Economia
Trump sobre tarifas de 50% ao Brasil: ‘posso fazer isso’ e ‘quero dinheiro entrando nos EUA’
Trump defende Bolsonaro: ‘Não é como se ele fosse meu amigo, é alguém que eu conheço’
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (15) que anunciou tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque “pode fazer isso” e quer “dinheiro entrando” no país.
A justificativa, vista como vaga, veio após jornalistas questionarem o republicano sobre a maior taxa anunciada até o momento, em uma lista de mais de 20 países que deverão enfrentar tarifas de importação nos EUA a partir de 1º de agosto.
“[Eu fiz isso] porque eu posso fazer isso. Ninguém mais conseguiria,” disse Trump no gramado da Casa Branca.
Após ser questionado sobre razões ligadas à segurança nacional, o republicano declarou que os EUA estão aplicando tarifas porque querem “dinheiro entrando nos EUA”.
Em carta endereçada ao presidente Lula (PT) na última quarta-feira (9), Trump argumentou que irá elevar a taxa do Brasil em 50% por ter uma relação comercial “injusta” com o Brasil. Os dados oficiais, no entanto, mostram que os norte-americanos são superavitários na balança.
Além disso, ele citou Jair Bolsonaro (PL) e disse ser “uma vergonha internacional” o julgamento do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em atualização.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com membros da imprensa no gramado da Casa Branca, em Washington, D.C., em 18 de junho de 2025.
Reuters/Kevin Lamarque
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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