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Economia

Trump diz que vai reduzir preços de medicamentos nos EUA em pelo menos 59%

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Além disso, afirmou que os custos sobre gasolina, energia e mantimentos também irão diminuir. Trump na Casa Branca em 30 de abril de 2025
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (12) que vai reduzir os preços dos medicamentos no país em pelo menos 59%.
Além disso, afirmou que os custos sobre gasolina, energia e mantimentos também irão diminuir. “Sem inflação!”, escreveu em letras maiúsculas nas redes sociais.
No domingo (11), o republicano já havia dito que iria assinar uma ordem executiva para reduzir de 30% a 80% os preços dos medicamentos e produtos farmacêuticos no país, implementando o que é conhecido como preço de “nação mais favorecida” ou preço de referência internacional, segundo a Reuters.
A assinatura está marcada para as 9h desta segunda na Casa Branca.
“Por muitos anos, o mundo se perguntou por que os medicamentos prescritos e os produtos farmacêuticos nos Estados Unidos da América eram tão mais caros do que em qualquer outra nação, às vezes cinco a dez vezes mais caros do que o mesmo medicamento, fabricado exatamente pelo mesmo laboratório”, disse.
“Sempre foi difícil de explicar e muito embaraçoso porque, na verdade, não havia uma resposta correta. As empresas farmacêuticas/de medicamentos diziam, por anos, que eram custos de pesquisa e desenvolvimento, e que todos esses custos eram, e seriam, sem razão alguma, suportados pelos ‘otários’ da América, sozinhos”, continuou.
Por isso, disse que iria publicar o decreto de redução dos preços de medicamentos nos EUA e que os custos “aumentarão em todo o mundo para equalizar”.
Segundo quatro lobistas ouvidos pela Reuters, que foram informados pela Casa Branca, as farmacêuticas esperavam uma ordem focada no programa de seguro saúde Medicare.
As farmacêuticas esperam que a ordem se aplique a um universo de medicamentos além daqueles atualmente sujeitos à negociação sob a Lei de Redução da Inflação do ex-presidente Joe Biden.
Por causa dessa lei, o Medicare negociou preços para 10 medicamentos, com implementação prevista para o próximo ano. Mais medicamentos devem ser negociados ainda este ano.
“A fixação de preços pelo governo, de qualquer forma, é ruim para os pacientes americanos”, disse Alex Schriver, porta-voz do principal grupo de lobby das empresas farmacêuticas dos EUA, a Pharmaceutical Research and Manufacturers of America, em um comunicado quando questionado sobre o decreto executivo planejado por Trump.
China e EUA anunciam acordo para pausar tarifaço

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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