Connect with us

Política

Roberto Jefferson será indiciado por incitação ao crime e injúria após pregar violência contra a Guarda Municipal de Juiz de Fora durante live

Published

on

Delegado do caso foi a Bangu nesta quarta-feira (14) para ouvir o ex-deputado que está detido desde outubro deste ano. Durante transmissão ao vivo, em março de 2021, coordenada por um vereador da cidade, ele disse: ‘Pau na Guarda Municipal, pau para quebrar’. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Jefferson. Vereador de Juiz de Fora, Sargento Mello, e ex-deputado Roberto Jefferson durante live
Reprodução/Redes Sociais
O ex-deputado Roberto Jefferson será indiciado por incitação ao crime e injúria por declarações feitas durante uma live com o vereador Sargento Mello Casal (PTB), de Juiz de Fora. O inquérito foi concluído pelo delegado Samuel Neri e será remetido à Justiça na quinta-feira (15).
O g1 não conseguiu contato com a defesa do ex-deputado Roberto Jefferson.
Compartilhe no WhatsApp
Compartilhe no Telegram
Durante a transmissão, realizada em março de 2021, o ex-deputado disse que “precisa montar uma milícia e então pau na Guarda Municipal, pau para quebrar”. Na ocasião, Jefferson e o vereador falavam sobre a situação da Covid-19 e da Guarda Municipal da cidade mineira.
Nesta quarta-feira (14), o delegado que atua na 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Juiz de Fora foi até o presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), no Rio de Janeiro, onde o ex-deputado está preso desde outubro deste ano.
“Durante as apurações, o vereador foi ouvido. Faltava concluir a investigação com o interrogatório do suspeito, que foi realizado nesta manhã. Ele fez o uso do seu direito em permanecer em silêncio durante as perguntas. Agora, o inquérito policial será remetido, em breve, à Justiça”, explicou Neri.
Segundo o delegado, a Polícia Civil concluiu que não houve crime por parte do vereador. “Mas um ofício será encaminhado à Câmara Municipal para análise de providências cabíveis”.
Live
Declaração de Roberto Jefferson durante live
Durante a live realizada em março de 2021, o vereador Sargento Mello Casal e Roberto Jefferson falavam sobre a situação da Covid-19 e atuação da Guarda Municipal.
Em determinado momento, o ex-deputado disse que “precisa montar uma milícia e então pau na Guarda Municipal, pau para quebrar”. Na ocasião, o vereador de Juiz de Fora ponderou que “aqui em Juiz de Fora a Guarda e a PM são tranquilos”.
Em nota, Sargento Mello Casal pediu desculpas “por não ter feito uma defesa incisiva, ainda durante a live, porque fui pego de surpresa com as declarações de Roberto Jefferson”.
Manifestação Guarda Municipal
Vídeo de repúdio da Guarda Municipal de Juiz de Fora
Dias após o ocorrido, guardas municipais estiveram na Câmara Municipal e realizaram uma manifestação contra a fala de Roberto Jefferson.
Na ocasião, o comandante Leandro Lisboa gravou um vídeo. “Tenho o prazer de comandar a Guarda Municipal de Juiz de Fora. Nós estamos aqui em frente à Casa do povo para manifestar o nosso total repúdio das falas criminosas contra nós”.
“Queremos dizer que enquanto guardas municipais nós não nos intimidaremos. Somos cumpridores da lei. Estamos aqui atuando pela paz social e nenhum criminoso nos intimidará”.
Pronunciamentos
Sargento Mello Casal
“Cada cidadão é responsável por suas afirmações. Na live realizada na última sexta-feira, nenhuma palavra foi proferida por mim que denegrisse a imagem da guarda municipal. Falávamos sobre as consequências de ações relacionadas ao Covid no Brasil quando o Presidente do PTB, Roberto Jefferson, fez suas declarações com relação à guarda. Afirmei na live que “ aqui em Juiz de Fora a Guarda e a PM eles estão tranquilos”. Peço desculpas por não ter feito uma defesa incisiva, ainda durante a live porque fui pego de surpresa com as declarações de Roberto Jefferson.
Minhas ações e conduta durante toda minha vida profissional na Polícia Militar e na vida pública enquanto vereador sempre foram da promoção da ordem e respeito às legislações, e em favor da valorização dos profissionais e entidades da segurança pública. E continuarei a fazê-lo.
Em relação à manifestação realizada na tarde de hoje em frente à Câmara Municipal, afirmo que toda manifestação é legítima, desde que cumpra a legislação vigente. E o próprio Estatuto da Guarda Municipal não permite a utilização de fardamento, equipamentos e veículos para quaisquer atos que não o efetivo cumprimento do seu dever. E tão pouco esta instituição ser usada como instrumento político para atingir este vereador. Desta feita, os fatos serão encaminhados às autoridade competentes”.
Câmara de Juiz de Fora
“O momento que vivemos não é simples e nem de fácil solução. Assim fosse, não estaríamos em lockdown ou aguardando recursos para a saúde de toda a humanidade ao longo de um penoso ano. Tudo o que não é necessário, neste momento, é a interferência negativa alheia à realidade, na busca por saídas e melhorias na saúde para a população.
Posto isso, a Câmara Municipal de Juiz de Fora (CMJF) torna público seu repúdio às falas proferidas pelo presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro – PTB, Sr. Roberto Jefferson, em live realizada conjuntamente com o vereador desta Casa Legislativa, Sargento Mello Casal (PTB), na última sexta-feira, 26.
As soluções, ao contrário do que prega parcela da sociedade, surgem pelo setor público; hoje trabalhando em nossa cidade por meio de uma conjunção imprescindível entre Legislativo, Executivo e setores acadêmicos, tão bem representados pela indubitável Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), por iniciativas científicas.
Cabe ainda reafirmar o posicionamento institucional desta Casa Legislativa em defesa dos servidores públicos. Tanto os que atuam na linha de frente – exercendo suas atividades presencialmente em razão da imprescindibilidade destas – quanto aqueles que atualmente laboram remotamente merecem respeito. Contemporaneamente temos presenciado tentativas de vilanização do funcionalismo público, razão pela qual não podemos nos furtar de manifestarmo-nos na salvaguarda desta categoria que, atuando no atendimento das demandas populacionais, se caracteriza como o alicerce da construção de uma sociedade.
Recebemos com perplexidade e indignação o estímulo à cultura do ódio, o fomento a práticas típicas de regimes totalitários e o ataque às instituições locais e ao funcionalismo público.
Ressaltamos o sério trabalho realizado pela Guarda Municipal de Juiz de Fora (GMJF), que sempre atuou com brilhantismo dentro de suas prerrogativas legais. Agora, durante o delicado período pandêmico, a GMJF permanece desenvolvendo uma importante função, ao lado dos Fiscais de Posturas, na linha de frente de ações de fiscalização do cumprimento das normas que visam a garantir a saúde de cidadãs e cidadãos. Ações essas fruto direto dos esforços não só do Executivo, mas também de cada cidadã e cidadão que se propõe a levantar a cada dia e seguir a jornada de batalhar pelo bem-estar coletivo neste momento de pandemia.
Por fim, registramos nossa veemente repulsa à maneira desrespeitosa utilizada para se referir à Chefe do Poder Executivo de Juiz de Fora, Prefeita Margarida Salomão. A Câmara Municipal de Juiz de Fora preza e luta pelo permanente respeito com o qual esta Casa Legislativa deve agir quanto ao Poder Executivo. Nossa missão deve ser a atuação norteada pelo dever da fiscalização dos atos e o estabelecimento de uma relação independente e harmônica, primando pelo atendimento do amplo interesse público”.
Guarda Municipal
Nota da Guarda Municipal
Divulgação
VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campo das Vertentes

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados