Economia
Presidente da CCJ não vai atrasar sabatina mesmo se indicado de Lula ao STF desagradar aos senadores
PT quer Messias; ministros do STF e Senado apoiam Pacheco
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA) , afirmou que não tem a intenção de atrasar a sabatina do indicado por Lula ao STF mesmo se o escolhido desagradar aos senadores.
No Senado, o nome favorito para a vaga de Luiz Roberto Barroso é o do ex-presidente do Congresso e senador Rodrigo Pacheco (União-AP). Mas nos bastidores, no momento, as maiores chances são do advogado-geral da União, Jorge Messias, bem próximo de Lula.
“Não é minha forma de atuar. Quando o presidente escolher é o nome chegar à CCJ, vamos pautar a sabatina”, disse Alencar ao blog.
Lula tem a prerrogativa da indicação e cabe ao Senado Sabatinar na CCJ e aprovar o nome em plenário.
A importância da comissão no processo ganhou notoriedade quando Davi Alcolumbre, então no comando da CCJ, atrasou por semanas a sabatina de André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro.
Neste momento, Barroso nem ainda formalizou a saída do STF e já há pressões e corrida por nomes.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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