Política
‘Tony & Thaís’: conheça a lanchonete de São Paulo onde quatro presidentes gastaram R$ 1,5 milhão
Nos últimos quatro mandatos presidenciais, 31 servidores utilizaram cartão oficial em compras no comércio da Zona Sul. Bolsonaro foi o que mais gastou em um só dia: R$ 62,2 mil em 15 de abril de 2022. Fachada do restaurante Tony & Thaís, localizado na Zona Sul de São Paulo
Gustavo Honório/g1 SP
Uma lanchonete no Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo, é o “point” do governo federal desde 2006. A lanchonete Tony & Thaís recebeu pouco mais de R$ 1,5 milhão, valor não corrigido pela inflação, por meio de compras com cartão corporativo dos últimos quatro presidentes da República.
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O maior gasto aconteceu no governo Bolsonaro: foram R$ 626 mil nos quatro anos de mandato. Em um único dia, por exemplo, foram desembolsados R$ 62,2 mil no local, no dia em que o ex-presidente participou de uma motociata na capital paulista (confira abaixo valores de outros governos). Os primeiros dados da planilha dos cartões corporativos a qual o g1 teve acesso começam em 2003.
Governo Lula: R$ 117.472,50 em pouco mais de 4 anos e meio
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 294,8 mil
Governo Dilma – R$ 353.119 em quase 6 anos de mandato
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 715,3 mil
Governo Temer – R$ 404.030 em pouco mais de 2 anos de mandato
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 554,6 mil
Governo Bolsonaro – R$ 626.363 em 4 anos de mandato
No total, foram gastos R$ 2,1 milhões em valor corrigido.
Na quinta-feira (12), o g1 esteve no estabelecimento, que se assemelha a muitos bares e lanchonetes de São Paulo:
A lanchonete é simples e possui dois ambientes;
A parte térrea conta com 13 mesas no salão e algumas na calçada;
No andar superior, que estava fechado, é servido um buffet;
A cozinha aparenta ser pequena, incapaz de produzir refeições em larga escala;
Os preços no cardápio estão dentro da média para a região;
Suco natural por R$ 9;
Prato-feito de filé de frango por R$ 25;
Hambúrguer por R$ 25;
O item mais caro é uma feijoada que serve três pessoas: R$ 90;
Em nota divulgada em rede social, a lanchonete disse que “sempre atendeu a todos, sem nenhuma restrição e, que nossas ações são e sempre foram embasadas no poder da lei”.
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Parte interna da lanchonete Tony e Thaís
Deslange Paiva/g1 SP
O servidor Alexandre Silva Almeida, que exerce o cargo de motorista oficial da Presidência da República, realizou compras com o cartão oficial na lanchonete em todos os quatro governos.
No total, ele gastou R$ 303.982,00 em 74 compras. Foi Alexandre que realizou as compras de Bolsonaro que totalizaram em R$ 62,2 mil no dia em que o ex-presidente participou de uma motociata na capital paulista.
Segundo o Portal da Transparência do governo federal, Alexandre está no cargo de motorista desde 2005, mas ingressou no serviço público em 1995. Ele realizou os seguintes gastos:
Governo Lula (2006-2010): 7 compras, totalizando R$ 14.791;
Dilma (2011-2016): 27 compras, totalizando R$ 71.280;
Temer (2016-2018) : 22 compras, totalizando R$ 94.925;
Bolsonaro: (2019-2022): 17 compras, totalizando R$ 122.986.
Um outro servidor, que o g1 não conseguiu identificar, gastou o total de R$ 169.557 na lanchonete:
Governo Lula (2006-2010): 3 compras, totalizando R$ 9.282;
Dilma (2011-2016): 26 compras, totalizando R$ 48.299;
Temer (2016-2018): 22 compras, totalizando R$ 79.450;
Bolsonaro: (2019-2022): 7 compras, totalizando R$ 32.526.
Ao todo, 31 servidores diferentes realizaram compras no cartão ao longo dos quatro governos.
O g1 pediu uma refeição simples no Tony & Thaís
Deslange Paiva/g1 SP
Quem utilizou os cartões corporativos?
As pessoas responsáveis pelos gastos não são diretamente os presidentes da República. São servidores do governo federal.
Na planilha de gastos com cartão corporativo disponível na página da Secretaria-Geral da Presidência da República, a única identificação possível são os seis dígitos do meio do CPF dos servidores. Não há menção ao cargo, por exemplo.
O g1 perguntou ao atual governo federal quem são as pessoas autorizadas a utilizar os cartões, se elas precisam de autorização para efetuar compras e qual o limite de gastos por pessoa. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno da demanda.
Gastos dos últimos quatro governos na lanchonete
Nesta quinta (12), o governo federal divulgou o detalhamento dos gastos em cartões corporativos da Presidência da República durante o governo do presidente Jair Bolsonaro. Ao todo, foram R$ 27,6 milhões em gastos.
O governo também hospedou, nesse link, os gastos com cartões da Presidência desde 2003, primeiro ano do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os dados foram incluídos no último dia 6 no repositório de informações classificadas da Secretaria-Geral da Presidência da República, e identificados nesta semana pela agência de dados públicos Fiquem Sabendo – especializada em pedidos pela Lei de Acesso à Informação (LAI).
Confira abaixo os gastos dos últimos quatro governos na lanchonete Tony & Thaís:
Jair Bolsonaro (2019-2022): R$ 626 mil
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EPA/via BBC
O governo Bolsonaro foi o que mais gastou na Tony & Thaís;
Em 4 anos de mandato, foram R$ 626.363,00.
Em um único dia, em 15 de abril de 2022, mesma data em que foi realizada uma motociata organizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, todos os gastos foram realizados pelo mesmo CPF, no total foram R$ 62,2 mil em sete transações diferentes:
R$ 9.500,00
R$ 9.500,00
R$ 9.500,00
R$ 9.500,00
R$ 9.500,00
R$ 9.500,00
R$ 5.206,00
Jair Bolsonaro (PL) em passeio de moto no dia 15 de abril de 2022
ROBERTO COSTA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO
Michel Temer (2016-2018): R$ 404 mil
Michel Temer em 201abril de 2018
EVARISTO SA / AFP
Em pouco mais de 2 anos de governo, a gestão de Michel Temer gastou R$ 404.030 na lanchonete.
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 554,6 mil
O maior gasto em um dia aconteceu em 2 de abril de 2018: foram R$ 25.470 em quatro compras distintas:
R$ 3.000,00
R$ 6.450,00
R$ 9.000,00
R$ 7.020,00
As compras foram feitas por dois CPFs diferentes. Um deles é o do motorista Almeida.
Dilma Rousseff (2011-2016): R$ 353 mil
Foto de arquivo mostra ex-presidente Dilma Rousseff
André Dusek/Estadão Conteúdo
A lanchonete recebeu R$ 353.119 durante os quase 6 anos de mandato da ex-presidente Dilma Rousseff
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 715,3 mil
O maior gasto diário aconteceu em uma transação única no dia 8 de julho de 2016: R$ 16.775.
Lula (2006-2010): R$ 117 mil
Lula durante a reunião ministerial
Eraldo Peres/AP
Os números disponíveis na planilha divulgada pelo governo federal mostram uma compra de R$ 231 como a primeira feita pelo governo Lula na lanchonete Tony & Thaís em 29 de junho de 2006.
Em pouco mais 4 anos e meio, o governo Lula gastou R$ 117.472,50 no estabelecimento
Valor corrigido pelo IPCA (IBGE): R$ 294,8 mil
O maior gasto diário aconteceu em uma transação única no dia 27 de setembro de 2010: R$ 9.095.
Lanchonete Tony&Thais
Segundo dados da Receita Federal, a lanchonete foi aberta em abril de 2005 e declarou capital social de R$ 50 mil. Duas pessoas aparecem como sócios da empresa: Antônio Rodrigues dos Santos e Dorgival Antônio da Silva.
Em nota publicada em uma rede social, o local informou que “a lanchonete Tony e Thais, desde 2005, vem servindo nossos amigos e clientes de Moema e de São Paulo com transparência, profissionalismo e amizade, sempre dentro da legalidade. Nas últimas horas nossa empresa tem sofrido denúncias infundadas e caluniosas”.
“Com isso, informamos que nossa empresa sempre atendeu a todos, sem nenhuma restrição e, que nossas ações são e sempre foram embasadas no poder da lei. Sobre as vendas para a comitiva presidencial, nossa empresa fornece alimentos para a comitiva desde o ano de 2006, com excelência e justo trato em todas as negociações, tanto que atendeu as comitivas de quatro presidentes diferentes nesse período, inclusive, novamente, o presidente recém-eleito”.
“Sendo assim, agradecemos a todos os nossos clientes e amigos pela preferência, ao tempo que repudiamos as ações criminosas e irresponsáveis veiculadas pela imprensa e redes sociais”.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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