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Política

Senador Alessandro Vieira se filia ao PSDB e pode disputar o governo de Sergipe

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Durante coletiva de imprensa, João Doria afirmou que nome de Vieira deve estar na disputa eleitoral. O senador não comentou o assunto, mas sua assessoria adiantou que uma definição deve acontecer nos próximos dias. Alessandro Vieira fala durante filiação ao PSDB
Reprodução/redes sociais
O senador Alessandro Vieira (SE) oficializou a sua filiação ao PSDB, no início da tarde desta segunda-feira (21), durante uma coletiva de imprensa realizada em São Paulo, que contou com a presença do governador do Estado de São Paulo e candidato à presidência pelo PSD, João Doria, entre outras autoridades. Vieira anunciou a saída do Cidadania para o PSDB na última semana.
“ Eu fico muito satisfeito em fazer esse ato de filiação aqui em São Paulo, porque São Paulo materializa seriedade, gestão e resultados. Se o Brasil tem uma chance de futuro, ela está numa verdade, naquilo que é sólido, que é testado, não está no populismo barato que nós vivenciamos nos extremos do Brasil. Esse populismo nos custou desemprego, vidas, resultados econômicos, saúde, desenvolvimento, mas é hora de dar um basta”, disse Alessandro.
Vieira destacou ainda que o estado de Sergipe precisa de uma ‘arrumação’. “O Nordeste é o lugar onde tenta-se fazer a mudança que o Brasil tanto precisa e só vamos conseguir isso deixando de lado a vaidade e apostando naquilo que fez funcionar São Paulo, Rio Grande do Sul e cidades e estados governados pelo PSDB. É nisso que eu acredito, é para isso que eu vou trabalhar. No Brasil e no estado de Sergipe, que também exige o mesmo choque, é preciso fortalecer a consciência de que é preciso arrumar a casa, abrir espaço, atender à sociedade e vamos fazer isso aqui no PSDB”.
Quando questionado se sua saída do Cidadania para o PSDB se deu por receio de que o Cidadania fosse engolido pelo PSDB, Alessandro respondeu: “eu sou um crítico da federação sem obras. Um trabalho árduo que os presidentes Bruno e Freire terão que fazer agora para garantir regras mínimas que preserve as construções nos municípios. Na construção nacional e até mesmo estadual, o caminho é mais simples, nós temos como fazer isto e todos têm tamanho e força para sentar à mesa, mas nos municípios não. Renovação na política é pra mim é uma peça fundamental e minha preocupação com relação à federação é que uma federação mal construída possa impedir a renovação nos municípios.
Alessandro Vieira se filia ao PSDB
Ascom/Alessandro Vieira
Em seu discurso, João Dória falou sobre a relação que possui com o estado de Sergipe e destacou o trabalho de Alessandro Vieira como senador. “Os que não sabem, eu tive um tio que foi governador do estado de Sergipe, chamava-se João Seixas Dória, e parte da minha família está lá no seu estado e na Bahia, onde nasceu o meu pai. Eu já era admirador do senador, Alessandro Vieira, desde o início do seu mandato, mas confesso que depois que assisti e acompanhei a CPI da Covid-19 no Senado Federal, eu não só mantive a minha posição como admirador, mas como entusiasta daquele que soube fazer o uso da palavra, do seu mandato, da justiça e defesa dos princípios da ciência, saúde e da vida para fazer na CPI, aquilo que a maioria expressiva dos brasileiros desejava. Diante dessas circunstâncias, trabalhamos para tê-lo no PSDB”, explicou.
Em seu discurso, Dória ressaltou ainda que a troca do Cidadania pelo partido foi harmônica e que Alessandro Vieira deve ser o candidato do partido ao governo do Estado de Sergipe. “A nossa defesa e do senador Alessandro Vieira não é partidária, muito menos pessoal. Aliás, fruto de várias conversas que tivemos ao longo dos últimos meses, é a defesa do Brasil e do povo brasileiro. Essa é a essência que nos move no nosso processo democrático de luta pela Presidência da República. O que me move nessa caminhada, como moverá o Alessandro Vieira para disputar o governo do estado Sergipe, é o sentimento de brasilidade, é a defesa da liberdade, da democracia, da saúde, da educação, da inclusão dos mais pobres e a pluralidade”, destacou ao anunciar o nome de Alessandro Vieira para disputa em Sergipe.
Apesar do anúncio feito por Doria, Vieira não comentou se vai disputar o governo do estado nas próximas eleições. A assessoria do político informou que é desejo do PSDB, mas que ainda depende de definições internas do grupo partidário do qual o político faz parte em Sergipe.
Quando ainda estava no Cidadania, no ano passado, ele chegou a se apresentar como pré-candidato à Presidência da República. No PSDB, o pré-candidato é o governador de São Paulo, João Doria.
Aliança
Durante o evento, o presidente do PSDB, Bruno Araújo, falou sobre a aliança do PSDB, MDB e União Brasil e sobre como ficaria a candidatura de Doria e Simone Tebet dentro desse ambiente.
“Só conseguimos sentar para discutir federação com o MDB e com União Brasil e, em seguida, não sendo possível, avançarmos na coligação nacional, porque o governador João Doria, Simone Tebet e União Brasil tiveram a predisposição, o espírito público, o espírito republicado de aceitar se condicionarem ao resultado dos critérios a serem escolhidos para escolha desse candidato único. O nosso pré-candidato a presidente [Dória], Simone Tebet e o candidato da União Brasil aceitaram pactuar a se submeter ao resultado que nós encontramos a partir dos critérios definidos. Estamos nos programando para no dia 6 abril fazer um evento político, unindo esses partidos para lançar o pilar de uma candidatura única, que pretendemos ter anunciada no dia primeiro de junho”.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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