Política
Veja o que é #FATO ou #FAKE na entrevista de Ricardo Nunes para o SP1
Candidato à Prefeitura de São Paulo pelo MDB foi o quinto sabatinado nesta sexta-feira (27). Ricardo Nunes em entrevista ao SP1
Reprodução/TV Globo
Candidato à reeleição, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi o quinto entrevistado pelo SP1, da TV Globo, nesta sexta-feira (27). A entrevista foi conduzida pelo jornalista Alan Severiano.
Foram convidados os candidatos que tiveram pelo menos 5% de intenções de voto e que ficaram entre os cinco primeiros colocados na última pesquisa Datafolha, divulgada em 19 de setembro. A ordem dos entrevistados foi definida em um sorteio realizado na presença dos representantes dos partidos.
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As entrevistas têm duração de 30 minutos, e as íntegras ficarão disponíveis no Globoplay.
José Luiz Datena, apresentador e candidato pelo PSDB, foi o primeiro sabatinado nesta segunda (23). Ele prometeu criar 40 km de corredor de ônibus e defendeu o uso de fuzil na Guarda Civil Metropolitana (GCM) em “batalhões especiais”. Confira o que é #FATO ou #FAKE na entrevista dele.
No dia seguinte, foi a vez da deputada federal Tabata Amaral que disputa o cargo pelo PSB. Ela prometeu uma atuação conjunta entre a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para extinguir cenas de uso aberto de drogas como a Cracolândia. Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina dela.
Na quarta (25), o empresariado Pablo Marçal (PRTB) foi o terceiro convidado. Ele afirmou que o período eleitoral é um “tempo de guerra” e defendeu o uso da violência como instrumento de campanha, uma vez que não tem tempo de propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio. Confira o que é #FATO ou #FAKE na entrevista dele.
Já o deputado federal Guilherme Boulos, candidato pelo PSOL, foi sabatinado na quinta (26). Ele disse que irá reduzir o número de ocupações na cidade com a implementação de um programa habitacional. Veja o que é #FATO ou #FAKE na entrevista dele.
A equipe do Fato ou Fake checou algumas das principais declarações de Nunes. Leia:
“A Justiça fez a investigação, que nós pedimos dois anos atrás, é bom colocar isso, foi eu que pedi para a procuradora-geral e o controlador e até o MP dois anos atrás. Teve a reunião com o promotor Lincoln, que é quem está coordenando as ações agora, e nós pedimos para ser assistente de acusação”.
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O prefeito Ricardo Nunes se refere à investigação que revelou que integrantes da facção crimonosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estavam na direção das empresas de ônibus Transwolff e UPBus, que operam na zona Sul e Leste da capital.
Procurado pelo Fato ou Fake, o promotor Lincoln Gakiya explicou: “De fato, fomos procurados pela Procuradora Geral do Município e também pelo Controlador Geral do Município, não para pedir ao MP ‘iniciar’ as investigações porque essas estavam em andamento naquela época e sob sigilo judicial, mas sim para se colocarem à disposição do MPSP para o que fosse necessário por parte da Prefeitura. Deixando bem claro, os representantes da prefeitura não solicitaram a instauração de investigação contra as empresas de ônibus e tampouco ‘cobraram agilização’ das investigações, até porque não cabe à Procuradoria do Município e tampouco à Controladoria Geral fazê-lo, o Ministério Público é autônomo e independente’. Em relação à segunda afirmativa, a declaração procede. Em abril deste ano, a Prefeitura de São Paulo solicitou ao Ministério Público que fosse incluída como assistente de acusação no processo. O pedido só aconteceu, no entanto, após a deflagração da operação “Ponto Final”, que prendeu dirigentes das empresas de ônibus Transwolff e UPBus.
Durante quase cinco anos de investigação, os promotores do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) reuniram indícios de que as empresas eram usadas pela facção criminosa para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes.
Procurada sobre a divergência, a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo disse que “atendendo ao pedido do prefeito Ricardo Nunes, a Procuradoria Geral do Município e a Controladoria Geral do Município realizaram reunião em junho de 2022 com a Polícia Civil e posteriormente com Ministério Público Estadual para pedir investigação sobre a suspeita de envolvimento do crime organizado na gestão de concessionárias de ônibus, celeridade na apuração e colocar o Município à disposição das autoridades”.
“Essa cidade tem 7 milhões de carros, a gente tinha em torno de 900 [mil], 1 milhão de motos, hoje tem 1,3 milhão de motos. E a faixa azul, como você citou, foi um grande trabalho que a gente desenvolveu, já fizemos 200 km de faixa azul, que salva vidas, evita acidentes. Andar na faixa azul é 20 vezes mais seguro do que você não andar na faixa azul.
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A cidade de São Paulo, segundo dados do Detran SP, conta com 4.645.511 automóveis e 950.045 motocicletas em circulação.
Somando com veículos envolvidos em ocorrências criminais e em situação de baixa permanente –ou seja, que não circulam, são 6.834.894 automóveis e 1.376.209 motos, segundo o Detran.
A Faixa Azul tem 200,3 quilômetros de extensão desde o início de setembro, com o acréscimo de 31,64 quilômetros em oito novos trechos.
Para apontar que as vias são 20 vezes mais seguras, a prefeitura se baseia numa métrica chamada de “taxa de severidade”, que pondera o número de acidentes pelo volume de motos que trafegam dentro e fora da faixa e também pela gravidade dos acidentes, de dano material a vítimas fatais.
Uma reportagem do jornal O Globo em 19 de junho apontou pouca variação no número de acidentes antes da implantação da faixa e depois em seis avenidas de SP (Prestes Maia, Miguel Yunes, Tiradentes, Sumaré, Bandeirantes e Afonso D’Escragnolle Taunay). Na ocasião, a prefeitura informou que, diante de um cenário de aumento de acidentes e de óbitos no estado, “a estabilidade nas vias com Faixa Azul na cidade demonstra um efeito positivo do programa”
Na mesma reportagem, a prefeitura também apontou a métrica da taxa de severidade. Diogo Dias Lemos, arquiteto e urbanista e coordenador da Iniciativa Bloomberg para a Segurança Viária Global em São Paulo, apontou ao jornal O Globo que falta uma série histórica robusta para saber o impacto antes e depois do projeto.
“Para ter uma ideia, esse trabalho conjunto eu e o Tarcísio, no ano passado, tivemos o menor índice de homicídios da história da cidade de São Paulo. Agora, reduzindo os índices de roubo e furto. (…) Nós tivemos só na região central a redução de mais de 60% de roubos e furtos.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Em 2023, a cidade de São Paulo registrou 481 homicídios, o menor número desde o início da série histórica da Secretaria de Segurança Pública (SSP), conforme apontado por Nunes.
No entanto, o percentual de redução de roubos e furtos na região central não condiz com o que foi apresentado pelo candidato.
De acordo com os dados disponíveis, entre janeiro e agosto de 2024 foram 11.160 roubos, uma diminuição de cerca de 28,4% comparado aos 15.603 do mesmo período do ano passado. Já em relação aos furtos, a redução foi de aproximadamente 19,5% no comparativo entre os períodos. Em 2023 foram 40.666 casos, enquanto 2024 registrou 32.736.
Para fazer o levantamento, o Fato ou Fake reuniu os casos registrados em todas as delegacias localizadas no centro da cidade.
Procurada, a campanha de Nunes preferiu não se manifestar sobre os dados.
“São Paulo hoje tem o menor índice de desemprego desde 2015. Nós tivemos ano passado um saldo positivo entre admissões e demissões de 129 mil empregos. Esse ano, pessoal, só até junho, primeiro semestre, foram 107 mil empregos”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: A Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio, do IBGE, apontou que no quarto trimestre de 2015, eram 583 mil pessoas desocupadas, o que correspondia a uma taxa de 8,9%. Agora, no segundo trimestre de 2024, são 500 mil pessoas desocupadas, menos do que em 2015, a uma taxa de 6,8% de desocupação. É a menor taxa desde 2015.Além disso, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a capital paulista finalizou o ano de 2023 com saldo de 128.246 empregos criados. Foram 2.524.219 admissões contra 2.395.973 desligamentos. O índice, portanto, é positivo, como afirmou o candidato. Ainda de acordo com o Caged, no primeiro semestre de 2024, foram 107.742 empregos criados na capital paulista. O mês de fevereiro registrou o melhor desempenho, com 30.027 novos postos de trabalho.
“Eu estou no quarto ano consecutivo em que a cidade de São Paulo tem vaga de creche para todas as crianças. Todas as crianças em uma cidade de 12 milhões de habitantes tem uma vaga de creche. Temos hoje vaga de creche para todas as crianças. 100% das crianças que desejam uma vaga de creche na cidade de São Paulo hoje ela tem garantida”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Não existe fila de espera superior a 30 dias para creches na rede municipal em nenhuma região da cidade. Segundo os dados da Secretaria Municipal de Educação, divulgados em agosto, 2.498 crianças estão esperando há menos de 30 dias por uma vaga em qualquer creche da cidade e outras 3.692 esperam por uma vaga em uma unidade de ensino específica.
Procurada, a Prefeitura de São Paulo explicou que o fato de haver famílias com espera de vaga em uma unidade específica não significa que não tenham vaga garantida. Apenas que optaram por aguardar a creche de sua preferência. Em relação à espera de até 30 dias, a administração municipal argumenta que se trata do período necessário para organizar a rede.
A organização Todos Pela Educação também confirmou que a existência de demanda para unidade específica da rede não pode ser classificada como ausência de oferta. Significa que foi designada uma vaga disponível, mas a família optou por aguardar mais tempo até conseguir a matrícula do estudante no local de sua preferência.
Sobre a espera por um período de 30 dias, a organização informa que também não pode ser classificada como “fila”. E ressalta que critérios semelhantes são adotados em outras partes do país, já que há necessidade de um período de organização da rede para atender a demanda.
“O grande ponto positivo da Prefeitura foi manter o atendimento em creche. Isso não veio da atual administração, mas ela conseguiu manter a fila de creches zerada. O problema está muito mais depois, na alfabetização, nos anos iniciais e finais”, avalia a entidade.
Participaram da checagem: Klauson Dutra, Letícia Dauer, Mel Trindade, Paula Paiva Paulo, Raphael Salomão, Roney Domingos e Thamila Soares.
Ricardo Nunes (MDB) dá entrevista ao SP1; veja íntegra
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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