Economia
Shein entra com pedido para fazer IPO nos Estados Unidos, diz agência
Com a empresa avaliada atualmente em mais de US$ 60 bilhões, a Shein pode ser tornar a empresa chinesa mais valiosa a abrir capital nos EUA. Shein – investimentos – Pará de Minas – Itaúna
Anna Lúcia Silva/Divulgação
A Shein, varejista de moda online chinesa, registrou um pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em Nova York. A informação é da agência Reuters.
De acordo com a agência, a Shein já submeteu os documentos para o IPO às autoridades da Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado financeiro dos EUA. A previsão das fontes ouvidas pela Reuters é de que a listagem possa acontecer ainda em 2023.
Com a empresa avaliada atualmente em mais de US$ 60 bilhões, a Shein pode ser tornar a empresa chinesa mais valiosa a abrir capital nos EUA.
O maior IPO de chineses na bolsa de Nova York foi da empresa Didi. Listada em 2021, a empresa passou a valer US$ 68 bilhões depois da abertura de capital. A companhia deixou a bolsa americana um ano depois, em meio à repressão de Pequim aos gigantes da tecnologia chineses por causa das regras antitruste e de segurança de dados.
A um pedido de comentário da Reuters, um porta-voz de Shein disse que a empresa “nega esses rumores”. A SEC se recusou a comentar.
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No Brasil
Em meio a polêmicas, a Shein está em plena expansão no mercado internacional. Por aqui, a empresa anunciou em abril que iria investir R$ 750 milhões no Brasil nos próximos anos para estabelecer uma rede com milhares de fabricantes do setor têxtil no país.
Segundo a gigante asiática de e-commerce, a ideia do investimento é fornecer tecnologia e treinamento a esses fabricantes para que eles atualizem seus modelos de produção e adotem um formato sob demanda da empresa.
A companhia asiática também anunciou um marketplace para produtos e vendedores no Brasil, com o intuito de “atender às demandas dos clientes por uma maior variedade de produtos e agilidade de entrega”.
Junto com outras varejistas chineses, a Shein está no centro de um debate de elisão fiscal em que empresas estariam se passando por pessoas físicas para enviar as encomendas internacionais e o cliente receber no Brasil sem cobrança de imposto.
O governo ainda discute internamente como fará a tributação das varejistas para adequá-las às regras de importação.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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