Connect with us

Política

Preço dos alimentos, relação com evangélicos, comunicação: as apostas do governo para tentar melhorar a popularidade

Published

on

Resultados das últimas pesquisas incomodaram Lula, que reconheceu que o governo está aquém da expectativa gerada na campanha eleitoral de 2022. Datafolha registrou empate técnico entre aprovação e reprovação de Lula. Ana Flor: Lula aciona ministros e adota estratégias de olho na popularidade
Com a piora da avaliação do governo em diferentes pesquisas de opinião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus ministros apostam em uma série de ações para recuperar popularidade ao longo do ano.
Lula e auxiliares têm discutido as últimas pesquisas de avaliação, cujos resultados têm incomodado o presidente, que reconheceu que o governo está aquém da expectativa gerada na campanha eleitoral de 2022.
Pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (21), que seguiu a tendência das pesquisas Quaest e Ipec, registrou empate técnico entre aprovação (35%) e reprovação (33%) do governo.
Em relação ao Datafolha de dezembro de 2023, a avaliação positiva do governo oscilou três pontos percentuais para baixo. Já a reprovação oscilou três pontos positivamente. O percentual dos que consideram o governo regular se manteve estável (30%).
Algumas das principais frentes do governo são:
Reforço da comunicação digital do governo;
Execução dos programas anunciados
Redução do preço dos alimentos
Aproximação com setores do agronegócio
Administração da relação com evangélicos
Veja abaixo:
Entregar programas anunciados
Ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta afirmou a jornalistas que o governo não prepara gestos específicos para determinados públicos a fim de recuperar a aprovação.
“Nós entendemos que a política pública para todos e muda a percepção das pessoas como um todo”, afirmou.
Pimenta acredita em uma melhora geral na avaliação do governo nos próximos meses conforme os programas já anunciados sejam executados. Uma das principais apostas é o “Pé-de-meia”, que irá fornecer incentivo financeiro para estudantes do ensino médio.
Pelo programa, o governo pagará até R$ 9,2 mil aos estudantes que concluírem os estudos. A a expectativa é a de que o programa atenda cerca de 2,5 milhões de alunos.
O Planalto também conta com o impulso na economia e na geração de empregos com as obras do Novo PAC, o programa de infraestrutura do governo federal, que prevê investimentos de R$ 1,6 trilhão nos próximos anos em rodovias, ferrovias, apartamentos, creches, escolas, unidades de saúde e outros.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, já admitiu que muitas das obras previstas, como creches e policlínicas, demoram a sair do papel por conta de etapas burocráticas para contratação dos serviços ou problemas de projetos, porém acredita que áreas como habitação terão bom desempenho em 2024.
Lula se reúne com ministros para discutir alta no preço dos alimentos
Comunicação nas redes
Há uma percepção no Planalto de que o governo não acertou ainda em comunicar as ações desenvolvidas ao longo do mandato e dos índices positivos da economia, a exemplo da alta do PIB (2,29%), da inflação controlada, do dólar estável na faixa de R$ 5 e da geração de empregos.
O governo aposta em ajustes na estratégia de comunicação, em especial na internet. Uma das preocupações é a disputa de narrativas com a extrema-direita.
Lula se reuniu recentemente com o publicitário Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha em 2022, e o sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi. Após o encontro, o presidente fez postagens informais nas redes sociais, como um vídeo correndo de bermuda e regata no Palácio da Alvorada.
Ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Paulo Pimenta afirmou a jornalistas que a contratação de agências que atuarão na comunicação digital do governo permitirá a distribuição de conteúdo direcionado para públicos de perfis distintos, selecionados por renda, idade, região e outros filtros.
Interlocutores da Secom reclamam que a pasta não tem dinheiro e estrutura para executar essa política digital. A licitação, com gasto estimado de R$ 200 milhões e que deve ser concluída nos próximos meses, contratará quatro agências.
Integrantes do governo, segundo fontes, acreditam que as agências ajudarão o a monitorar o que as pessoas pensam no ambiente virtual, em especial nos temas mais sensíveis, a exemplo da pauta de costumes. A ideia é, também, abastecer influenciadores parceiros com conteúdo baseado na pauta do dia.
Leia também:
Com queda na popularidade, Lula reúne ministros
Em meio a queda na popularidade, Lula diz a ministros que governo vai ‘ter que fazer muito mais’
Datafolha: comparação do governo Lula com outros presidentes
Preço dos alimentos
O governo mapeou que parte da insatisfação registrada nas pesquisas se deve a alta do preço dos alimentos.
Alimentação e bebida foi um dos grupos cujos preços subiram em fevereiro, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A alimentação no domicílio teve alta forte (1,12%), por influência das temperaturas mais elevadas neste início de ano e um maior volume de chuvas que prejudica a safra de produtos, segundo o IBGE. Subiram os preços da cebola (7,37%), da batata-inglesa (6,79%), das frutas (3,74%), do arroz (3,69%).
Os ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Carlos Fávaro (Agricultura) atribuíram o problema a questões climáticas que atrapalharam a produção, em especial de arroz, e preparam ações para a próxima safra (2024-2025).
Após reunião com Lula, os ministros projetaram que, com o avanço da colheita de arroz, os preços tendem a reduzir já no mês de abril. O governo também terá medidas para incentivar o cultivo de arroz, feijão, trigo, milho e mandioca em diferentes regiões do país, a fim de descentralizar a produção e aumentar a oferta de produtos que compõem a dieta básica das famílias.
Agronegócio
Na tentativa de superar resistências do agronegócio, setor que apoio Bolsonaro de forma majoritária, Lula começou a organizar encontros com representantes do setor na Granja do Torto, residência de campo da Presidência da República em Brasília. O primeiro encontro aconteceu na quinta-feira (21), com o setor de fruticultura e produção de sucos.
Houve uma reunião de trabalho mais formal, em que representantes do setor sentaram-se à mesa com o presidente, ministros e outros auxiliares do governo. Em seguida, foi servido um churrasco aos participantes. A Granja do Torto era muito utilizada por Lula nos dois primeiros mandatos como um espaço de confraternização com parlamentares.
O governo planeja fazer esses encontros a cada 15 dias. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, Lula deve se reunir com produtores de algodão, carne, celulose e café.
“Certamente, ao final do mandato, eu quero garantir que a imensa maioria dos produtores, independentemente em quem vão votar em 2026, vão reconhecer que terá sido um grande governo para a agropecuária brasileira”, afirmou Fávaro após o encontro de quinta.
“Se não estamos em um nível de paixão total, já há um grande reconhecimento porque muito dos temores plantados na campanha eleitoral eram mentiras, eram fake news”, acrescentou o ministro.
Evangélicos
Lula não pretende no momento fazer um aceno específico aos evangélicos, segmentos da população em que o presidente tem rejeição mais alta e que a posição conservadora nos costumes diverge de pautas dos partidos de esquerda.
Lula disse durante a reunião ministerial da última segunda-feira (18) que é cobrado para falar com pastores e lideranças evangélicas, algo que já fez no passado. Mas, para ele, o problema não é esse, já o governo precisa combater as fake news que impactam esse segmento da população.
A aproximação com esse grupo se dá no Congresso Nacional. Durante a semana, houve uma reunião do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, com a bancada evangélica na Câmara. Após o encontro, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que os evangélicos querem ser ouvidos pelo governo na construção de políticas. Guimarães defendeu que o pedido da bancada é cabível.
Em paralelo, o governo busca não reagir de forma incisiva à pauta conservadora aprovada por deputados e senadores: como a PEC das drogas, PEC das igrejas e o projeto de lei que acaba com as saídas temporárias nos presídios. Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), já manifestou que é contrário ao veto integral de Lula no projeto das saidinhas, recém-aprovado.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados