Política
Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Alexandre Ramagem para O GLOBO, Valor e CBN
Candidato do PL abriu a série de entrevistas com postulantes à Prefeitura do Rio de Janeiro Candidato à prefeitura do Rio, Alexandre Ramagem abriu a série de entrevistas com postulantes à Prefeitura do Rio de Janeiro
: Márcia Foletto/Agência O Globo
Os jornais O GLOBO e Valor e a rádio CBN deram início nesta quarta-feira à série de sabatinas com os candidatos à prefeitura do Rio. O primeiro candidato entrevistado foi o deputado federal Alexandre Ramagem. Nesta quinta-feira, será a vez do atual prefeito da cidade, Eduardo Paes (PSD), e, por último, na sexta-feira, Tarcísio Motta (PSOL).
As entrevistas com os candidatos no Rio terão transmissão ao vivo pela rádio e nos sites e redes sociais dos três veículos. Elas terão início às 10h30 (horário de Brasília), com duração aproximada de uma hora. A cobertura, no site e na edição impressa do GLOBO, contará com reportagens e análises sobre cada entrevista.
A ordem das sabatinas foi definida por sorteio. Foram chamados os candidatos mais bem colocados na última pesquisa eleitoral no Rio divulgada pelo instituto Datafolha, na última quinta-feira, e que tenham atingido ao menos 3% de intenções de voto neste levantamento.
As sabatinas representam uma oportunidade para que os candidatos detalhem propostas para a cidade, e também para que sejam questionados sobre diferentes aspectos de suas atuações políticas. Os entrevistadores dos candidatos do Rio serão os colunistas Lauro Jardim e Merval Pereira, do GLOBO e da CBN, os âncoras da rádio Bianca Santos e Leandro Resende, e a jornalista Camila Zarur, do Valor.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Alexandre Ramagem. Leia:
“Alguns números realmente estão sendo melhores, estão melhores para a população, e os números mais importantes. Houve uma queda dos homicídios no Rio de Janeiro. Há uma queda no roubo de carga e há mais investimentos, mas há muito para se fazer. A gente sabe que o aumento dos furtos, roubos, roubos de veículos estão tendo um aumento. Furtos de celulares.”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Dados do Instituto de Segurança Pública mostram que houve avanços em alguns indicadores em 2024. Entre eles, o número de homicídios dolosos, que caiu de 1.950 para 1.683 nos primeiros sete meses do ano, redução de 14%. Os roubos de carga também sofreram queda de 33,8% nos primeiros sete meses, chegando a 1.474 roubos registrados no período.
No entanto, o estado do Rio teve aumento em vários crimes nos primeiros sete meses de 2024, em comparação com 2023. Alguns exemplos são: estelionato (de 68.279, em 2023, para 86.108, em 2024); furto de celular (de 18.129 para 21.544); roubo de veículos (de 13.292 para 15.327); e tentativa de homicídio (de 2.036 para 2.305).
“Está sendo reduzido o número de homicídios e bateu recorde de apreensão de fuzis.”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: No mês de agosto de 2024, o estado do Rio de Janeiro bateu recorde de apreensões de fuzis. Foram 78 armas recolhidas, sendo a maior quantidade apreendida em um único mês pela corporação, desde o início da série histórica, que começou a ser contabilizada em 2015, pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). Ainda segundo a Polícia Militar 463 fuzis foram apreendidos este ano até 8 de setembro, Em 2023, o Rio de Janeiro também bateu recorde de apreensão deste modelo de armamento. Foram 499 apreendidos pela PM de janeiro até novembro do ano passado. As apreensões, mesmo antes do final do ano, já eram maiores que o total de 2022 (478).
A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o levantamento da Subsecretaria de Inteligência, a Corporação apreendeu um total de 463 fuzis com base nos dados apurados até a data de 8 de setembro. Deste total, 78 foram apreendidos em agosto.
“Têm bairros que estão perdendo população. A Penha perdeu 30% da sua população. A Tijuca, 20% da população.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: De acordo com o Censo 2010 do IBGE, em parceria com informações do Instituto Pereira Passos (IPP), em 12 anos — entre 2010 e 2022 —, a Zona Norte sofreu um esvaziamento populacional. Os bairros Penha e Tijuca estão entre os mais afetados pela evasão de moradores.
Segundo informações do IPP, divulgadas pelo IBGE, a Tijuca lidera a lista de bairros que mais perderam população em números absolutos, foram 21.479 pessoas a menos, representando uma redução de aproximadamente 13%.
A Penha, por sua vez, surge em terceiro lugar no ranking, com uma perda absoluta de 20.162 pessoas. O dado representa uma diminuição de 24,5% na população do bairro, em comparação a 2010.
“A vacina contra Covid tem que ser facultativa. (…) está demonstrado que ela não imuniza e não acaba com contágio.”
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A afirmação é #FAKE. Veja por quê: A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um comunicado em dezembro de 2023 em que anuncia o fim da fase de emergência da doença. No entanto, a entidade reforçou a necessidade de vacinação, uma vez que “o vírus continua a propagar-se e a pôr em perigo a vida das pessoas, especialmente as mais idosas, as que têm doenças crônicas, as que estão imunocomprometidas ou as grávidas”.
“Vacinas seguras e eficazes ajudam a garantir que a Covid-19 não resulte em doença grave e morte. Só em 2021, as vacinas contra a Covid-19 salvaram cerca de 14,4 milhões de vidas em todo o mundo. A vacinação também reduz a probabilidade de surgimento de novas variantes”, disse a entidade.
Em uma análise de um período maior da doença, as vacinas contra a Covid-19 evitaram cerca de 20 milhões de mortes no primeiro ano após sua introdução, em dezembro de 2021, segundo estudo publicado na revista The Lancet Infectious Diseases em junho de 2022. O levantamento foi baseado em dados de 185 países e territórios coletados de 8 de dezembro de 2020 a 8 de dezembro de 2021.
Consultado pelo Fato ou Fake, o pediatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, aponta que a vacina não interrompe a possibilidade de transmissão, não é uma vacina esterilizante, porém ela cumpre um papel de proteger indivíduos com menos sintomas e consequentemente potenciais transmissores de menor intensidade.
“É claro que à medida que você diminui o número de doentes, diminui o número de sintomas, diminui a gravidade, você diminui a transmissão também. O indivíduo vacinado que pega Covid, por exemplo, ele transmite Covid, ele pode se infectar, mas muito menos do que um não-vacinado, porque ele vai ter menos sintomas, vai tossir menos, espirrar menos, vai durar menos tempo sua doença.”
“O orçamento do Eduardo Paes não tem completa transparência. A própria Transparência Internacional colocou o governo Eduardo Paes com oito tópicos nota zero. E um deles foi a questão da transparência do orçamento e obras públicas e na exposição de relatórios de impactos ambientais.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A avaliação divulgada pela organização Transparência Internacional em julho de 2024 revela que três em cada quatro capitais brasileiras têm níveis regular ou ruim de transparência. O Rio de Janeiro recebeu classificação “boa”, com nota 76,2, ficando na 4ª posição entre as 25 capitais avaliadas
O candidato diz que o município recebeu nota zero em oito tópicos. Conforme o relatório, o município do Rio não pontuou em um total de 11 indicadores, distribuídos entre as dimensões “Legal”, “Administração e Governança”, “Comunicação, engajamento e participação”, “Obras públicas” e “Transparência financeira e orçamentária”.
Mas a nota de cada município é calculada a partir de indicadores que recebem 1 ou 2 pontos, a depender da importância.
Considerando a nota geral, o Rio obteve em transparência sobre obras públicas 31,8 pontos de 100 possíveis dentro do índice. O relatório cita que a capital publica dados sobre obras públicas e suas licenças ambientais, ainda que de forma parcial.
Em transparência financeira e orçamentária, a nota alcançada pelo Rio foi de 71,4 pontos. Ainda conforme o documento, para aprimorar a transparência pública, a capital pode ofertar dados sobre as emendas parlamentares ao orçamento, que não foram identificados.
Nas demais dimensões avaliadas pelo índice, as notas foram: Marcos Legais: 85 pontos; Plataformas 100 pontos; Administrativo e Governança 82,4 pontos; Comunicação, Engajamento e Participação 86, 5 pontos. Com base nessas notas, a entidade diz que mesmo apresentando um desempenho positivo, há espaço para melhorias nas dimensões de transparência avaliadas.
“[Paes] Fez quase 490 milhões de empréstimos para enchentes e só aplicou cerca de 15 milhões.”
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A declaração é #FAKE. Veja por quê: De acordo com informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura, já foram investidos mais de R$ 2,1 bilhões desde 2021 em prevenção de enchentes e prevenção aos desastres climáticos. Procurada, a assessoria do candidato não demonstrou de onde o candidato tirou a informação.
Participaram desta checagem: Daniel Biasetto, Giovanna Durães, Gabriela da Cunha, Henrique Coelho, Lucas Guimarães, Pedro Bohnenberger, Roney Domingos e Thamila Soares.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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