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Política

Quaest: suposta camisa vermelha da seleção teve 90% de reações negativas em 2 dias

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Levantamento aponta que foram 24 milhões de menções sobre a cor do uniforme, com 43 milhões de visualizações. CBF disse em nota que as imagens que circulam ‘não são oficiais’. A repercussão nas redes sociais sobre uma suposta nova camisa vermelha da seleção brasileira viralizou nas redes sociais entre segunda-feira (28) e terça-feira (29) e teve 90% de comentários negativos, segundo análise da Quaest divulgada nesta terça. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) disse em nota que as imagens que circulam “não são oficiais”.
O levantamento aponta que a maioria dos internautas reagiu de forma crítica ou contrária à possibilidade de alteração nas cores tradicionais do uniforme, que são amarela, azul, verde e branca –as cores da bandeira do Brasil.
Levantamento da Quaest sobre suposta camisa vermelha da seleção brasileira.
Arte/g1
De acordo com a Quaest, do dia 28 de abril até as 19h do dia 29, foram 24 milhões de menções sobre a possível camisa vermelha da seleção brasileira com uma média de alcance de 43 milhões de visualizações. A média diária de menções é de 13 milhões.
A Quaest monitorou e coletou menções sobre o assunto de interesse nas principais redes sociais como X, Instagram, Facebook, Reddit, Tumblr e YouTube, além de sites de notícias.
Saiba mais:
Camisa vermelha da seleção brasileira de futebol vira briga política nas redes sociais
O levantamento diz que notícias sobre a possível nova camisa vermelha da seleção brasileira começaram a repercutir nas redes por volta das 13h desta segunda-feira, alcançando um um pico súbito de menções que seguiu até a terça à noite.
Segundo o blog da Andréia Sadi, a repercussão da camisa vermelha virou briga política nas redes sociais.
A patrocinadora de material esportivo da seleção não divulgou o visual do novo uniforme. Em nota divulgada na noite de terça-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afirmou que “as imagens divulgadas recentemente de supostos uniformes da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 não são oficiais” e que nem a entidade e “nem a Nike divulgaram formalmente detalhes sobre a nova linha da seleção”, que ainda será definida em conjunto com a patrocinadora.
Segundo o ge, a mudança veio a público na semana passada em publicação do site “Footy Headlines”, especializado em uniformes de futebol.
De acordo com a publicação, a camisa será vermelha e o calção será na cor preta. Haverá, também, o logotipo da Air Jordan, com a silhueta do lendário jogador de basquete americano Michael Jordan. O lançamento está previsto para março de 2026, meses antes da Copa que acontece nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
Imagem da camisa vermelha usada pela seleção brasileira de futebol em 1917 e a tradicional “amarelinha”, usada por Pelé (foto)
Reprodução/Museu da Seleção Brasileira e DOMICIO PINHEIRO/ESTADÃO CONTEÚDO
Repercussão da camisa vermelha na política
Políticos protestaram contra a nova cor da camisa. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a camisa da seleção “sempre foi verde e amarela, as cores da nossa pátria”. “Mudar isso não faz qualquer sentido. É uma afronta a tudo o que sempre representou o orgulho do nosso povo!”.
O deputado federal Arthur Maia (União-BA) publicou mensagem contra a mudança da camisa: “A seleção é um dos mais expressivos símbolos do nosso país e obviamente que as cores devem estar relacionadas com a bandeira nacional: o verde, o amarelo e o azul celeste, como sempre atuou a nossa gloriosa seleção canarinho”.
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também se manifestou contra a camisa na cor vermelha. “As cores da nossa seleção não são uma ‘identidade ideológica’; elas representam o que nos distingue no mundo. As cores de uma seleção têm relação com a identidade nacional. Qualquer cor diferente do verde, amarelo, branco e azul não se justifica.”
Senador pelo Novo, Eduardo Girão questionou a quem a CBF queria homenagear com a camisa na cor vermelha: “PT, China, Putin ou Gilmar Mendes”, além de considerar uma afronta ao Brasil.
Ricardo Salles (Novo-SP) chamou a camisa de “ridícula”. Ciro Nogueira (PP-PI) disse que “camiseta vermelha é colocar a seleção numa polarização que jamais deveria entrar”.
Camisa vermelha da seleção brasileira de futebol vira briga política nas redes sociais
Uniformes da seleção brasileira de futebol
Tradicionalmente, os uniformes da seleção brasileira de futebol trazem as cores da bandeira nacional. O uniforme número 1 tem a camisa amarela com detalhes em verde e o calção azul, e o número 2 tem a camisa na cor azul e o calção na cor branca.
Até a Copa do Mundo de 1950, o segundo uniforme da seleção tinha camisa na cor branca. Contudo, a primeira vez que usou camisa nesta cor foi em uma partida contra a Polônia em 1938.
Contudo, a seleção usou a cor vermelha em outras oportunidades:
Em dois jogos em 1917 contra Uruguai e Chile, em que as duas seleções também usavam branco. Por sorteio, o Brasil usou o vermelho;
Em 1936, em um jogo contra o Peru, que também usava branco. O time do Independiente da Argentina emprestou a camisa vermelha de seu uniforme para a seleção.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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