Política
Quaest: veja intenção de voto para eleição de 2026 para os governos de Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo
Cabine de votação com urna eletrônica
Rodrigo Cordeiro/RBS TV
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) mostra a intenção de voto para as eleições do governo de oito estados em 2026.
Veja os números:
São Paulo: o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece com 43%, na liderança das intenções de voto, seguido de Geraldo Alckmin (PSB), com 21%, e de Erika Hilton (PSOL), com 8%.
Rio de Janeiro: Eduardo Paes (PSD), prefeito da capital, aparece com 35% das intenções de voto. O vice-governador, Rodrigo Bacellar (União Brasil), Washington Reis (MDB) e Monica Benício (PSOL) aparecem com menos de 10% e estão tecnicamente empatados em segundo lugar. Atual governador, Cláudio Castro (PL) está no 2º mandato, e não pode concorrer à reeleição.
Minas Gerais: O senador Cleitinho (Republicanos) aparece à frente nas intenções de voto, com 28%. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido) está em segundo, com 16%, e o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD) tem 9%, em terceiro. Ele está tecnicamente empatado com Mateus Simões (Novo), que soma 4%. Atual governador, Romeu Zema (Novo) está no 2º mandato, e não pode concorrer à reeleição.
Pernambuco: O atual prefeito do Recife, João Campos (PSB), lidera com 55%, à frente da atual governadora, Raquel Lyra (PSD), que está no primeiro mandato e aparece com 24% das intenções de voto.
Bahia: ACM Neto (União Brasil) tem 41% das intenções de voto e está à frente do atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT), que também está em primeiro mandato, e tem 34%.
Rio Grande do Sul: Juliana Brizola (PDT) tem 21% e está tecnicamente empatada com o tenente-coronel Zucco (PL), com 20%. Em terceiro empatam Edegar Pretto (PT), com 11%, e o vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 5%. Felipe Camozzato (Novo) soma 4% e empata com Souza, mas não com Pretto. O atual governador, Eduardo Leite (PSD), está no segundo mandato.
Paraná: senador Sergio Moro (União Brasil) aparece com 38% na liderança das intenções de voto. Paulo Eduardo Martins (Novo), Enio Verri (PT) e o secretário estadual das Cidades, Guto Silva (PSD) estão abaixo de 10% e empatam em segundo lugar. Atual governador, Ratinho Júnior (PSD) está no 2º mandato, e não pode concorrer à reeleição.
Goiás: O vice-governador Daniel Vilela (MDB) tem 26% da preferência dos entrevistados e empata tecnicamente com Marconi Perillo (PSDB), com 22%. Atual governador, Ronaldo Caiado (Novo) está no 2º mandato, e não pode concorrer à reeleição.
Ao todo, foram ouvidas 10.146 pessoas com 16 anos ou mais nos oito estados entre os dias 13 e 17 de agosto. A margem e erro é de 2 pontos para mais ou menos em SP e de 3 pontos nos demais estados.
Os estados pesquisados equivalem a 66% do eleitorado brasileiro. Ou seja, dois em cada três eleitores.
Veja os números de cada estado:
São Paulo
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto com 43% em disputa simulada contra Geraldo Alckmin (PSB), que soma 21%, e Erika Hilton (PSOL), com 8%.
Foram ouvidas 1.644 pessoas e a margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos. Veja os números:
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 43%;
Geraldo Alckmin (PSB): 21%;
Erika Hilton (PSOL): 8%;
Paulo Serra (PSDB): 3%;
Felipe d’Ávila (Novo): 2%;
Indecisos: 7%;
Branco/nulo/não vai votar: 16%.
Rio de Janeiro
Reeleito prefeito do Rio no ano passado, Eduardo Paes (PSD) aparece com 35% e lidera as intenções de voto. Aparecem na sequência Rodrigo Barcellar (União Brasil), com 9%, Washington Reis (MDB), com 5%, Monica Benício (PSOL), com 4%.
Barcellar está tecnicamente empatado com Reis e Monica na 2ª colocação. Enquanto Italo Marsili (Novo), soma 2% e empata com Reis e Monica no 3º lugar, mas não empata com Barcellar.
Foram ouvidas 1.404 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja os números:
Eduardo Paes (PSD): 35%;
Rodrigo Bacellar (União Brasil): 9%;
Washington Reis (MDB): 5%;
Monica Benício (PSOL): 4%;
Italo Marsili (Novo): 2%;
Indecisos: 15%;
Branco/nulo/não vai votar: 30%.
Minas Gerais
O senador Cleitinho (Republicanos) está à frente na pesquisa Genial/Quaest, com 28%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (Sem partido) com 16%, e do ex-presidente do Senado. Rodrigo Pacheco (PSD), que soma 9%.
Foram ouvidas 1.482 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja os números:
Cleitinho (Republicanos): 28%;
Alexandre Kalil (Sem partido): 16%;
Rodrigo Pacheco (PSD): 9%;
Mateus Simões (Novo): 4%
Indecisos: 18%;
Branco/nulo/não vai votar: 26%.
Pernambuco
Atual governadora, Raquel Lyra (PSDB) aparece com 24% das intenções de voto e neste momento está atrás em uma eventual disputa contra o atual prefeito da capital Recife, João Campos (PSB), que lidera com 55%.
Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja os números:
João Campos (PSB): 55%;
Raquel Lyra (PSDB): 24%;
Gilson Machado (PL): 6%;
Eduardo Moura (Novo): 4%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 7%.
Bahia
ACM Neto (União Brasil) aparece com 41% das intenções de voto e está à frente de Jerônimo Rodrigues (PT), que soma 34%, caso a eleição ocorresse neste momento. Também aparecem os nomes de João Roma (PL), Kleber Rosa (PSOL) e José Aleluia (Novo), que ficam abaixo de 5%.
Foram ouvidas 1.200 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja os números:
ACM Neto (União Brasil): 41%;
Jerônimo Rodrigues (PT): 34%;
João Roma (PL): 3%;
Kleber Rosa (PSOL): 2%;
José Aleluia (Novo): 1%;
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 14%.
Rio Grande do Sul
As intenções de voto no estado indicam para empate técnico entre Juliana Brizola (PDT), com 21%, e o tenente-coronel Zucco (PL), com 20%. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos.
Em terceiro empatam Edegar Pretto (PT), com 11%, e Gabriel Souza (MDB), com 5%. Felipe Camozzato (Novo), com 4%, empata com Souza, mas não com Pretto.
Foram ouvidas 1.104 pessoas. Veja:
Juliana Brizola (PDT): 21%;
Tenente-coronel Zucco (PL): 20%;
Edegar Pretto (PT): 11%;
Gabriel Souza (MDB): 5%;
Felipe Camozzato (Novo): 4%;
Indecisos: 19%;
Branco/nulo/não vai votar: 20%.
Paraná
O senador Sergio Moro (União Brasil) está à frente das pesquisas de intenções de voto, com 38%. Três candidatos aparecem tecnicamente empatados em 2º lugar: Paulo Eduardo Martins (Novo), com 8%, Enio Verri (PT), com 7%, e Guto Silva (PSD), com 6%.
Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:
Sergio Moro (União Brasil): 38%;
Paulo Eduardo Martins (Novo): 8%;
Enio Verri (PT): 7%;
Guto Sivla (PSD): 6%;
Indecisos: 13%;
Branco/nulo/não vai votar: 28%.
Goiás
Vice-governador, Daniel Vilela (MDB) é apontado como nome de preferência por 26% dos entrevistados e está em empate técnico com Marconi Perillo, que soma 22%. Wilder Morais (PL), com 10%, e Adriana Accorsi (PT), com 8%, empatam na terceira posição. Já Telêmaco Brandão (Novo) tem 1%.
Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja os números:
Daniel Vilela (MDB): 26%;
Marconi Perillo (PSDB): 22%;
Wilder Morais (PL): 10%;
Adriana Accorsi (PT): 8%;
Telêmaco Brandão (Novo): 1%;
Indecisos: 14%;
Branco/Nulo/Não vai voltar: 19%.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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