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Política

Tarcísio anuncia ex-assessor de Guedes para secretaria da Fazenda e chefes das Polícias Civil e Militar

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Também foi confirmado o nome de Wagner Rosário, atual ministro da Controladoria-Geral da União, para o cargo de Controlador-Geral do Estado. Tarcísio anuncia ex-assessor de Guedes para Secretaria da Fazenda e chefes das Polícias Civil e Militar
Divulgação/Vinicius Rosa
Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador eleito de São Paulo, anunciou nesta terça-feira (13) mais seis nomes de integrantes do novo governo, que assumirá a partir de 1º de janeiro de 2023.
Com os novos integrantes, chega a 21 o número de secretários anunciados por Tarcísio, além dos escolhidos para empresas e autarquias estaduais.
Entre os anunciados está o economista Samuel Kinoshita para ocupar o cargo de Secretário Estadual de Planejamento e Fazenda. Ele foi assessor especial do ministro da Economia Paulo Guedes de 2019 a 2021, e é membro do conselho fiscal do Banco do Brasil desde 2020.
Samuel é graduado em economia pelo Insper, mestre em economia pela Universitat Pompeu Fabra (Barcelona) e mestre em estatística pela Columbia University (Nova Iorque). Trabalhou em gestão de investimentos e consultorias econômicas, como BTG Pactual, Kapitalo Investimentos, Bozano Investimentos e Ideias Consultoria.
“O Samuel foi da equipe do Paulo Guedes, nos acompanha desde o início da nossa campanha e esteve no desenvolvimento do nosso Plano de Governo. A secretaria vai envolver as áreas de Planejamento, Orçamento, Receita e Tesouro”, destacou Tarcísio de Freitas.
Wagner de Campos Rosário comandará a Controladoria Geral do Estado de SP. Ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) desde junho de 2017, é graduado e pós-graduado em Ciências Militares pela Academia das Agulhas Negras e pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, e é mestre em Combate à Corrupção e Estado de Direito pela Universidade de Salamanca (Espanha).
Foi o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro da instituição.
Tarcísio anuncia novos nomes de sua equipe
Divulgação/Vinicius Rosa
Polícia Civil e Polícia Militar
O delegado Osvaldo Nico Gonçalves será Secretário-Executivo da SSP. Atual delegado Geral de Polícia Civil do Estado de São Paulo, Nico iniciou a carreira como investigador de Polícia e, em 1992, se tornou delegado de Polícia.
Ele fundou o primeiro Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil e foi o primeiro delegado de polícia piloto desta unidade especializada. Criou o grupo antibombas, no Garra. Em 2019, tornou-se o primeiro Diretor do Departamento de Operações Policiais Especializadas (DOPE).
O delegado Artur José Dian foi escolhido para ser o Delegado-Geral da Polícia Civil de São Paulo. Ele ingressou na Polícia Civil do Estado de São Paulo em 1993 no cargo de investigador de Polícia.
Exerceu funções no Grupo de Operações Especiais (GOE/DECAP), na Divisão de Investigações sobre Furto e Roubo de Veículos, no Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos/Garra-Deic e na Delegacia de Extorsões.
No início de 2022, passou a exercer a função de Delegado Divisionário de Polícia da Divisão de Operações Especiais/DOE e, em maio desde ano, nomeado Delegado de Polícia Diretor do DOPE.
Para o Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo foi nomeado o coronel da PM Cássio Araújo de Freitas. Ele é bacharel, mestre e doutor em ciências policiais de segurança e ordem pública. Atualmente comanda o Policiamento Metropolitano, que abrange 38 municípios.
Coronel Henguel Ricardo Pereira foi nomeado como Secretário Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Defesa Civil. Pós-graduado em Engenharia Civil e formado em Direito, ingressou na Polícia Militar em 1989.
Cursou mestrado e doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública pela Polícia Militar. Também chefiou a Defesa Civil e integrou o Comando de Policiamento de Choque, o Corpo de Bombeiros e a Assessoria Policial Militar da Secretaria da Segurança Pública, exercendo o Comando de Policiamento de Área 3 – Zona Norte.
Outros nomes
Os novos secretários anunciados pelo governo de transição: Caio Paes de Andrade (Gestão e governo Digital), coronel Sérgio Codelo (DER), Lais Vita (Comunicação) e Lucas Ferraz (Relações Internacionais).
Montagem/g1/Divulgação
No dia 6 de dezembro, a equipe de transição do governador eleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), divulgou quatro nomes de integrantes do novo governo, que assumirá a partir de 1º de janeiro de 2023.
Entre os anunciados pelo coordenador da transição, Guilherme Afif Domingos, estão três novos secretários: Caio Paes de Andrade, atual presidente da Petrobras, que comandará a pasta de Gestão e Governo Digital, Lucas Ferraz, na Secretaria de Assuntos Internacionais e a jornalista Lais Vita na Secretaria Especial da Comunicação.
O coronel Sérgio Codelo comandará o Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
Veja abaixo os nomes que já foram anunciados:
Educação: Renato Feder
Saúde: Eleuses Paiva (PSD)
Casa Civil: Arthur Lima
Infraestrutura, Meio Ambiente, Logística e Transportes: Natália Resende
Governo: Gilberto Kassab (PSD)
Segurança Pública: Guilherme Muraro Derrite (PL)
Turismo: Roberto de Lucena (Republicanos)
Gestão e Governo Digital: Caio Paes de Andrade
Comunicação: Laís Vita
Assuntos Internacionais: Lucas Ferraz
Projetos e Investimentos: Rafael Antônio Cren Benini
Procuradoria Geral do Estado: Inês Coimbra
Instituto Butantan: Esper Kallás
Departamento de Estradas de Rodagem (DER): Coronel Sergio Codelo
Projetos e Investimentos: Rafael Benini
Os nomes já anunciados por Tarcísio de Freitas para compor o secretariado de 2023: Renato Feder (Educação), Eleuses Paiva (Saúde), Arthur Lima (Casa Civil), Natália Resende (Infraestrutura, Meio Ambiente, Logística e Transportes), Gilberto Kassab (Governo), Guilherme Muraro Derrite (Segurança Pública), Roberto de Lucena (Turismo), Caio Paes de Andrade (Gestão), Lais Vita (Comunicação) e Lucas Ferraz (Assuntos Internacionais).
Montagem/g1

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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