Connect with us

Política

Veja o que é #FATO ou #FAKE na entrevista de Guilherme Boulos para O GLOBO, Valor, Extra e CBN

Published

on

Candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL concorre contra Ricardo Nunes no segundo turno Guilherme Boulos no debate O GLOBO, Valor e CBN
Maria Isabel Oliveira/Agência O Globo
O Globo, Extra Valor e CBN realizaram nesta quinta-feira uma entrevista com o candidato Guilherme Boulos (PSOL), da Coligação Amor Por São Paulo. O convite foi feito também para o candidato e atual prefeito Ricardo Nunes(MDB), da Coligação Caminho Seguro Pra São Paulo, para que fosse realizado um debate do segundo turno da eleição municipal, porém, Nunes faltou ao encontro e apenas o psolista confirmou presença.
A entrevista teve duração de uma hora, e Boulos respondeu às perguntas das colunistas Vera Magalhães, do GLOBO, e Maria Cristina Fernandes, do Valor, e também do âncora da CBN Milton Jung. Ao final, o candidato do PSOL teve a oportunidade de fazer duas perguntas para a “cadeira vazia” de Nunes.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Guilherme Boulos. Leia:
“A primeira pergunta que eu gostaria de fazer para o Ricardo Nunes, que fugiu desse debate aqui hoje, a cadeira aqui, é: por que ele colocou o cunhado do Marcola, líder da maior facção criminosa do país, como chefe de gabinete da Secretaria de Obras de Prefeitura cuidando dos recursos das obras de mais de R$ 6 bilhões sem licitação?”

#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras da atual gestão, Eduardo Olivatto, é ex-cunhado de Marcos Willians Herba Camacho — o Marcola — chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), segundo reportagem do UOL.
Olivatto é irmão de Ana Maria Olivatto, que foi casada até 2002 com Marcola, quando foi assassinada em Guarulhos. A reportagem do UOL observa que “não há indício de que a relação de sua irmã com o líder da organização criminosa tenha repercutido na trajetória de Olivatto, servidor de carreira da Prefeitura de São Paulo”.
No Brasil, há pelo menos 53 facções em atividade, segundo o Fonte Segura do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Desde 1993, ano de sua fundação, o PCC avançou para outros estados e países, se tornando a maior organização criminosa do país — como Boulos afirmou.
Em relação às obras emergenciais, um levantamento feito pela TV Globo com base em dados do Tribunal de Contas do Município revelou que, entre 2021 e 2023, a Prefeitura de São Paulo gastou R$ 5,5 bilhões em obras emergenciais — que são aquelas que dispensam licitação.
Em 2021, foram gastos R$ 335 milhões em obras sem licitação. Em 2022, o valor saltou para R$ 2,3 bilhões. Em 2023, foram R$ 2,9 bilhões. A soma dos três anos, portanto, é de R$ 5.589.676.297,50.
“A gente viu o crime organizado entrando nos contratos de ônibus da cidade de SP, e isso não sou eu que estou dizendo, é uma apuração do GAECO e MP SP, que prendeu donos de duas empresas que a prefeitura de Ricardo Nunes passou mais de R$ 1 bilhão”.
selo não é bem assim
arte
#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Durante a entrevista, o candidato Guilherme Boulos (PSOL) afirmou que duas empresas de ônibus de São Paulo, cujos dirigentes foram presos, receberam mais de R$ 1 bilhão da Prefeitura de São Paulo durante a gestão de Ricardo Nunes (MDB). No entanto, a Transwolff e a Upbus – acusadas de lavar dinheiro do PCC pelo Ministério Público de São Paulo, em abril – receberam R$ 829 milhões da prefeitura em 2023, 20,6% a menos do citado pelo candidato. A Transwolff recebeu R$ 748 milhões como remuneração pelo contrato de prestação de serviço. Já a Upbus arrecadou R$ 81 milhões. Procurada, a Prefeitura de São Paulo ainda não se manifestou.
“Eu tenho o maior orgulho de ter sido o candidato mais votado em Pinheiros, em Perdizes, na Bela Vista […] Agora eu tenho o maior orgulho de ter ganho também no Campo Limpo, bairro onde eu moro. No Capão Redondo, no Valo Velho, no Jardim São Luiz, no Jardim Ângela, Piraporinha, no extremo da Zona Sul. Eu tenho o maior orgulho de ter ganho ali em São Mateus, em Cidade Tiradentes, em Guaianases, no Itaim Paulista, no extremo da Zona Leste. E tenho o maior orgulho de ter ganho também em Peruche, no Jaraguá, no extremo da Zona Norte. Foram esses votos de periferia que permitiram que a gente fosse ao segundo turno.”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: Com 36,08% dos votos válidos, Guilherme Boulos foi o candidato mais votado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O desempenho se repetiu em Perdizes (35,71%), na Bela Vista (43,66%), no Campo Limpo (34,88%), no Capão Redondo e Valo Velho (37,54%), no Jardim São Luiz, Jardim Ângela e Piraporinha (36,99%), em São Mateus (35,38%), na Cidade Tiradentes e em Guaianases (36,50%), no Itaim Paulista (29,84%), no Peruche (31,65%) e no Jaraguá (30,86%).
“Eu queria lamentar que o atual prefeito e candidato Ricardo Nunes tenha fugido do debate. Isso é ruim pra democracia. A gente já teve nessa eleição muito problema com cadeira, mas até agora não tinha tido cadeira vazia. Nós estamos tendo pela primeira vez uma cadeira vazia”
selo fake
g1
A declaração é #FAKE. Veja por quê: No primeiro turno das eleições, três candidatos à prefeitura de São Paulo faltaram ao debate promovido pela Veja, no dia 19 de agosto de 2024. Além de Ricardo Nunes, do MDB, o próprio Guilherme Boulos, do PSOL, e José Luiz Datena, do PSDB, não compareceram ao evento. À época, os ausentes afirmaram serem alvos de ataques considerados pelas campanhas de baixo nível, partindo de Pablo Marçal (PRTB).
Em 12 debates promovidos até aqui – sendo 11 no primeiro turno, essa é a segunda vez que um candidato não comparece, e não ‘a primeira vez’, como afirmou o candidato. A assessoria de imprensa de Ricardo Nunes publicou um comunicado oficial da campanha, logo após o resultado do 1º turno, que o atual prefeito só participaria de três debates no 2° turno.
“Vou respeitar as mulheres na cidade de São Paulo. Inclusive fazendo combate à violência contra mulher, que é um tema grave. Aumentou 40% os feminicídios na cidade”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: O candidato Guilherme Boulos afirmou durante a sabatina que os índices de feminicídio na cidade de São Paulo aumentaram em 40%. No entanto, ele não especificou o período a que se referia. Ao ser questionada, a assessoria do psolista afirmou que esse aumento se refere ao intervalo de janeiro a abril de 2024, quando o estado de São Paulo registrou 88 casos de feminicídio. Esse número é um recorde em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Somente na capital paulista, o número de feminicídios nos quatro primeiros meses deste ano chegou a 18, um aumento de quase 40% em relação ao mesmo período de 2023.
Participaram da checagem: Lucas Guimarães, Leonardo Marchetti, Thamila Soares, Roney Domingos, Felipe Vidon, Klauson Dutra, Leticia Dauer, Luiza Calegari, Mel Trindade.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados