Economia
Toyota Corolla GLi, híbrido mais barato da marca, chega por R$ 189.000
Toyota Corolla GLi Hybrid
divulgação/Toyota
A Toyota lançou nesta sexta-feira (5) a versão híbrida flex do Corolla GLi, a configuração de entrada do sedã médio da marca. Agora, a gama conta com seis versões e esse passa a ser o veículo híbrido mais barato da fabricante.
Até então, o Corolla era oferecido em cinco versões, com uma diferença significativa de preço entre a intermediária (XEi) e a topo de linha (Altis Premium).
Confira os valores atuais:
GLi: R$ 167.590;
XEi: R$ 168.890;
GLi Hybrid: R$ 189.000;
Altis Premium: R$ 196.590;
Altis Hybrid Premium: R$ 199.990;
GR-Sport: R$ 196.990.
A diferença entre as versões XEi e Altis Premium é de R$ 27.700. Em relação à Altis Hybrid Premium, o intervalo chega a R$ 31.100. Para reduzir essa distância, a Toyota optou por lançar uma versão híbrida flex mais acessível.
De acordo com a Toyota, essa versão é destinada para PCD e táxi, que podem ter ainda um desconto adicional de 18%.
De acordo com José Ricardo Gomes, diretor comercial da Toyota do Brasil, a decisão de lançar a versão híbrida na configuração de entrada (GLi), e não na intermediária (XEi), atende à demanda do varejo e, principalmente, ao interesse de frotistas. “É um carro mais acessível”, afirma.
Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil, complementa: “A configuração GLi é muito importante por ser híbrida flex. Isso significa que o Corolla passa a ter motorização híbrida em toda a sua linha. Nosso objetivo é tornar essa tecnologia dominante na Toyota”.
Apesar da coincidência com o anúncio do governo federal sobre a redução do IPI para veículos menos poluentes, a Toyota garante que o lançamento já estava planejado há pelo menos 18 meses.
Este conjunto mecânico opera com um motor 1.8 de ciclo Atkinson com 101 cv com etanol e 98 cv com gasolina. O torque é de 14,5 kgfm com ambos os combustíveis. Acoplado a um motor elétrico de 72 cv e 16,6 kgfm de torque, o Corolla GLi entrega 122 cv de potência no total. Bem abaixo do que a concorrência disponibiliza em seus carros.
A BYD oferece o King, sedã médio concorrente do Corolla, que tem 235 cv e custa R$ 169.990.
Conforme a Toyota divulga, o carro alcança médias de 17,5 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada. O Corolla tem câmbio de dez marchas.
Lista de equipamentos:
Sete airbags;
Central multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio;
Farol alto automático;
Aviso de colisão;
Piloto automático adaptativo;
Assistente de permanência em faixa;
Ar-condicionado digital e automático;
Saída de ar-condicionado para a segunda fileira;
Câmera de ré;
Sensores de estacionamento dianteiro e traseiro;
Partida por botão;
Assistente de partida em rampa;
Rodas de 16 polegadas de liga leve.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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