Connect with us

Política

Saiba quem são as forças políticas no embate interno do União, partido que controla 3 ministérios

Published

on

Disputa pelo comando do partido entre ex-aliados evoluiu para uma troca de acusações com pano de fundo criminal. União Brasil surgiu da fusão entre PSL e DEM. Novo presidente do União Brasil teve casa incendiada em PE
A disputa pelo comando do União Brasil registrou um novo capítulo na noite desta segunda-feira (11), com mais uma troca de acusações entre o ainda presidente da sigla, deputado Luciano Bivar (PE), e o recém-eleito presidente da legenda, Antonio Rueda.
A escalada de tensão entre os ex-aliados começou ainda no último ano, quando alas do partido racharam em torno das discussões pela sucessão de Bivar no comando da sigla.
Nos bastidores, membros da sigla chegavam a brincar que o partido, que nunca teve unidade, deveria se chamar “Desunião Brasil”.
O União Brasil tem atualmente 59 deputados, terceira maior bancada da Câmara. O partido tem sete senadores e também controla três ministérios:
Turismo, com Celso Sabino
Comunicações, com Juscelino Filho
Desenvolvimento Regional, com Waldez Góes, que é filiado ao PDT, mas foi indicado pelo União para o cargo
De lá para cá, Bivar, que já era rejeitado principalmente pela ala oriunda do DEM, foi ficando cada vez mais isolado.
O “golpe final” foi a eleição, por unanimidade dos votantes, de Rueda ao comando da sigla em 29 de fevereiro.
O advogado conquistou também o apoio dos quatro governadores filiados ao partido, dos sete senadores que compõem a bancada da sigla e de mais de 50 deputados.
No anúncio da vitória de Rueda, que foi contestada por Bivar, sobraram críticas ao ainda presidente da sigla e demonstrações de apoio ao futuro líder do União Brasil, que deve assumir o cargo a partir de maio.
Na prévia da eleição, no entanto, a contenda partidária começou a evoluir para uma troca de acusações com pano de fundo criminal.
De um lado, aliados de Rueda afirmam que Bivar foi gravado ameaçando o presidente eleito da sigla e sua família. Do outro, o próprio deputado acusou, em coletiva à imprensa, Antonio Rueda de utilizar o partido para “fazer negócios”.
Nesta terça (12), um novo capítulo do embate — já na esfera policial — derivou de um incêndio em duas casas de praia da família de Rueda, em Ipojuca, Pernambuco.
A defesa do recém-eleito comandante da sigla e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disseram ver indícios de que o crime tenha motivação política. Bivar se defendeu, afirmou que as suposições são “ilações” e acusou a esposa de Rueda de roubar um cofre, localizado em seu apartamento.
Conheça a seguir nesta reportagem quem são os principais nomes do União Brasil:
Luciano Bivar
Antonio Rueda
ACM Neto
Ronaldo Caiado
Davi Alcolumbre
Luciano Bivar, presidente do União Brasil, avalia desistir da candidatura à Presidência
Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo
Luciano Bivar
Isolado entre as principais forças do partido, Luciano Bivar está no comando do União Brasil desde a fusão entre DEM e PSL.
Ele dirigia o PSL, que saiu fortalecido das eleições de 2019 com a eleição do presidente da República – Jair Bolsonaro – e da maior bancada da Câmara dos Deputados.
Bivar ingressou na política na década de 90 ao se filiar ao PL. Antes, presidia o Sport Clube Recife — time que comandou por seis vezes até 2014.
Em 2022, chegou a tentar contornar uma candidatura da chamada “terceira via” anunciando seu próprio nome como candidato do União Brasil à Presidência.
Tempos depois, abriu mão da disputa e escolheu a senadora Soraya Thronicke – atualmente filiada ao Podemos.
Primeiro secretário da atual Mesa Diretora da Câmara, o deputado coleciona polêmicas políticas. Encabeçou uma corrente dentro do então PSL para isolar Bolsonaro e aliados políticos dentro do partido.
Mais recentemente, já no União Brasil, rachou a sigla ao defender uma aproximação com o governo do presidente Lula, incomodando ala liderada pelo herdeiro de Antônio Carlos Magalhães, falecido cacique do DEM, ACM Neto (União Brasil-BA).
Antonio Rueda, presidente eleito do União Brasil
Divulgação
Antonio Rueda
Advogado, Antonio Rueda foi braço direito de Bivar no comando do PSL. Eles já se conheciam, eram considerados amigos pelos membros do União Brasil e estiveram juntos na direção do Sport Clube Recife. Bivar é apontado como o responsável por levar Rueda à política.
Então vice-presidente da sigla, Rueda esteve próximo à ala defensora de Bolsonaro no partido. Ele atuou, com autorização de Bivar, para tentar uma reaproximação com o então presidente ao longo de 2020.
Desde a fusão com o União Brasil, ele passou a atuar, na avaliação de parlamentares, como o principal gestor da sigla, enquanto Bivar se desgastava com decisões consideradas controversas no comando do partido.
Durante esse tempo, Rueda também se aproximou mais de ACM Neto, último presidente do DEM. Ele também se tornou mais próximo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com quem chegou a discutir uma possível federação partidária do União Brasil com o PP.
A aproximação com ACM Neto é apontada como um dos fatores do rompimento com Bivar. Também foi esse movimento que consolidou o nome de Antonio Rueda como futuro presidente do União Brasil.
Apoiado por todos os principais nomes do partido, Rueda tem pregado união no partido da “desunião”.
ACM Neto do União Brasil
Divulgação
ACM Neto
Herdeiro político do ex-governador da Bahia e senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), Antônio Carlos Magalhães Neto — conhecido como ACM Neto — será vice-presidente do União Brasil a partir de maio. Ele é apontado como principal fiador da candidatura de Rueda ao comando do partido.
Internamente, ACM Neto, que ocupa atualmente a secretário-geral do partido, discordava dos acenos de Luciano Bivar a Lula.
ACM Neto foi o último presidente do DEM, criado a partir do PFL, onde o seu avô se tornou um dos principais caciques. Ele foi prefeito de Salvador por oito anos, entre 2013 e 2020. Também foi deputado federal entre 2003 e 2012.
Ronaldo Caiado durante sessão na CPI do MST, na Câmara, nesta quinta-feira (31).
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Ronaldo Caiado
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado anunciou nesta terça que o União Brasil apresentará uma denúncia contra Luciano Bivar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele diz que a sigla pedirá a cassação do mandato de deputado federal de Bivar.
Figurão do antigo PFL e do DEM, Caiado é uma das principais vozes contrárias à aproximação do União Brasil ao governo Lula. Em 2022, ele apoiou a campanha à reeleição de Jair Bolsonaro.
Internamente, membros do União Brasil afirmam que as movimentações de Caiado em apoio a Rueda indicam o desejo do governador de disputar a Presidência em 2026.
Atualmente no segundo mandato como chefe do Executivo de Goiás, Caiado foi senador e deputado federal, e está há mais de 30 anos na política.
O presidente da CCJ do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Davi Alcolumbre
Na gestão Rueda, Davi Alcolumbre ocupará o cargo de secretário-geral do União Brasil. Senador em segundo mandato, Alcolumbre tem escalado na vida política e conquistado cada vez mais espaço nas decisões partidárias — antes pelo DEM e, agora, pelo União — e internas do Senado.
Alcolumbre é visto pelos pares como um político cumpridor de acordos e de composição. Presidente do Senado durante os primeiros anos de governo Bolsonaro (2019 e 2021), ele esteve ao lado do então presidente.
Já no governo Lula, como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado — principal colegiado da Casa —, construiu novas pontes e foi fiador de votações essenciais do Planalto, como a indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele também foi responsável por indicar, em uma das vaga destinada ao partido na Esplanada de Lula, Waldez Goés para ocupar o Ministério do Desenvolvimento Regional.
Ao mesmo tempo, ele também acena à oposição, pautando, por exemplo, as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que restringem decisões monocráticas de ministros do Supremo e que proíbe o porte e posse de drogas.
Para colegas do Senado, Davi Alcolumbre já está em campanha para suceder Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no comando da Casa. Ele é apontado como favorito para presidir a Casa.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados