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Política

‘Realismo, consistência, criatividade’: a frase repetida por 274 candidatos a prefeito em seus planos de governo

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Trecho é usado por representantes de 22 dos 29 partidos que disputam as eleições em 2024). Lei eleitoral exige apresentação da proposta, mas não define qual deve ser o teor. Por isso, em alguns casos, documento “acaba sendo alguma coisa mais genérica”, diz advogado. 274 candidatos a prefeito repetem a mesma frase em planos de governo
A frase abaixo aparece de forma idêntica nas propostas de governo de 274 dos 15 mil candidatos a prefeito das eleições de 2024:
“Durante todo o mandato a realização dos objetivos almejados estará atrelada a valores como trabalho, transparência, responsabilidade, realismo, consistência, criatividade e, acima de tudo, planejamento”.
O trecho é usado por representantes de 22 partidos (há 29 disputando as eleições em 2024) de 266 cidades do país – em 8 dessas, por mais de um candidato –, em 25 dos 26 estados (o DF, por ser o Distrito Federal, não têm eleição municipal).
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A existência da frase repetida não significa que todo o conteúdo dos documentos seja idêntico. A prática não configura crime eleitoral.
Procurados, os partidos que responderam atribuem a responsabilidade pelas propostas de governo aos candidatos (leia mais abaixo).

O que são as propostas de governo?
As normas brasileiras exigem que, para registrar a candidatura, os candidatos a prefeito, governador e presidente apresentem as propostas que defendem. Não há, entretanto, regras sobre como isso deve ser feito, e a Justiça Eleitoral não fiscaliza o conteúdo.
Por isso, não há nenhuma irregularidade eleitoral em usar uma frase que é repetida em centenas de outros planos.
Também não há irregularidade, por exemplo, se o plano de governo não menciona o nome do candidato, informa o partido errado ou se cita que para um período de governo que, praticamente, já acabou (2021-2024 e não 2025-2028).
Frase repetida em dezenas de planos de governo
Reprodução
Segundo o advogado eleitoral Alberto Rollo, a ideia é que a proposta de governo contenha aquilo que o candidato vai usar na campanha e deverá executar se eleito. “Mas acaba sendo alguma coisa mais genérica.”
Para Emmanuel Publio Dias, professor decano da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) especializado em marketing político, em regra, os candidatos dão pouca importância às propostas de governo, e apenas as apresentam para cumprir a obrigatoriedade da lei.
“A pouca importância na elaboração do plano reflete a pouca importância que lhe dá o eleitor. Não deveria ser assim, ao contrário, deveria ser o principal argumento para o voto.”
De onde vem a frase “realismo, consistência, criatividade”?
De origem desconhecida, a frase frequenta propostas de governo de candidatos a prefeito desde, pelo menos, 2016, quando surgiu, por exemplo, no documento apresentado por Ney Santos (então PRB, hoje Republicanos), candidato a prefeito de Embu das Artes (SP). É anterior, portanto, à popularização das ferramentas de inteligência artificial generativa, que começou em 2020.
O g1 procurou 7 candidatos que usaram a frase, mas nenhum respondeu aos contatos.
“O que me parece mais provável é que se trate de um template ou modelo desses oferecidos por consultorias em grande escala que auxiliam na redação desses documentos”, sugere Wilson Gomes, professor em comunicação política da Universidade Federal da Bahia (UFBA). “[A repetição em escala indica] que as candidaturas em geral têm pouca singularidade, poucas notas que dão um tempero específico ao candidato”.
Em alguns dos 274 casos encontrados, mais trechos além da frase citada acima se repetem na parte de introdução do documento, como:
“O plano ora apresentado traduz o anseio de uma gestão realmente comprometida com a população”;
“O conteúdo programático das propostas foi desenvolvido a partir de experiências adquiridas ao longo de sua trajetória de vida”;
“O plano de governo aqui delineado representa um modelo de gestão de alto desempenho com participação cidadã e reflete simultaneamente o pragmatismo e o idealismo do candidato”;
“As propostas contemplam objetivos e projetos ambiciosos, com envergadura e complexidade que demandarão uma administração extremamente dedicada e competente, muito próxima e conhecedora das necessidades”.
Dois casos em um mesmo município
Em 8 municípios, mais de um candidato a prefeito usa a frase sobre “realismo, consistência e criatividade”:
Coribe (BA) – os 2 candidatos usam a frase;
Faro (PA) – 2 dos 3 candidatos usam a frase;
Iaciara (GO) – 2 dos 4 candidatos usam a frase;
Manga (MG) – 2 dos 5 candidatos usam a frase;
Maragogibe (BA) – 2 dos 3 candidatos usam a frase;
Nova Belém (MG) – os 2 candidatos usam a frase;
Nova Porteirinha (MG) – 2 dos 4 candidatos usam a frase;
Praia Norte (TO) – 2 dos 3 candidatos usam a frase.
Únicos candidatos a prefeito de Nova Belém (MG), Lili Reis (União Brasil) e Valdeci Dornelas (PSD) usam a frase em suas respectivas propostas de governo.
Os documentos apresentados por ambos apresentam, ainda, outros trechos idênticos, como “o plano ora apresentado traduz o anseio de uma gestão realmente comprometida com a população” e “as propostas contemplam objetivos e projetos ambiciosos, com envergadura e complexidade”.
Apesar disso, as promessas feitas nos documentos são diferentes de um candidato para outro.
O advogado de Lili Reis informou que não participou da construção do plano de governo. Dornelas foi procurado por meio de uma rede social, mas não retornou o pedido de entrevista.
Plano de governo de Nova Belém (MG): Lili dos Reis, do União Brasil (à esq.); e Valdeci Dornelas, do PSD (à dir.)
Reprodução
A situação é a mesma com os dois candidatos à prefeitura de Coribe (BA), Dr. Murillo (União Brasil) e Marilu (PSD). Há trechos idênticos em ambos os documentos, mas as propostas de governo se diferem.
Além da frase sobre “realismo, consistência e criatividade”, os planos possuem outros pontos em comum, como “as propostas contemplam objetivos e projetos ambiciosos, com envergadura e complexidade que demandarão uma administração extremamente dedicada e competente” (veja na imagem abaixo).
Proposta de governo em Coribe (BA): Dr. Murillo (à esq.) e Marilu (à dir.).
Reprodução
O g1 enviou mensagem aos dois candidatos pelas redes sociais usadas na campanha (Dr. Murillo por Facebook; Marilu pelo Instagram), porém não obteve resposta até a última atualização da reportagem.
Como a frase foi encontrada
Para localizar a frase, o g1 submeteu 62 propostas de governo – um total de 669 páginas – a uma ferramenta de inteligência artificial para identificar trechos idênticos com 4 palavras ou mais, na mesma ordem.
Após a descoberta da frase repetida, o g1 usou outra ferramenta para buscar a mesma frase no conjunto de 15,4 mil propostas de governo disponibilizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Divulgacand, o site de divulgação de candidaturas.
Essa segunda ferramenta identificou a frase repetida em 274 propostas. O g1, então, confirmou a existência da frase em cada um desses 274 documentos.
O que dizem os partidos:
O g1 procurou todos os 22 partidos que tinham candidatos com proposta de governo repetida. Veja o que eles disseram:
MDB:
“Com quase seis décadas de existência, o MDB é o partido em atividade que mais contribuiu de forma programática com o País. Além do protagonismo que exerceu na elaboração da Constituição de 1988, o partido é autor de propostas que resultaram na criação do SUS, do Ibama e do Ministério da Cultura – só para citar alguns exemplos.
Mais recentemente, o MDB foi o autor da Reforma Trabalhista, que tem resultado na maior queda do desemprego dos últimos anos. No atual governo, foram apresentadas pelo MDB as propostas de Reforma Tributária (PEC-45), o Pé de Meia (originário do cartão 10 do governo de Alagoas) e da realização da COP30 em Belém (pelo governo do Pará).
O MDB tem como braço de formação a Fundação Ulysses Guimarães, que promove o desenvolvimento programático e de formação de filiados e não-filiados. Anualmente, são premiados projetos idealizados por militantes que pretendem disputar eleições. A partir de 2022, a FUG passou a incentivar os melhores projetos de seus prefeitos por meio do Prêmio Maguito Vilela. O MDB é um partido que adotou compliance desde 2022, além das obrigações de prestações de contas à Justiça Eleitoral.
Em 2024, o MDB é – mais uma vez – o partido com maior número de candidaturas (maior número de mulheres e negros). São 1.918 nomes em disputas pelas prefeituras. Portanto, o caso refere-se a 1,6% do total de candidaturas que serão submetidas ao escrutínio do eleitor, e são de responsabilidade dos respectivos candidatos. Cabe ao partido reforçar as iniciativas listadas acima, a fim de que o MDB continue sendo a sigla que mais apresenta soluções para o País, principalmente nas eleições municipais das quais é o maior vencedor desde os anos 1980.”
PSD:
“O Espaço Democrático, centro de estudos políticos do Partido Social Democrático, promove periodicamente debates e conferências com especialistas sobre assuntos de interesse da sociedade, tratados nos poderes Executivo e Legislativo.
Os vídeos, textos e publicações relacionados a esses eventos e temas se relacionam às bandeiras do PSD e ficam disponíveis no site da fundação (espaçodemocrático.org.br). Certamente são fontes de consulta para inúmeros candidatos e filiados do partido que buscam desenvolver programas e projetos para suas cidades e Estados.
Os planos de governo são desenvolvidos com autonomia pelas candidaturas e são ferramentas importantes para que cada candidato apresente ao eleitor detalhes sobre os projetos que pretende implementar em sua gestão.”
PSDB:
“As propostas de governo são de responsabilidade de cada campanha. Ao longo de sua história, o PSDB produziu documentos importantes que podem ser consultados por todos, disponibilizados no site do partido e do ITV, nosso braço de formação política.”

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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