Economia
Trump aumenta para 80 mil toneladas cota de importação de carne bovina da Argentina com imposto reduzido
Preço da carne bovina em um supermercado dos EUA.
AP Photo/Nam Y. Huh
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, quadruplicou a cota de importação de carne bovina argentina com tarifa reduzida, disse uma autoridade da Casa Branca nesta quinta-feira (23).
Com o aumento, 80 mil toneladas de carne da Argentina vão entrar nos EUA pagando menos imposto. A cota vigente é de 20 mil toneladas.
A medida tem o objetivo de reduzir os preços da carne bovina nos EUA, que atingiram níveis recordes devido a uma diminuição do rebanho bovino do país e à forte demanda dos consumidores.
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Da Argentina, o presidente da Câmara da Indústria da Carne (CICCRA) comemorou a decisão de Washington.
“É uma boa notícia para o setor. A carne bovina argentina é altamente valorizada nos Estados Unidos e tem ótima repercussão na imprensa. A Argentina está reconstruindo sua cadeia de distribuição nos Estados Unidos”, disse Miguel Schiariti, presidente da CICCRA, à Reuters.
Schiariti explicou que a Argentina exporta para os Estados Unidos tanto cortes nobres de carne bovina quanto cortes para a indústria americana de hambúrgueres.
A Reuters contatou o Ministério da Agricultura argentino, mas o ministério indicou que não comentaria neste momento.
Trump responde a fazendeiros dos EUA, cita Brasil e diz que tarifaço salvou produtores
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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