Economia
Societé General, BNP Paribas e HSBC são alvo de buscas em investigação sobre lavagem de dinheiro na França
Os bancos Exane e Natixis também são alvo de buscas. A investigação analisa a prática de ‘cum-cum’, que consiste na sonegação de impostos por clientes sobre dividendos via estruturas legais complexas. Prédio do HSBC em Canary Wharf, Londres. Foto de 21 de fevereiro de 2019.
Reuters
Autoridades francesas revistaram nesta terça-feira (28) os escritórios de grandes bancos, como Société Générale, BNP Paribas, Exane, Natixis e HSBC, por suspeita de lavagem de dinheiro e fraude fiscal, disse à Reuters um porta-voz da procuradoria financeira do Parquet national financier (PNF; órgão francês responsável por investigar crimes financeiros).
O porta-voz confirmou relatórios anteriores do jornal Le Monde, que diziam que a investigação estava ligada à redução de dividendos.
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O PNF disse que cinco investigações estavam em andamento ligadas às práticas chamadas de “cum-cum”, que consiste na sonegação de impostos por clientes sobre dividendos via estruturas legais complexas
“As operações em curso, que exigiram vários meses de preparação, estão a ser realizadas por 16 juízes de instrução e mais de 150 agentes de investigação”, refere o PNF em comunicado divulgado por volta do meio-dia de terça-feira.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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