Economia
Taxa de Trump para Brasil ‘não tem motivo econômico, fica claro que é decisão política’, diz economista
Taxa de Trump ao Brasil não é decisão econômica, e sim política, diz economista
O economista Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, afirmou que a decisão de Donald Trump de taxar os produtos brasileiros em 50%, anunciada nesta quarta-feira (9), é uma decisão política, não econômica.
Em entrevista à GloboNews, o economista disse que o fato de o Brasil não ter um saldo superavitário (mais exportações do que importações) na relação comercial com os Estados Unidos e a menção que Trump fez a Jair Bolsonaro no comunicado indicam que o motivo para a tarifa não é econômico.
“O Brasil tem déficit com os EUA. Não é um déficit monumental, fica em R$ 1,2 bilhão nos últimos 12 meses, e normalmente não entraria naqueles [países] que, na visão do Trump causam ‘prejuízo gigantesco’”, disse Schwartsman em entrevista à GloboNews.
Segundo o economista, Trump considera que “déficit é igual a prejuízo”, o que “não poderia ser mais longe da verdade”.
“Mas, da maneira que ele entende, não teria nenhum motivo econômico, mesmo nessa interpretação equivocada, de alvejar o país. Fica muito claro que a medida foi tomada por razões políticas – em particular, ele mencionou a iminente condenação do Bolsonaro”, disse ele.
Presidente dos EUA, Donald Trump
WIN MCNAMEE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


