Política
Processo sobre cassação do governador de Roraima completa um ano parado no TSE
TSE suspende julgamento de recurso contra cassação de governador de Roraima e vice
O processo sobre a cassação do mandato do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), e do vice Edilson Damião (Republicanos), completa nesta quarta-feira (13) um ano parado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão de pautar o assunto é da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. Ainda não há data para a retomada do julgamento (relembra acima quando o processo foi suspenso).
Denarium teve o mandato cassado quatro vezes no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR) por crimes eleitorais nas eleições de 2022, ano em que foi reeleito para o cargo. Uma delas foi anulada no próprio TRE-RR (entenda mais abaixo). As outras três tramitam no TSE — uma começou a ser julgada, mas foi suspensa há um ano.
💡 Entenda: O governador permanece no cargo porque ainda há recursos pendentes de julgamento no TSE. Esses recursos têm efeito suspensivo, o que significa que a decisão de cassação não pode ser executada até que o TSE, última instância da Justiça Eleitoral, analise e decida de forma definitiva sobre o caso. O mandato atual do governador vai até 31 de dezembro de 2026.
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Para que o processo volte a julgamento, é necessário que seja pautado pela ministra Carmén Lúcia. Questionado sobre o motivo da demora para julgar o processo e se há uma previsão para que ele seja pautado, o TSE não respondeu. A Corte enviou apenas um passo a passo para a consulta pública do processo por meio do Processo Judicial eletrônico (PJe). O gabinete da ministra também foi procurado, mas não enviou resposta até a última atualização.
LEIA TAMBÉM:
1ª cassação
2ª cassação
3ª cassação (esta é a que iniciou o julgamento e foi suspensa no TSE)
4ª cassação
Procurada pelo g1, a assessoria do governador não respondeu até a publicação da reportagem. À época, a defesa negou irregularidades, disse que os programas sociais e repasses seguiram a lei, sem caráter eleitoreiro ou autopromoção, e que “não havia provas de ilícitos”.
Governador de Roraima, Antonio Denarium (PP).
Samantha Rufino/g1 RR
Processo parado
O processo que teve julgamento iniciado no TSE é referente à terceira cassação, ocorrida em janeiro de 2024 no TRE-RR. À época, ele foi cassado por abuso de poder político e econômico e foi declarado inelegível por 8 anos.
Denarium foi acusado de usar a máquina pública para praticar ações proibidas para agentes públicos durante o período eleitoral de 2022, com o objetivo de obter vantagens políticas na disputa, além do uso eleitoral de dois programas sociais: “Cesta da Família” e “Morar Melhor” (veja todas as acusações mais abaixo).
Com a decisão do TRE-RR, o caso foi levado ao TSE, que iniciou o julgamento do recurso da defesa do governador, mas suspendeu no dia 13 de agosto de 2024.
No dia, a ministra relatora Isabel Galloti chegou a ler o relatório. Além disso, os advogados de acusação e de defesa também apresentaram argumentos na sessão. No entanto, o julgamento foi suspenso logo depois em comum acordo pelos ministros.
O processo seria analisado novamente no dia 20 de agosto, mas foi retirado de pauta e adiado pela Corte. Desde então, está parado no TSE.
A última movimentação foi registrada no dia 10 de junho de 2025 pela relatora, após a coligação “Roraima Muito Melhor”, que entrou com a ação contra o governador, cobrar a retomada do julgamento no plenário.
Em uma intimação, a ministra explicou que “a inclusão do processo em pauta para julgamento é de competência da presidência do TSE” e que não havia providência a ser adotada por ela.
Quando o julgamento for retomado, o próximo passo será o voto da relatora. Caso não haja pedido de vista (mais tempo de análise), os ministros apresentam seus votos e Denarium pode ou não ser cassado definitivamente.
Parecer favorável da PGE
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) emitiu parecer favorável a todas as cassações, incluindo a que foi anulada pelo TRE-RR. Os quatro pareceres são assinados pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa.
O mais recente, referente ao quarto processo, foi emitido em 30 de abril de 2025. No documento, Espinosa afirma que houve abuso de poder político por parte do governador nas eleições de 2022, o que justifica a perda do mandato.
Ele se baseia em condutas julgadas em ações anteriores e consideradas graves, como: distribuição de cestas básicas em ano eleitoral, implementação de um programa de melhoria habitacional também no ano da eleição e a transferência irregular de recursos a municípios.
Relembre as quatro cassações
1ª cassação: Distribuição de cestas básicas
O governador foi cassado pela primeira vez em agosto de 2023. Ele foi acusado de criar e ampliar os programas sociais “Cesta da Família”, que distribuía cestas básicas, e o “Renda Cidadã”, um repasse financeiro mensal à famílias de baixa renda, para se promover nas eleições de 2022.
O primeiro processo foi ingressado pelo partido Avante, por meio do diretório regional em Roraima. O julgamento do Tribunal Regional Eleitoral chegou a ser adiado duas vezes após pedido de vista.
Antonio Denarium teve o mandato cassado por quatro votos favoráveis no TRE-RR. Contra ele também foi aplicada uma multa equivalente a mais de R$ 106 mil.
2ª cassação e anulação no TRE: Programa ‘Morar Melhor’
Denarium teve o mandato cassado pela segunda vez em dezembro de 2023 pelos juízes do TRE-RR. Nesse processo, ele foi acusado de executar reformas nas casas de eleitores roraimenses, por meio do programa “Morar Melhor”, também no ano eleitoral de 2022.
Neste processo, após a Justiça Eleitoral definir que ele perderia o cargo, a defesa recorreu e alegou divergência no voto do relator: ainda na fase processual, o relator substituto do titular votou por não cassar o governador. No entanto, no dia da votação em plenário, o juiz titular mudou o voto e opinou pela perda do mandato, e Denarium acabou cassado.
No dia 11 de março de 2024, ao julgar o recurso, o TRE anulou esta segunda cassação. No entanto, o partido MDB recorreu ao TSE. Nessa instância, se o TSE considerar o argumento do MDB, Denarium volta a ter o mandato cassado e perde o cargo.
À época, o Ministério Público Eleitoral (MPE) opinou pela anulação desse processo. No entanto, em abril de 2024, a PGE deu um parecer a favor da manutenção da cassação.
O procurador reconheceu que o TRE cometeu um erro quando houve a continuidade do julgamento com a mudança dos juízes relatores, mas entendeu que após o acolhimento do recurso e a alteração do voto do relator, “não houve maiores prejuízos à legalidade” do processo judicial.
Ele destacou ainda a gravidade dos crimes eleitorais que, para ele, justificam a cassação do mandato. Segundo o documento, o programa “Morar Melhor” não estava autorizado por lei específica para ser executado no ano eleitoral de 2022 e havia um uso promocional do programa.
3ª cassação: Programa “Morar Melhor” e outras acusações
Denarium foi cassado pela terceira vez em janeiro de 2024 também por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022 – é este caso que começou a ser julgado no TSE, mas parou há um ano.
No TRE-RR, o governador teve o mandato cassado por cinco votos a favor e dois contra. Os juízes também aplicaram uma pena de inelegibilidade por 8 anos.
A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) – processo usado para investigar e punir abusos cometidos durante o processo eleitoral no Brasil, também foi iniciada a pedido da coligação “Roraima Muito Melhor”. O vice-governador também foi cassado nessa ação. Entre as acusações desse processo estão:
Executar reformas nas casas de eleitores roraimenses, por meio do programa “Morar Melhor”, em 2022 — ano de eleição;
Distribuição de cestas básicas em ano eleitoral;
Transferência de R$ 70 milhões em recursos para municípios às vésperas do período vedado pela lei eleitoral;
Promoção pessoal de agentes públicos;
Aumento de gastos com publicidade institucional.
O processo é o único dos quatro que teve julgamento iniciado no TSE e chegou à Corte após o governador entrar com recurso contra a decisão do TRE-RR.
4ª cassação: Abuso de poder político e econômico
Da esquerda para a direita: vice-governador Edilson Damião (Progressistas) e o governador Antonio Denarium (PP).
Edilson Damião/Facebook/Reprodução/Arquivo
A quarta e mais recente cassação do mandato do governador ocorreu no dia 19 de novembro de 2024. Além dele, o vice-governador Edilson Damião (Republicanos) também foi cassado. Os dois foram cassados por seis votos a favor e um contra, pelo crime de abuso de poder político e econômico.
A Ação de Impugnação de Mandato Eletivo – processo usado para anular o mandato de um político que eleito, foi ingressada pela coligação “Roraima Muito Melhor”, que tinha como adversária de Antonio Denarium a ex-prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (MDB).
Nessa ação, o mandato do vice-governador Edilson Damião também foi cassado no TRE e declarado inelegível, assim como o governador. Os dois recorreram ao TSE contra a decisão.
Quem é Antonio Denarium?
Governador Roraima, Antonio Denarium, foi reeleito no primeiro turno em 2022.
Reprodução/Facebook/Arquivo
Antonio Oliverio Garcia de Almeida, conhecido como Antonio Denarium, nasceu em 1964 em Anápolis, no estado de Goiás. Filho de Valdivina e Olivério Almeida, é casado com Simone Denarium há mais de 15 anos e tem três filhos: Carolina, Gabriel e João Antônio.
Denarium não tem ensino superior, mas afirma ser especialista na área financeira pelos anos de atuação no segmento. Chegou a Roraima em 1991 para ser gerente titular de uma agência bancária. Em seguida, passou a empreender nos setores financeiro e agropecuário.
Em 2018, foi eleito pela primeira vez como governador de Roraima. À época das eleições, a principal proposta do empresário para alavancar o setor econômico do estado por meio do agronegócio — postura que mantém até hoje.
Antes de tomar posse em 2019, ele assumiu o comando do estado como interventor federal nomeado pelo então presidente Michel Temer (MDB) após Suely Campos (PP) ser afastada do cargo de governadora em meio à uma crise financeira do estado.
Denarium foi reeleito para o segundo mandato em 2022, com 163.167 dos votos, 56,47% do total de votos ainda no 1º turno. À época, ele derrotou nas urnas a principal adversária, a ex-prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (MDB), e outros três candidatos.
Em julho de 2025, ele disse em entrevista à Rádio CBN Boa Vista que vai se candidatar ao Senador Federal nas eleições de 2026. A ideia, segundo ele, é continuar o trabalho que tem feito desde que assumiu a gestão do estado.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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