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Economia

Presidente da Comissão Europeia diz que acordo Mercosul-UE deve ser concluído até o fim do ano

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Para Ursula von der Leyen, acordo vai gerar maior confiança nas relações comerciais, mais investimentos e expansão das empresas. Ela visitou Brasília nesta segunda, se reuniu com Lula e, depois, com empresários. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta segunda-feira (12) que o acordo Mercosul- União Europeia deve ser concluído ainda em 2023. Segundo Ursula, esse prazo foi discutido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De passagem por Brasília, von der Leyen se reuniu com Lula no Palácio do Planalto. Depois, participou de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI).
“Agora finalmente estamos próximos da linha de chegada, acho que é o momento de cruzar a linha de chegada. O presidente Lula e eu nos comprometemos em concluir o acordo o quanto antes, mais tarda até o final do ano. Esse acordo traz benefícios, dará às empresas oportunidades de expansão”, afirmou.
A declaração foi feita durante um evento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com empresários em Brasília. Segundo Ursula Von der Leyer, a União Europeia tem interesse em três campos de atuação:
Crescimento limpo
Dimensão humana da revolução digital
Comercial internacional
Aos empresários e representantes da indústria, von der Leyen disse ainda que a redução das emissões de carbono na atmosfera é um “imperativo” da transição energética limpa. Ela também elogiou o compromisso assumido pelo presidente Lula de desmatamento zero até 2030 e destacou que a Europa está disposta a contribuir com práticas sustentáveis. Enfatizou que “juntos podemos acelerar a transição para o nosso futuro verde e digital. ”
Antes do evento, a representante do bloco europeu se encontrou com o presidente Lula e anunciou cerca de R$ 100 milhões para o Fundo Amazônia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Palácio do Planalto.
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Guerra na Ucrânia
Ursula Von der Leyer, aproveitou a ocasião para criticar a invasão russa na Ucrânia.
“É claro que queremos a paz, mas tem que ser uma paz justa, tem que ser uma paz que respeite os princípios da carta das Nações Unidas, a soberania e integridade territorial de todos os países.
Ao comentar a guerra, Ursula citou a crise energética que a Europa enfrenta desde o começo do conflito, já que a Rússia é fornecedora de gás para o continente. Como a Rússia sofre sanções do Ocidente, em razão da guerra, o fornecimento foi prejudicado.
Presidente da Comissão Europeia pede calma no Kosovo
“Por muito tempo a Europa foi dependente energia de um país pouco confiável. Tentaram nos chantagear, a Rússia cortou o gás durante 8 meses. Nos libertar das dependências da Rússia teve um preço elevado, mas valeu a pena”, disse von der Leyen.
“Em tempos de riscos crescentes, devido a guerra e alteração climática, todos temos que reduzir os riscos. E para isso precisamos de parceiros confiáveis e amigos que compartilham nossos valores”, completou.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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