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Economia

Trump prevê ‘reunião amigável’ entre EUA e China e diz que tarifas devem ser reduzidas

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Declarações representam o mais recente sinal de um tom conciliador entre as duas maiores economias do mundo, que protagonizam uma escalada na guerra comercial. Trump na Casa Branca em 30 de abril de 2025.
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (8) que espera por negociações substanciais entre EUA e China sobre comércio neste fim de semana, e previu que as tarifas do país sobre Pequim, atualmente em 145%, provavelmente serão reduzidas.
As declarações de Trump, feitas na Casa Branca durante a apresentação de um novo acordo comercial entre os EUA e o Reino Unido, representam o mais recente sinal de um tom conciliador entre as duas maiores economias do mundo.
China e EUA vivem um impasse devido às tarifas e ao comércio. Após mais de dois meses sem avanços rumo a uma reaproximação, os dois lados anunciaram nesta semana o envio de altos funcionários à Suíça para negociações a partir deste sábado (10).
O republicano indicou que os EUA poderiam tomar medidas para aliviar essas tensões, reduzindo as tarifas. Questionado se consideraria reduzir as taxas caso as conversas corressem bem, ele declarou: “Pode ser”.
“Não dá para subir mais. Está em 145%, então sabemos que vai cair”, acrescentou Trump. “Acho que será uma reunião muito amigável. Eles estão ansiosos para fazer isso de uma maneira elegante.”
A equipe de Trump tem trabalhado em diversos acordos comerciais depois que o presidente suspendeu tarifas recíprocas para a maioria dos países, na tentativa de aliviar uma guerra comercial que abalou os mercados financeiros e os relacionamentos dos EUA com aliados e adversários.
No entanto, ele ainda não suspendeu as tarifas sobre a China, e os comentários ríspidos de Washington e Pequim sobre a disputa levantaram dúvidas sobre as consequências econômicas de uma guerra comercial prolongada entre os dois.
As conversas deste fim de semana envolverão o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o principal negociador comercial Jamieson Greer e o czar econômico da China, He Lifeng, reunindo-se em território neutro na Suíça. Essas conversas são vistas como um primeiro passo para resolver a guerra comercial que vem perturbando a economia global.
Trump disse acreditar que a China está muito interessada em chegar a um acordo. Ele afirmou que gostaria de ver a China abrir mais sua economia.
“Acho que vamos ter um bom fim de semana com a China. Acho que eles têm muito a ganhar. Na verdade, acho que têm muito mais a ganhar do que nós”, disse Trump.
Ao ser questionado se conversaria com o presidente chinês Xi Jinping após as negociações, Trump respondeu que talvez.
“Talvez, sim, com certeza”, disse Trump.
O presidente sempre expressou admiração por Xi, ao mesmo tempo em que reconhece as divergências comerciais e culpa a China pelo início da pandemia de Covid-19.
O comércio tem sido uma preocupação constante do presidente. Trump afirmou que a China tem um “enorme superávit comercial” com os EUA e que quer ver essa situação mudar. “Gostaria de ver a China se abrir”, disse.
Trump adotou um tom otimista em relação às conversas do fim de semana.
“Acho que será algo substancial”, afirmou. “A China quer fazer algo, e veja, neste momento eles precisam.”

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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