Economia
Preço de venda de imóveis residenciais tem alta de 0,30% em janeiro, aponta FipeZap
Das 50 cidades monitoradas, 43 registraram aumento nos preços; dentre as 16 capitais analisadas, somente Vitória (ES) registrou queda. Centro de Vitória, no Espírito Santo, única das 16 capitais monitoradas pelo FipeZap+ que registrou recuo no preço médio de imóveis residenciais em janeiro
Fernando Madeira/ Rede Gazeta
O preço de venda de imóveis residenciais teve alta de 0,30% em janeiro, aponta o levantamento do índice FipeZAP+ divulgado nesta quinta-feira (2).
O aumento ficou acima do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), indicador considerado a inflação do aluguel, que em janeiro foi de 0,21%, mas abaixo da prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), indicador considerado a inflação oficial do país, que ficou em 0,55% no mês.
De acordo com o FipeZap+, houve aumento do preço médio do metro quadrado (m²) em 43 das 50 cidades monitoradas – das 16 capitais incluídas, apenas Vitória, no Espírito Santo, registrou recuo no mês.
Alta acima da inflação no acumulado em 12 meses
O índice FipeZap+ acumulado em 12 meses ficou 5,91% em janeiro, superando a inflação medida tanto pelo IGP-M (3,79%) quanto pelo IPCA-15 (5,80%).
Dentre as 50 cidades monitoradas, somente Canoas, no Rio Grande do Sul, registrou queda no preço médio de venda dos imóveis residenciais – lá, o índice acumulado em 12 meses recuou em 0,67%.
Dentre as capitais, a que apresentou a menor alta no preço médio foi Brasília, enquanto a maior alta foi observada em Goiânia.
Além de Brasília, somente Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo registraram aumento abaixo do índice geral.
Veja abaixo a variação acumulada em 12 meses em cada uma das 16 capitais monitoradas:
Brasília (DF): 0,65%
Rio de Janeiro (RJ): 2,13%
Porto Alegre (RS): 2,39%
São Paulo (SP): 4,86%
Salvador (BA): 5,96%
Belo Horizonte (MG): 6,69%
Manaus (AM): 7,38%
Fortaleza (CE): 8,30%
João Pessoa (PB): 10,69%
Florianópolis (SC): 10,95%
Recife (PE): 11,58%
Maceió (AL): 12,61%
Curitiba (PR): 12,92%
Campo Grande (MS): 13,52%
Vitória (ES): 18,61%
Goiânia (GO): 20,06%
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Balneário Camboriú registra o m² mais caro
Ainda segundo o FipeZap+, o preço médio do metro quadrado calculado para as 50 cidades monitoradas foi de R$ 8.339/m².
O mais caro foi observado em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde chegou a R$ 11.534. Já Betim, em Minas Gerais, foi o município com o m² mais barato, de R$ 3.598.
Dentre as 16 capitais, Vitória foi a que apresentou o valor mais caro do m², seguida por São Paulo e Rio de Janeiro. No lado oposto, Campo Grande foi a capital com o m² mais barato em janeiro, de R$ 5.305.
Veja abaixo o valor médio do m² em casa uma das 16 capitais monitoradas:
Campo Grande (MS): R$ 5.305,00
João Pessoa PB: R$ 5.463,00
Salvador BA : R$ 5.560,00
Manaus AM: R$ 5.877,00
Goiânia GO: R$ 6.259,00
Porto Alegre: R$ 6.543,00
Fortaleza CE: R$ 6.853,00
Maceió AL: R$ 7.181,00
Recife PE : R$ 7.261,00
Belo Horizonte MG : R$ 7.654,00
Curitiba PR : R$ 8.548,00
Brasília D F : R$ 8.797,00
Rio de Janeiro: R$ 9.589,00
Florianópolis SC: R$ 9.690,00
São Paulo SP : R$ 10.226,00
Vitória ES: R$ 10.444,00
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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