Economia
Selena Gomez se torna bilionária com marca de maquiagem Rare Beauty; fortuna é de US$ 1,3 bilhão
A empresa tem um valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões e fontes dizem que há outras companhias interessadas na marca. Selena Gomez posa no Festival de Cannes 2024
Valery Hache/AFP
A atriz e cantora Selena Gomez, de 32 anos, se tornou bilionária, com um patrimônio estimado em US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 7,3 bilhões) pelo ranking de bilionários da Bloomberg.
Com esse primeiro bilhão, ela é uma das pessoas mais jovens dos Estados Unidos a se tornar bilionária com dinheiro proveniente do seu próprio trabalho, o que lá fora é chamado de “self-made billionaire” (ou bilionário que se fez sozinho, na tradução livre).
A fortuna de Selena vem de diversas fontes, como seu trabalho como artista, propriedades e campanhas publicitárias no Instagram — plataforma em que ela é a terceira pessoa mais seguida do mundo, com 424 milhões de seguidores, atrás apenas dos jogadores de futebol Cristiano Ronaldo (638 milhões) e Lionel Messi (504 milhões).
No entanto, a maior parte de sua riqueza, cerca de 81,4%, vem de seu trabalho como empresária. Ela lançou, em 2020, a Rare Beuaty, marca de cosméticos que é sucesso nos Estados Unidos e vários países pelo mundo, inclusive o Brasil.
Em março deste ano, inclusive, fontes do convívio da cantora disseram à Bloomberg que Selena contratou assessores financeiros para avaliar ofertas de investimentos e até de aquisição da Rare Beauty. A empresa tem um valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões.
O sucesso da marca pode ser atribuído, em grande parte, ao vínculo com a geração Z (de pessoas nascidas entre 1995 e 2010. A empresa tem, principalmente, produtos líquidos e de fácil aplicação, que fazem parte de vários vídeos de tendências no TikTok desde o lançamento da marca.
Veja divisão de patrimônio de Selena Gomez
Participação na Rare Beauty: 81,4% (cerca de US$ 1,1 bilhão)
Publicidades: 6,9%
Turnês: 4,8%
Wondermind: 2,6%
Álbuns: 1,8%
Atuação: 1,3%
Streaming: 0,7%
Propriedades imobiliárias: 0,6%
Carreira artística
Selena ficou mundialmente conhecida com sua passagem, ainda na adolescência, por programas de grande sucesso da Disney, com destaque para “Os Feiticeiros de Waverly Place”, que contou com quatro temporadas e teve seu último episódio lançado em 2007.
Antes disso, já tinha passado por outros programas, como o popular “Barney e seus amigos”.
Em 2008, fundou a banda Selena Gomes & The Scene. O grupo lançou três álbuns de estúdio, que contou com sucessos como “A Year Without Rain” e “Love You Like A Love Song”, e se separou em 2012.
Depois disso, seguiu carreira solo e, em 2013, seu primeiro álbum estreou em primeiro lugar na lista da Billboard. Ela já emplacou diversas músicas na lista das mais ouvidas do mundo.
Atualmente, ela produz e atua na série “Only Murders in The Building”, da plataforma de streaming Hulu, lançada em 2021 e atualmente em sua quarta temporada.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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