro será o primeiro presidente a não se reeleger entre todos os que puderam concorrer, desde a redemocratização, a um segundo mandato.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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