Connect with us

Política

Rodrigo nega rompimento com Doria, afirma que não dará ‘palanque para presidente’ e promete zerar filas de cirurgia

Published

on

Candidato do PSDB e atual governador de SP, Rodrigo Garcia foi o terceiro entrevistado da série do g1 com os candidatos ao governo de SP. Veja a íntegra da entrevista de Rodrigo Garcia (PSDB) ao g1
Candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Rodrigo Garcia foi o terceiro a ser entrevistado na série do g1, que teve início na segunda-feira (22). Ao apresentador do SP1, Alan Severiano, o atual governador do estado comentou, nesta quarta (24) sobre a saída de João Doria (PSDB) da política e negou que tenha rompido com o ex-governador por conta de disputas internas no partido.
No cenário nacional, disse não querer apoio de candidatos à presidência e afirmou que não será “palanque de presidente da República”.
O atual governador do estado também prometeu zerar a fila de cirurgias e negou que o estado tenha perdido protagonismo na campanha de vacinação contra a Covid-19.
O governador e candidato à reeleição Rodrigo Garcia (PSDB) durante entrevista com Alan Severiano em série do g1
Celso Tavares/g1
LEIA TAMBÉM:
Pesquisa Datafolha em São Paulo: Haddad tem 38%, Tarcísio, 16%, Rodrigo, 11%
Pesquisa Ipec em São Paulo: Haddad tem 29%, Tarcísio, 12%, Rodrigo, 9%
Rodrigo não vê ‘perda de protagonismo’ de SP em vacinação contra Covid depois que assumiu governo do estado; trecho
Rodrigo não confirma criação do 4° ano do Ensino Médio optativo, anunciada em 2020 para conter impacto da pandemia; trecho
‘Tudo que o estado puder fazer para segurar tarifas, vamos fazer, mas o estado tem seus limites’, diz Rodrigo sobre impostos; trecho
Tarcísio de Freitas (Republicanos), Fernando Haddad (PT) e Rodrigo Garcia (PSDB) tiveram 6% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Alan Severiano, apresentador do SP1, direto do estúdio do g1, em São Paulo.
Carol Vigliar (UP), Gabriel Colombo (PCB), Altino Júnior (PSTU), Antonio Jorge (DC), Vinicius Poit (Novo), Elvis Cezar (PDT) e Edson Dorta (PCO), demais postulantes ao Palácio dos Bandeirantes, participarão de entrevistas gravadas com o repórter Walace Lara, que serão exibidas de 29/8 a 6/9.
O governador e candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB), durante entrevista no g1
Celso Tavares/g1
Relação com João Doria
Rodrigo Garcia assumiu o governo do estado de São Paulo após a saída de Doria, que, à época, deixava o cargo para disputar a Presidência. O processo foi marcado por inúmeros conflitos dentro do PSDB, e terminou com a desistência de Doria de participar das eleições.
Rodrigo Garcia (PSDB) responde a pergunta sobre a relação com Doria
“O João, quando saiu da vida pública, anunciou isso para toda a imprensa brasileira depois de cumprir uma etapa importante da sua vida como governador de São Paulo e como prefeito de São Paulo. Então, o João abandonou a vida publica pelas razões que já explicitou e nós mantemos o nosso relacionamento, nenhum tipo de rompimento.”
“Não houve traição nenhuma. Um diálogo de políticos, é natural esse tipo de diálogo. Cada um tem seu estilo, cada um tem sua forma. Comecei com Mário Covas. Cada um tem estilo, sua forma de enxergar. Eu sou diferente do João, que é diferente do Alckmin, que é diferente do Serra”, emendou.
Palanque para presidente
Garcia se esquivou de responder sobre apoio de candidatos à Presidência. Avalia que seu perfil consegue atingir eleitores diversos e diz não ter “padrinhos” políticos.
“Eu não estou aqui, Alan, como candidato a governador, à reeleição, para dar palanque pra presidente da República. Eu não fui forjado dentro de um projeto de poder do PT nem de um projeto da família Bolsonaro pra ser candidato a governador de São Paulo, eu sou candidato da minha história, meu padrinho é toda a minha história, história de acertos e erros como todos nós cometemos.”
Rodrigo Garcia (PSDB) responde a pergunta sobre possível voto ‘Bolsodrigo’
Zerar filas de cirurgia
Na área da saúde, Rodrigo Garcia prometeu atender a todas as pessoas que esperam por cirurgias no estado.
“O meu compromisso é até o final do ano nós não termos mais essa fila de cirurgias. Zerar dessas pessoas que estavam na fila. Natural que entrem outras pessoas.”
Rodrigo Garcia (PSDB) responde a pergunta sobre filas para cirurgias em SP
Protagonismo na vacinação contra Covid
Durante a gestão de Doria, São Paulo foi pioneiro nas campanhas de vacinação contra a Covid. Desde que assumiu o governo, porém, o estado deixou de se antecipar na aplicação de doses de reforço ou imunização de crianças.
Garcia negou que o estado tenha perdido protagonismo e defendeu a autonomia das prefeituras e disse que o país está em outro momento da pandemia.
“São Paulo é o estado que mais vacina. eu entendi que os prefeitos pudessem assumir esse protagonista. São Paulo é fornecedor para as prefeituras. A decisão de crianças foi tomada por outros municípios mesmo sem saber se tinha doses disponíveis. Não vejo perda de protagonismo.”
Criação do 4° ano do Ensino Médio indefinida
O atual governador não confirmou se o estado manterá o plano anunciado em 2020, durante a gestão de João Doria, de criação do 4° ano do Ensino Médio optativo para os estudantes do 3º ano que desejassem se preparar melhor para o vestibular.
“Pode ser, uma avaliação do ex-secretário Rossieli, do atual secretário Hubert, precisa haver um consenso da comunidade de educação sobre quais as melhores estratégias. Por enquanto, nós mantemos as aulas de reforço, por enquanto, nós mantemos no período integral esse reforço de conteúdo pra avaliar os próximos passos. Agora, tudo o que me for colocado como boa estratégia para recuperar o aprendizado, vai o apoio do governador de São Paulo.”
Iniciativa privada na educação
Ele ainda defendeu uma maior participação da iniciativa privada na educação e que isso será feito a partir do Ensino Médio. “Eu tenho convicção de que a iniciativa privada é mais rápida do que o estado para fazer isso.”
“Então o fundamental 1 e 2 é responsabilidade do estado e eu vou continuar crescendo o ensino de tempo integral de maneira publica com licitação de prédios e com contratação de concursos de professores. Aí o médio é que eu vou chamar a iniciativa privada para ajudar.”

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados