Política
STF julga denúncias contra mais 250 suspeitos de envolvimento em atos golpistas de 8 de janeiro; veja quem são
Os ministros julgam, no plenário virtual, denúncias oferecidas pela Procuradoria-Geral da República. Até o momento, corte tornou réus 300 suspeitos de envolvimento nos atos. Criminosos são vistos através de janela vandalizada do Palácio do Planalto, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023
Adriano Machado/Reuters
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou nesta quarta-feira (3) a analisar se torna réus um grupo de 250 denunciados por suspeita de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro em Brasília. O primeiro a votar foi o ministro Alexandre de Moraes, que aceitou a denúncia contra os acusados.
Este é o terceiro grupo de investigados que terão seus casos avaliados pelo STF. Caso a corte forme maioria para tornar réus os nomes do terceiro grupo, o número de denúncias aceitas sobe para 550.
Nos dois julgamentos anteriores, o Supremo decidiu aceitar denúncias contra 300 pessoas. Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) ofereceu 1.290 denúncias contra investigados pelos atos golpistas.
Durante a invasão, foram depredados o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, num ataque à democracia sem precedentes na história do Brasil. Terroristas quebraram vidraças e móveis, vandalizaram obras de arte e objetos históricos, invadiram gabinetes de autoridades, rasgaram documentos e roubaram armas.
Veja alguns dos bolsonaristas que terão seus casos analisados pelo STF:
Adalto da Silva Araújo tem 43 anos e é morador de Feira de Santana (BA). Em depoimento à Polícia Civil, o baiano disse que viu a multidão entrar no prédio da Esplanada, quebrar vidros, mas não participou dos atos de vandalismo. Ele também contou que soube da manifestação por meio das redes sociais e que o veículo pertence a “Mineiro”. Adalton também contou que soube da manifestação por meio das redes sociais e que o veículo pertence a “Mineiro”. Ele tem o ensino básico incompleto e disse ser evangélico.
Alexsandra Aparecida da Silva é de Fama (MG). Conhecida como Leca, Alexsandra é ex-conselheira tutelar. Em sua rede social, há diversas postagens em que questiona o resultado das urnas e também pede a intervenção das forças armadas. É uma das pessoas que tiveram a prisão convertida de provisória para preventiva pelo STF.
Alexsandra Aparecida da Silva, de Fama, presa durante ataques a Brasília em 8 de janeiro
Reprodução / Facebook
Ana Maria Anja Cardoso é de Franca (SP).
Ana Paula Favero de Oliveira 45 anos, é uma comerciante de Poços de Caldas (MG). É conhecida na cidade por trabalho feito na área de proteção animal e possui uma empresa no ramo de alimentação.
André Kelvis Pereira da Conceição é um cantor gospel e youtuber de Goiás.
Ataques a Brasília: Cantor gospel André Kelvis posta vídeos no Congresso durante invasão
Reprodução/Redes sociais
André Luiz Vilela é de Juscimeira (MT) e foi preso dentro do Congresso Nacional.
Antonio Cardoso Pereira Júnior é de São José do Rio Preto (SP).
Beatriz Daiane Tosta Laudino é de Mirassol (SP).
Camila Mendonça Marques tem 35 anos e é empresária. Moradora da região Sul de Santa Catarina, ela consta na lista dos detidos em flagrante divulgada pelo Supremo Tribunal Federa (STF).
Camila Mendonca Marques foi presa após ato em 8 de janeiro
Reprodução/Redes Sociais
Carlos Alberto da Silva Nascimento tem 37 anos e é morador de Sumaré (SP).
Carlos Roberto Silva Santos é de Mato Grosso do Sul.
Ceila Michelle Pilocelli é de Mato Grosso do Sul.
Claudete Aparecida Tristão tem 52 anos e é moradora do distrito de São Bartolomeu de Minas, em Cabo Verde (MG). No Portal da Transparência do governo, aparece como beneficiária de benefício social na cidade de São João da Boa Vista (SP).
Claudia Augusta Gioppo Franco tem 56 anos e é moradora de Limeira (SP).
Claudinei Pego da Silva de 42 anos, é de Belo Horizonte e tem um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de uma empresa de lanternagem e pintura na Região Noroeste da capital mineira. De acordo com dados do Portal da Transparência, da Corregedoria-Geral da União, ele recebeu R$ 8.650 de auxílio emergencial entre junho de 2020 e outubro de 2021. Crisleide Gregório Ramos tem 28 anos e é moradora de Campinas (SP).
Cláudio Antônio Mesquita Peralta tem 59 anos e é de Bagé (RS).
Cláudio da Silva é de Poços de Caldas (MG) e teve sua prisão convertida de provisória para preventiva pelo STF.
Daniel Rodrigues Machado é de Mato Grosso do Sul.
Davi Emanuel Pereira Domiciano tem 41 anos e é morador de Sumaré (SP). Em depoimento à polícia, Davi contou que “após subir a rampa, parte do grupo tentou fugir dos gases e resolveu entrar para se abrigar e ajudar outras pessoas”. De acordo com ele, “o Exército já estava lá dentro, deixando as pessoas com a sensação de estarem seguras”.
Dirceu Ribeiro de Assunção tem 54 anos e é morador de Nova Odessa (SP). Em depoimento, o motorista de aplicativo disse à polícia que chegou à Brasília no sábado (7), véspera dos atos terroristas. Além disso, Dirceu afirmou que pagou R$ 250 para ir até a capital federal de ônibus fretado e que entrou no Planalto apenas para conhecer o local.
Edimar Aparecido Martins Escanhoela foi candidato em 2020 a vereador em Birigui (SP), pelo Partido Verde. Ele recebeu 263 votos e foi eleito como suplente.
Edimar Aparecido Martins Escanhoela
Reprodução
Edinéia Paes da Silva dos Santos tem 37 anos e é moradora de Americana (SP).
Edna Dias Sales é de Mato Grosso do Sul.
Elias Alves da Silva tem 34 anos e é de Poços de Caldas (MG). Elias é microempreendedor individual e possui uma empresa no setor de transportes de passageiros e fretamento. Conforme registrado nas redes sociais, estaria em Brasília pelo menos desde 31 de dezembro. Nas redes sociais, fez várias postagens em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral.
Elias Alves da Silva, 34 anos, de Poços de Caldas, preso durante ataques em Brasília
Reprodução Facebook
Eliel Alves é de Mato Grosso do Sul.
Fabiana Sanches do Prado, de Poços de Caldas (MG), é esteticista e considerada uma das articuladoras do movimento bolsonarista na cidade. Nas redes sociais, publicou fotos e vídeos de sua atuação, inclusive na organização da caravana rumo a Brasília. É natural de Muzambinho (MG).
Filipe Cerqueira de Santana é da Bahia.
Francisca Elisete Cavalcante Farias é autônoma e moradora de Marabá (PA).
Francismar Aparecido da Silva tem 46 anos e é de Itajubá (MG). Ele é pastor presidente no Ministério Evangelístico Apascentar. Francismar também foi candidato a vereador nas eleições de 2020 pelo Patriotas, obteve 278 votos, mas não foi eleito.
Pastor de Itajubá está entre os presos de ataques golpistas em Brasília
Reprodução Redes Sociais
Frankin Guerra Lamoglia é Guarda Municipal da Prefeitura de Itajubá (MG). Segundo seu perfil em uma rede social, trabalhou como chefe escotista no Grupo Escoteiro de Itajubá. Também foi 3ª sargento do Exército. Também fez várias postagens convocando para os atos em Brasília, além de fotos próprias em manifestações em frente ao quartel do Exército da cidade.
Franklin Guerra Lamoglia, de Itajubá, preso nos ataques em Brasília
Reprodução Facebook
Gennaro Vela Neto concorreu as eleições em 2022 e foi eleito deputado federal suplente pelo PL. Natural de Curitiba (PR), o empresário tem 43 anos e se define cientista político “com visão holística e sustentável”. Obteve 640 votos. Se autodeclarou pardo ao TSE.
Gennaro Vela Neto
Reprodução
Geraldo Aparecido de Oliveira é de Franca (SP).
Gilcemar Faria de Oliveira, é de Itajubá (MG), e teve a prisão convertida de provisória para preventiva pelo STF. Ele aparece nas redes sociais como apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em uma das postagens, feita quatro dias antes do ataque em Brasília, ele fez pedidos de doação de alimentos e PIX, além de convidar os seguidores para ir à capital federal. Na mesma publicação, ele colocou uma imagem com a bandeira do Brasil com a frase “Liberdade não se ganha, se toma!”. Conforme fotos disponibilizadas na mesma rede social, Gilcemar era uma das pessoas que frequentava o acampamento bolsonarista que ficou no quartel do Exército da cidade desde o fim da eleição no ano passado até o dia 10 de janeiro.
Gilcemar Faria de Oliveira, de Itajubá (MG), ao lado de um totem do ex-presidente Jair Bolsonaro; ele foi preso após ataques em Brasília (DF)
Redes sociais
Givair Batista Souza tem 49 anos e é de Sumaré (SP).
Gustavo Barco Ravenna embarcou para Brasília em um ônibus que saiu de Votuporanga (SP)
Gustavo Henrique Gerônimo de Assis Silva tem 23 anos e é de Passos (MG). É microempreendedor individual do ramo de instalações hidráulicas, sanitárias e de gás. Teve a prisão convertida de provisória para preventiva pelo STF.
Hedio Minoru Hiratuka tem 51 anos e é de Mogi das Cruzes (SP). É empresário e possui uma empresa de cosméticos na cidade. Segundo o Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, Hiratuka recebeu um total R$ 5.250 do Auxílio Emergencial durante 2020 e 2021. O benefício foi concedido pelo governo federal durante a pandemia de Covid-19.
Nome de empresário que mora em Mogi das Cruzes aparece na lista de presos por atos terroristas em Brasília
Redes sociais/Reprodução
Holvery Rodrigues Bonilha, 1º tenente da reserva da Brigada Militar (BM), tem 53 anos e é do Rio Grande do Sul. Ingressou na Corporação em 1994. A defesa de Holvery afirma que o militar chegou em Brasília após os atos, sendo preso na segunda-feira (9). “Está detido irregularmente, sem observar sua condição e prerrogativa de militar, sendo que a defesa já se manifestou hoje, 15 de janeiro, por sua transferência e soltura. A inocência será comprovada no curso do processo, ele que tem ilibada conduta civil e militar”, diz o advogado Milton Arruda.
Iolanda Vieira Oliveira é da Bahia.
Ivett Maria Keller, é de Santa Maria (RS), e tem 57 anos. Conforme perfil nas redes sociais, é sócia de uma revenda de semijoias. Nas redes sociais, ela fez diversas publicações de apoio a Bolsonaro. O g1 não localizou a defesa de Ivett. Contatada pela reportagem, a empresa disse ter conhecimento da detenção dela, mas não quis se manifestar.
Jacira Maria da Costa Silva é de Mato Grosso.
Jair Domingues de Morais é de Fernandópolis (SP).
James Miranda Lemos é microempresário, dono de alguns negócios em João Pessoa. Um deles é um estabelecimento de comércio varejista, localizado no Bairro dos Novais, que vende produtos em geral. Além disso, ele também é dono de uma academia na Avenida José Bonifácio, no bairro de Oitizeiro. O capital social da academia gira em torno de R$ 100 mil. O g1 não conseguiu localizar a defesa dele.
James Lemos é um dos bolsonaristas radicais envolvidos nos atos antidemocráticos em Brasília
Reprodução/Instagram
Janaílson Alves da Silva tem 26 anos e é de Água Azul do Norte (PA). No depoimento, ele informou que saiu de Água Azul do Norte e foi para Brasília em 12 de novembro de 2022 acampar em frente ao QG do Exército. Ainda segundo o paraense preso, quando a comida enviada do Pará acabava no acampamento bolsonarista, os fazendeiros de sua cidade de origem faziam PIX para a conta de um dos radicais acampados. Este ficava responsável, então, por comprar os mantimentos necessários.
Jean Brito da Silva tem 26 anos e é natural de Sinop (MT).
José Carlos Galanti tem 63 anos e mora em São Paulo. Em depoimento, ele disse que a ida a Brasília foi financiada por um empresário de São Pedro (SP). Ele disse ainda que ficou sabendo de uma manifestação por meio “das redes sociais” e por amigos.
José Cézar Duarte Carlos tem 32 anos e é de Belo Horizonte (MG). Conforme o Portal da Transparência, ele foi beneficiário do auxílio emergencial e recebeu 14 parcelas, de abril de 2020 a agosto de 2021, totalizando R$ 4.950. Em nome dele existe um CNPJ de uma empresa que produz bolos confeitados, fundada em setembro de 2018, no Centro da capital mineira, em que “sua atividade principal é lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares”.
José Gilmar de Oliveira Melo, tem 44 anos e é morador de Guarujá, litoral de São Paulo. Ele alegou, em depoimento à Polícia Civil, ter ido a Brasília em um ônibus fretado para uma manifestação pacífica em apoio às forças armadas.
Julio Cesar de Oliveira Ciscouto, tem 73 anos e é de Belo Horizonte (MG). O empresário foi preso em flagrante por corrupção ativa suspeito de tentar subornar um policial civil durante os atos terroristas na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8/1. Julio Cesar ofereceu R$ 5 mil a agente para que o celular dele não fosse apreendido. A defesa de Ciscouto nega tentativa de suborno.
Juvenal Alves Correa de Albuquerque tem 30 anos e é empresário na área de instalação e manutenção elétrica. Ele é morador de Cuiabá.
Kingo Takahashi é empresário de Votuporanga (SP). Em vídeos publicados nas redes sociais, Kingo aparece perto da rampa do Congresso Nacional, acompanhado de outros terroristas que participaram dos atos antidemocráticos ocorridos no dia 8 de janeiro.
Kingo Takahashi durante invasão à Praça dos Três Poderes
Arquivo Pessoal
Leandro Alves Martins, é engenheiro e morador de Sinop (MT).
Veja a lista de denunciados:
Amarildo Rodrigues da Silva
Amauri Silva
Ana Carolina Marte Silva
Ana Dantas
Ana Maria Anja Cardoso
Ana Paula Bernardes
Ana Paula De Medeiros Vieira Tronco
Ana Paula Fávero de Oliveira
Ana Paula Nóbrega
Anderson Marques Mendes
Anderson Novais de Paula
Andineia Martins
Andrea Alves Bernardo Ronchi
Antonio Cardoso Pereira Junior
Antônio Carlos de Sousa
Antonio Francisco Moreira
Antonio Marcos Barbosa da Silva Brunetta
Antônio Plantes da Silveira
Antônio Valdenir Caliare
Apolo Carvalho da Silva
Araceli Scartezini Donadello
Armando Prauze
Arnaldo José Back
Arthur de Lima Timoteo
Beatriz Daiane Tosta Laudino
Benicio Vieira de Sousa
Bernardo Oliveira Andrade
Brayan Lucas de Oliveira Costa
Candida Moreira Borges Filipak
Carla Back
Carla Cristina Machado
Carlos Gasparin
Carlos Rogerio Coimbra
Cassius Alex Schons de Oliveira
Ceila Michelle Pilocelli
Celestina de Morais Aureliano
Celina Maria Pereira da Silva
Cesar Santos De Lima
Citer Motta Costa
Claudete Aparecida Tristão
Cláudia Delani Ponikierski Becher
Cláudio Antônio Mesquita Peralta
Cláudio da Silva
Claudio Servelin
Claudir Gasparin
Clebson da Silva Nascimento
Cleiton Cordeiro Gouvea de Souza
Clodoaldo Henrique
Cristian Simões Gobbi
Dalvides Aires dos Santos
Daniel de Oliveira Araujo
Daniel dos Santos Bispo
Daniel José de Maio
Daniel Luciano Bressan
Daniel Rodrigues Machado
Danilo Pereira de Oliveira dos Santos
Darlene da Silva Costa
Darley Silva Neves
Davi Alves Viegas da Silva
Davi Jesse da Silva
Dayane Soares de Carvalho Surnogne
Delia Gonçalves de Oliveira Galli
Denise de Almeida Sant’ana
Devair Henrique da Freiria
Dirce Gonçalves dos Santos
Dirlei Ricardo de Medeiros
Divanio Natal Gonçalves
Drildo Alves de Melo
Durcilene Pires da Silva
Edgar Coelho dos Santos
Edimar Aparecido Martins Escanhoela
Edimar Macêdo e Silva
Edineia Fátima da Silva Sérgio
Édipo Da Silva dos Anjos
Edna Aparecida de Araujo Frade
Edna Borges Correa
Edna Dias Sales
Edriel Martins Oliveira de Souza Fonseca
Edu Marcos Coronel
Eduardo Antonio Roca
Eduardo Gadotti Murara
Eleonor Claudio Sordi
Eliana Passos da Costa
Eliana Teixeira Garcia Ciriaco
Eliane De Jesus da Silva Oliveira
Eliane Oelke
Elias Alves da Silva
Eliel Alves
Elielson dos Santos
Eliete Nunes
Elisangela Maria de Jesus Moura
Elisiane Lucia Harms
Eloisa Chileze Souza Lima
Eric Vinicius Silva Ribeiro
Eriel Vargas de Lima
Erisvaldo Gonçalves Rodrigues
Erivan Bezerra Gomes
Erivelton Aparecido Canova
Etelma Astrogilda Nazário Rosa
Euzeni Alves de Souza
Ezequiel da Silva Lima de Andrade
Ezequiel de Oliveira Sousa
Ezio Guilherme da Silva
Fabiana Sanches do Prado
Fabio Adriano Menezes do Rosário
Fabrícia Lúcia da Silva Rodrigues
Fernando Henrique Faria
Filipe Cerqueira de Santana
Flávio Ricardo Bianchini Kanbach
Francisca Elisete Cavalcante Farias
Francisca Maria dos Santos Gomes
Francisco de Assis Pimenta
Francisco Kruze Oliveira
Francismar Aparecido da Silva
Frankin Guerra Lamoglia
Gabriel Corgosinho Nogueira
Galeno de Araujo Costa
Geneilson Santana Dantas
Gennaro Vela Neto
Geraldo Aparecido de Oliveira
Gerson Aparecido Gomes
Gesislaine Aparecida Teodoro dos Santos
Gibrail Pereira de Souza
Gilcemar Faria de Oliveira
Gilmar Procópio Ramos
Gilvan Rodrigues dos Santos
Gislaine da Costa Cruz Medeiros
Glaucia Maria Rabelo Cruz
Glaucio Mota Gonçalves
Glederson Henrique Ribeiro
Graco Magnus Mengue
Guilherme Cazelli Conde
Guilherme Marianelli
Gustavo Barco Ravenna
Gustavo Henrique Geronimo de Assis Silva
Hedio Minoru Hiratuka
Hélio de Souza Matos
Helio José Ribeiro
Helion Ferreira dos Santos
Helmi Tavares de Oliveira
Hermes Tandler de Oliveira
Hildebrand Santiago Silva
Holvery Rodrigues Bonilha
Hugo Kenji Prado
Iara Solange Soares Gimenes
Ieda Ferreira Andraski
Igor Henrique Miranda dos Santos
Indianara Correa
Iolanda Vieira Oliveira
Iraçuí dos Santos
Isaias Ribeiro Serra Junior
Ivanildo de Freitas
Ivett Maria Keller
Ivonaide Pinto
Jacira dos Reis Martins
Jacira Maria da Costa Silva
Jackson Augusto dos Santos
Jacqueline Spirlandeli
Jaderson Schneider
Jamerson Cassimiro da Silva Alves
James Miranda Lemos
Jamil Vanderlino de Siqueira
Jean Carlos Felski Conte
Jessé de Oliveira Vicente
Jhon Manoel de Oliveira
Joander Paulo Alves Oliveira
João Barbosa de Sousa Junior
João Batista Borges Corrêa
João Batista e Souza
João Carlos de Borba
João Carlos Lourenço
João Luiz Pontes
João Paulo dos Santos
João Pedro dos Santos
João Sirqueira Araújo
Jocimar dos Santos
Adaildo Alves Santana
Adriana Camargo da Silva Lemes
Alexsandra Aparecida da Silva
Amarildo Gerson Beckmann
Anderson Braz dos Santos
Andrey Farias Santos
Angela Maria Correia Nunes
Antonio Lucilane de Lima
Antonio Marques da Silva
Carlos Alberto da Silva Nascimento
Cecil de Faria Garcia
Cesar Luis Tavares
Chastine José Furtado Nobre
Claudia Augusta Gioppo Franco
Daego da Costa Santos de Souza
Dalvina Severino de Queiroz
Daniela Gonçalves Brandão
Darisa Gorziza da Maia
Debora Candida Gimenez
Duarte Irias Franco Queiroz
Eduardo Mota dos Santos
Emerson Costa
Fatima Jecele Magon
Francisco Correa de Melo Xavier
Jair Domingues de Morais
Jesse Lane Pereira Leite
João José Cardoso
Jose Carlos Galanti
Miguel Candido da Silva
Adalgiza Maria Dourado
Adalto da Silva Araujo
Aldir Arruda Lins
Alice Nascimento dos Santos
Ana Elza Pereira da Silva
Ana Paula de Souza
Andre Kelvis Pereira da Conceição
André Luiz Vilela
Antônio Geovane Sousa de Sousa
Ary Marcos de Paula Barbara
Camila Mendonça Marques
Carlos Alberto dos Santos Queiroz
Carlos Antonio Silva
Carlos Roberto Silva Santos
Claudinei Pego da Silva
Crisleide Gregorio Ramos
Danyele Kristy Santos Rios da Silva
Davi Emanuel Pereira Domiciano
Debora Chaves Spina Caiado
Deivison Barbosa Lopes
Dirceu Ribeiro da Assunsao
Edinéia Paes da Silva dos Santos
Francisco Gomes de Morais
Gabriel Lucas Lott Pereira
Geraldo Filipe da Silva
Gisele do Rocio Bejes
Givair Batista Souza
Igilso Manoel de Lima
Ines Izabel Pereira
Janailson Alves da Silva
Jaqueline Freitas Gimenez
Jean de Brito da Silva
João Antônio Pereira
João Batista de Castro
Jorginho Cardoso de Azevedo
Jose Cezar Duarte Carlos
Jose Gilmar de Oliveira Melo
Josias Carneiro de Almeida
Jucilene Costa do Nascimento
Julio Cesar de Oliveira Ciscouto
Juvenal Alves Correa de Albuquerque
Kingo Takahashi
Leandro Alves Martins
Lucenir Bernardes da Silva
Lucinei Tuzi Casagrande Hilebrand
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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