Connect with us

Economia

Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor que ganhou projeção no episódio do Banco Master

Published

on

Grupo Fictor pede recuperação judicial no TJ-SP
O pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor trouxe para o centro do noticiário o nome de Rafael Góis, sócio e CEO da holding. A empresa atua hoje nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e atribui a crise de liquidez ao episódio envolvendo o Banco Master (entenda mais abaixo).
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
À frente da Fictor desde a sua criação, Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança e por áreas como indústria, tecnologia, setor imobiliário e finanças.
Formação acadêmica
Segundo informações divulgadas em seu perfil no LinkedIn, Góis é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, onde se formou em 2000, com foco em gestão estratégica, finanças e operações.
Na página, o executivo afirma ter ingressado no mercado financeiro aos 16 anos, mas as experiências profissionais descritas se concentram exclusivamente na Fictor.
Fundada em 2007, a empresa surgiu inicialmente com foco em tecnologia, mas passou por uma transformação ao longo dos anos.
🔎 A Fictor se estruturou como uma holding de participação e investimentos, reunindo negócios em áreas como indústria alimentícia, infraestrutura, energia, comercialização de commodities e serviços financeiros.
Desde então, Góis ocupa o cargo de sócio e CEO do grupo, a partir do qual conduziu a diversificação e a expansão das operações, com sede em São Paulo e presença em diferentes regiões do país.
Rafael Góis, CEO da Fictor
Reprodução/Linkedin
Além disso, nos últimos anos, a companhia ampliou sua presença internacional. Em 2024, a Fictor abriu um escritório em Lisboa, com foco em projetos nas áreas de infraestrutura e energia.
Em abril de 2025, anunciou a instalação de sua primeira sede nos Estados Unidos, em Miami, formalizando o início das operações no mercado americano.
Envolvimento com o Banco Master
Contudo, a Fictor ganhou projeção nacional no fim do ano passado, ao se envolver no episódio que antecedeu a liquidação extrajudicial do Banco Master.
Um consórcio liderado por um dos sócios do grupo anunciou uma proposta para adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
No entanto, um dia após o anúncio, o Banco Central decretou a liquidação do banco, suspendendo a operação.
Segundo comunicado divulgado pela Fictor, o episódio teve impacto direto sobre a imagem do grupo.
A empresa afirma que, após a decisão do BC, surgiram “especulações” no mercado que teriam reduzido de forma significativa a capacidade das empresas do grupo de manter dinheiro em caixa e honrar compromissos no curto prazo.
“Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.
Em nota, o grupo destacou que a proposta de aquisição estava condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores e que permaneceu à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Recuperação judicial
Pouco mais de dois meses depois da tentativa frustrada de compra do Banco Master, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para a Fictor Holding e a Fictor Invest.
Segundo a empresa, a medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões.
No pedido, o grupo afirma ter a intenção de quitar as dívidas sem deságio e solicitou à Justiça um prazo de 180 dias para a suspensão de cobranças e bloqueios.
A companhia ressalta que a recuperação judicial não inclui as subsidiárias, que devem manter suas rotinas e contratos normalmente.
O objetivo, segundo o grupo, é evitar que empresas economicamente viáveis sejam impactadas por restrições típicas do processo recuperacional.
Rafael Góis, CEO da Fictor
Reprodução/Linkedin

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

Published

on

By

O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

Continue Reading

Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

Published

on

By

O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

Continue Reading

Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

Published

on

By

Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados