Economia
Relator diz que votação do Orçamento deve ficar para o ano que vem
De acordo com o senador Angelo Coronel (PSD-BA), definições do pacote fiscal do governo ainda não estão claras, o que causa impactos nas contas do Orçamento. Presidente do Congresso quer tentar votar o texto ainda em 2024. O relator do Orçamento da União para 2025, senador Angelo Coronel (PSD-BA), disse nesta quinta-feira (19) que a análise e votação do texto devem ficar para o ano que vem.
Ele justificou que ainda há pendências sobre o pacote de cortes de gastos do governo, e que isso impacta no cenário fiscal. Com isso, segundo Angelo Coronel, não é possível projetar receitas e despesas no Orçamento.
“Apreciar a peça mais importante do parlamento merece cuidado e tempo e por isso o nosso relatório ficará para apreciação na comissão mista e no Congresso Nacional após o recesso parlamentar”, disse o relator em nota.
Câmara aprova projeto que muda BPC e salário mínimo
O Orçamento apresenta as especificações de receitas e despesas do governo para todo o ano. Se o texto não for aprovado até o último dia antes do recesso parlamentar — que começa na segunda (23)—, o governo é obrigado a gastar em janeiro uma fração do que está planejado na Lei de Diretrizes Orçamentárias, sem maior margem para manobra. O Congresso volta ao trabalho em fevereiro.
Depois da nota de Angelo Coronel, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que vai insistir para votar a peça orçamentária ainda neste ano. Assim como os líderes do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
Mas Randolfe admitiu que se o relator prefere esperar, “não há muito o que se fazer”. Segundo o amapaense, não há prejuízo no adiamento para o ano que vem
O senador também argumentou que a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), com centenas de emendas, ainda aguarda sanção presidencial e análise de vetos, o que pode impactar as diretrizes que nortearão a elaboração do orçamento.
“Sem uma base normativa plenamente definida e um cenário fiscal delineado por todos os elementos votados e sancionados, corremos o risco de produzir uma peça orçamentária desconectada da realidade”, explicou Coronel.
Outro fator apontado pelo relator foi a necessidade de reavaliações em virtude das alterações no salário mínimo. Essas mudanças afetam diretamente despesas previdenciárias, benefícios sociais e metas fiscais, exigindo cálculos e projeções mais precisos para assegurar o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das metas de médio e longo prazos.
Angelo Coronel ressaltou que o objetivo não é atrasar o processo, mas garantir um documento que reflita as prioridades nacionais.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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