Economia
Trump proíbe que BC dos EUA desenvolva uma moeda digital
Decreto publicado nesta quinta-feira (23) busca impulsionar a promoção das criptomoedas no país. Trump na conferência Bitcoin 2024, em 27 de julho, em Nashville, no Tennessee (EUA).
Jon Cherry/GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proibiu nesta quinta-feira (23) que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) desenvolva uma moeda digital — tema sobre o qual a instituição nunca avançou de fato.
O novo decreto, publicado nesta quinta-feira (23), proíbe “criar, emitir ou promover uma moeda digital proveniente de um banco central [CBDC, na sigla em inglês]” e determina “pôr fim” a todo trabalho vinculado a essa possibilidade.
A alternativa de um dólar digital foi tema de avaliação pelo Fed, mas sem que tenha havido uma resolução.
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O governo do ex-presidente Joe Biden era favorável à ideia, considerando que oferecia vantagens e oportunidades. Apesar disso, identificava riscos.
Os diretores do Fed, por sua vez, nunca esconderam seu ceticismo.
Em março do ano passado, o presidente do Fed, Jerome Powell, declarou que o Fed ainda estava “muito longe” de um dólar digital do banco central.
O decreto de Trump busca impulsionar a promoção das criptomoedas nos Estados Unidos. O texto prevê a criação de um grupo de trabalho encarregado de refletir sobre o tema para apresentar propostas ao Congresso e ao presidente, fortalecendo o setor.
Trump lançou uma criptomoeda, a $TRUMP, em 17 de janeiro, três dias antes de assumir como presidente.
Trata-se de uma “memecoin”, uma criptomoeda lançada no rastro da popularidade de uma pessoa ou de um fenômeno viral. Leia mais aqui.
A moeda chegou ao mercado com valor de US$ 7 (cerca de R$ 42) e alcançou US$ 34,72 (R$ 210), com um valor de mercado total de US$ 6,94 bilhões (R$ 41,2 bilhões) às 18h25 desta quinta-feira.
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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