Política
Quaest em Belém: Igor Normando (MDB) tem 42% e Delegado Eder Mauro (PL), 21%; veja detalhes
Prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL) e os candidatos Thiago Araújo (Republicanos) e Jefferson Lima (Podemos) estão tecnicamente empatados em terceiro lugar. Levantamento foi feito entre os dias 18 e 20 de setembro. Pesquisa intenção de voto estimulada – Fonte: Quaest
TV Liberal e g1
A pesquisa Quaest estimulada divulgada neste sábado (21) com as intenções de voto para prefeito de Belém mostra que Igor Normando (MDB) lídera as intenções de votos com 42%. Delegado Eder Mauro (PL) está em segundo lugar na pesquisa com 21%.
Ainda segundo a Quest, o prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL) e os candidatos Thiago Araújo (Republicanos) e Jefferson Lima (Podemos) estão tecnicamente empatados em terceiro lugar.
A pesquisa, encomendada pela TV Liberal, foi realizada presencialmente com 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 20 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número PA-02557/2024.
VEJA MAIS: Confira os dados completos da Quaest em Belém e quem são os mais bem avaliados por sexo, escolaridade religião e idade
Veja os números completos da pesquisa estimulada, aquela em que os nomes e o partido dos candidatos são apresentados aos eleitores, e ao lado o percentual da pesquisa anterior:
Igor Normando (MDB) – 42% (eram 21%)
Delegado Eder Mauro (PL) – 21% (eram 23%)
Edmilson Rodrigues (PSOL) – 11% (eram 15%)
Jefferson Lima (Podemos) – 6% (eram 14%)
Thiago Araújo (Republicanos) – 5% (eram 8 %)
Delegado Eguchi (PRTB) – 1% (eram 3%)
Raquel Brício (Unidade Popular – 0% (era 1%)
Well (PSTU) – 0% (eram 1%)
Ítalo Abati (Novo) – 0% (eram 1%)
Indecisos – 8% (eram 6%)
Branco, nulo ou não vai votar – 6% (eram 7%)
Candidatos à eleição 2024 em Belém em ordem alfabética
Reprodução
Com a margem de erro, Igor tem entre 39 e 45%. Já Delegado Eder Mauro (PL) tem entre 18 e 24% dos votos. Em agosto, Edmilson Rodrigues (PSOL) estava empatado com Igor no limite da margem de erro. Agora, em setembro, tem entre 8 e 14%, considerando a margem de erro.
Jefferson Lima (Podemos) tem entre 3 e 9%, com a margem de erro, enquanto que Thiago Araújo (Republicanos) tem entre 2 e 8%. Considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais, Edmilson Rodrigues, Jefferson Lima e Thiago Araújo estão tecnicamente empatados.
Também considerando a margem de erro, Delegado Eguchi (PRTB) tem de zero a 4%. Jefferson Lima, Thiago Araújo e Delegado Eguchi estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
Ítalo Abati (Novo), Raquel Brício (UP) e Well (PSTU)não pontuaram na atual pesquisa.
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Espontânea
A Quaest também pesquisou a intenção de votos espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados.
Veja abaixo os resultados das intenções de voto, e ao lado o percentual da pesquisa anterior:
Intenção de votos Belém – Espontânea – Fonte Quaest
TV Liberal e g1
Igor Normando (MDB) – 26% (eram 9%)
Delegado Eder Mauro (PL)- 14% (eram 9%)
Edmilson Rodrigues (PSOL) – 8% (eram 6%)
Thiago Araújo (Republicanos) – 3% (era 1%)
Jefferson Lima (Podemos) – 1% (era 1%)
Delegado Eguchi (PRTB) – 0% (era 1%)
Well (PSTU) – não pontuou (era 0%)
Indecisos – 47% (eram 72%)
Branco/Nulo/Não vai votar – 1% (era 1%)
No cenário de intenção de voto espontâneo, considerando a margem de erro, Igor (MDB) tem entre 23 e 29%.
Delegado Eder Mauro (PL) tem entre 11 e 17% com a margem de erro. Já Edmilson Rodrigues (PSOL) tem, com a margem de erro, entre 5 e 11%. Considerando a margem de erro, margem de error, Eder e Edmilson estão tecnicamente empatados.
Thiago Araújo (Republicanos) tem, se considerada a margem de erro, tem de 0 a 6%. Edmilson Rodrigues e Thiago Araújo estão tecnicamente empatados em intenções de voto espontâneas.
Jefferson Lima (Podemos) tem, com a margem de erro, de 0 a 4%. Thiago Araújo e Jefferson Lima estão tecnicamente empatados.
Delegado Eguchi (PRTB) agora foi citado, mas não pontuou. Well (PSTU) não foi citada.
1% dos eleitores disseram espontaneamente que devem votar branco, nulo ou que não pretendem votar em ambas pesquisas
Segundo turno
A Pesquisa Quaest também fez cenários de segundo turno entre os candidatos a prefeito de Belém.
No cenários de intenção de voto de segundo turno, Igor (MDB) aparece à frente de Delegado Eder Mauro (PL), Edmilson Rodrigues (PSOL) e Jefferson Lima (Podemos).
Veja os cenários:
Igor Normando X Delegado Eder Mauro
Igor Normando – 57%
Delegado Eder Mauro – 30%
Indecisos – 3%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 10%
Igor Normando X Edmilson Rodrigues
Igor – 66%
Edmilson Rodrigues – 15%.
Indecisos – 2%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 17%
Igor X Jefferson Lima
Igor- 60%
Jefferson Lima – 21%
Indecisos – 2%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 17%
Delegado Eder Mauro X Edmilson Rodrigues
Delegado Eder Mauro – 49%
Edmilson Rodrigues – 26%
Indecisos – 3%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 22%
Delegado Eder Mauro Xe Jefferson Lima
Os candidatos ficam tecnicamente empatados
Delegado Eder Mauro- 39%
Jefferson Lima- 36%
Indecisos – 3%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 22%
Edmilson Rodrigues X Jefferson Lima
Edmilson Rodrigues – 24%
Jefferson Lima – 48%
Indecisos – . 2%
Votariam nulo, em branco, ou não votariam – 26%
Decisão do voto
Quaest em Belém: Veja conhecimento, potencial de voto e rejeição dos candidatos
A Quaest ainda perguntou aos eleitores se a sua escolha de voto é definitiva ou ainda pode mudar até o dia 6 de outubro; e ao lado, o percentual da pesquisa anterior.
Para 38%, a escolha pode mudar (eram 52%)
Para 61%, a decisão é definitiva (eram 47%)
1% não soube ou não quis responder (era 1%)
Na análise de decisão do voto, quando os eleitores são perguntados se a escolha apontada no cenário estimulado é definitiva ou ainda pode mudar:
Entre eleitores de Igor Normando (MDB), 65% dizem que a escolha é definitiva (na anterior era 55%), e 36% dizem que podem mudar (na anterior era 44%).
Entre eleitores de Delegado Eder Mauro (PL), 66% afirmam que a escolha é definitiva (eram 49%); 34% podem mudar (eram 50%) .
Entre os eleitores de Edmílson Rodrigues (PSOL) , 68% dizem que a escolha é definitiva (eram 62%); 32% afirmam que ainda podem mudar (eram 36%).
Entre eleitores de Jefferson Lima (Podemos), 55% dizem que a escolha de voto é definitiva (eram 26%) enquanto 45%afirmam que ainda podem mudar (eram 72%).
Veja detalhes da primeira pesquisa Quaest em Belém
Veja os dados completos do 1ª levantamento feito pela Quaest em Belém e quem são os mais bem avaliados por sexo, escolaridade religião e idade
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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