Política
Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Duda Salabert para O GLOBO, Valor e CBN
Deputada federal é candidata do PDT à Prefeitura de Belo Horizonte. Duda Salabert participa da sabatina CBN, O GLOBO e Valor
Reprodução
Os jornais O GLOBO e Valor e a rádio CBN deram início às sabatinas com os principais candidatos às prefeituras de Belo Horizonte, Rio e São Paulo. Os cinco primeiros colocados na corrida da capital mineira abrem a série nesta semana: A deputada federal Duda Salabert foi a entrevistada desta quinta-feira.
Bruno Engler (PL), Fuad Noman (PSD), atual prefeito, e Mauro Tramonte (Republicanos) abriram a série de entrevistas durante a semana. Carlos Viana (Podemos) completa a lista de sabatinados nesta sexta-feira.
As entrevistas têm transmissão ao vivo pela rádio e nos sites e redes sociais dos três veículos. Os eleitores também poderão se informar pelas reportagens e análises sobre os encontros. Ao todo, serão três semanas de sabatinas presenciais, que terão início às 10h30m, com duração aproximada de uma hora.
Em todas as capitais, as sabatinas serão conduzidas por jornalistas e colunistas dos três veículos. Na capital mineira, os candidatos serão entrevistados pelas colunistas Bela Megale e Renata Agostini, do GLOBO e da CBN, pela âncora da rádio Shirley Souza e pela jornalista Cibelle Bouças, do Valor Econômico.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Duda Salabert. Leia:
“Hoje, mais de um milhão de estudantes não têm acesso à água potável. Em Minas Gerais tem mais de 100 escolas sem água potável”.
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: O Censo Escolar, divulgado em fevereiro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), registrou quase 1,2 milhão de estudantes matriculados em 7,7 mil colégios sem acesso à água potável no país.
No recorte estadual, o estudo mostra que Minas Gerais tem 15.685 escolas atualmente, sendo que 144 delas não possuem água potável disponível para os alunos.
“Há números que mostram que, estudantes brasileiras de 14 a 16 anos, perdem em média cerca de 30 dias do ano letivo por não terem acesso a absorvente”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: O levantamento “Impacto da Pobreza Menstrual no Brasil”, realizado em 2021, apontou que as adolescentes do país perdem até 45 dias de aula, ao longo de um ano letivo, devido à pobreza menstrual. O estudo, encomendado pela marca de absorventes femininos Always e realizado pela consultoria Toluna, também indicou que a falta de acesso a itens básicos de higiene durante a menstruação atinge 1 a cada 4 mulheres brasileiras.
“A mineração representa hoje no estado de Minas Gerais 4% do PIB; em média nos últimos dez anos; 2% dos impostos arrecadados e cerca de 1,5% dos empregos gerados de forma direta”
selo fake
g1
A declaração é #FAKE. Veja por quê: A mineração representa 4% do PIB nacional. Segundo os dados mais recentes disponibilizados pela Fundação João Pinheiro, que calcula o PIB de Minas Gerais, a média simples da proporção da mineração no produto do estado foi de 5,8% entre 2011 e 2021.
Em relação às vagas diretas de emprego, segundo o Caged, as indústrias de extração de minerais metálicos, somadas às atividades de apoio à mineração, somaram 11.616 novas vagas no ano de 2023 no estado de Minas, de um total de 2,59 milhões de empregos criados. Assim, a mineração e as atividades de apoio acabam representando 0,44% dos empregos. Tomando as indústrias extrativas como um todo, a proporção sobe para 0,68%.
Por fim, em relação à arrecadação, a indústria extrativa rendeu aos cofres públicos de Minas Gerais cerca de R$ 3 bilhões em 2023, segundo dados consolidados da Secretaria de Fazenda do Estado. A arrecadação total foi de aproximadamente R$ 72 bilhões. Assim, a indústria extrativa representou 4,1% da arrecadação total de impostos do estado.
“Nós somos a 4ª capital mais rica do Brasil”.
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belo Horizonte, de fato, ocupa o quarto lugar no ranking de municípios com maior participação no PIB do Brasil, com contribuição 1,2%. A capital mineira fica atrás apenas de São Paulo (SP), com 9,2%; Rio de Janeiro (RJ), 4,0%; e Brasília (DF), 3,2%. No entanto, a pesquisa é de 2021 e pode não refletir a atual realidade econômica das cidades brasileiras.
Em 2023, um estudo da FGV Social sobre os dados de rendimentos declarados no Imposto de Renda divididos pelo total da população colocou Belo Horizonte em sétimo lugar no ranking das capitais mais ricas do país. O estudo considerou dados de rendimentos declarados no Imposto de Renda divididos pelo total da população. Nesse caso, ficaram à frente de BH Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Vitória (ES), São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Brasília (DF).
“Belo Horizonte foi a capital que mais aqueceu no Brasil no último ano, com 4,5 graus, se não me engano, graus acima da média esperada”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), do governo federal, Belo Horizonte foi a capital brasileira que mais esquentou no país em 2023. A cidade chegou a registrar 4,2ºC acima da média. O estudo analisou a situação dos 5.700 municípios brasileiros, por meio de dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
“(BH) Tem um dos 50 piores trânsitos do planeta”
selo fato
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Um levantamento feito pela empresa TomTom Traffic elegeu um ranking das cidades com os piores índices de congestionamento em 2023. A pesquisa classificou 387 cidades em 55 países e 6 continentes. Belo Horizonte aparece na posição 41 da lista. Outros municípios brasileiros também estão entre os escolhidos: São Paulo (33°), Recife (36°) e Curitiba (38°).
“O ar de Belo Horizonte hoje está dez vezes mais poluído do que o mínimo exigido pela Organização Mundial da Saúde”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: O ar de Belo Horizonte está cerca de 10 vezes mais poluído do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo o monitoramento da empresa suíça IQAir — que monitora a qualidade do ar em várias cidades do mundo.
Nesta quinta-feira (5), a concentração de partículas poluentes no ar da capital mineira alcançou a marca de 43,6 µg/m³. A recomendação da OMS é de que a concentração fique entre 5 e 15µg/m³.
Os grupos sensíveis são os mais afetados pelo ar classificado como “não saudável” pela IQAir, como crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também divulgou um alerta de grande perigo para baixa umidade nesta quinta. Com a umidade relativa do ar abaixo de 12%, há o grande risco de incêndios florestais e de problemas de saúde, como doenças pulmonares.
“Hoje no Brasil o segundo lugar de BH é uma travesti num país que 90% das travestis estão na prostituição”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: Duda Salabert aparece em segundo lugar nas últimas pesquisas de intenção de votos, porém empatada com outros quatro candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Segundo a pesquisa Datafolha, de 22 de agosto, Mauro Tramonte (Republicanos) obteve a maior intenção de votos, com 27%.
Na sequência, tecnicamente empatados, vêm Carlos Viana (Podemos), com 12%, Fuad Noman (PSD), Bruno Engler (PL) e Duda Salabert (PDT), com 10% das intenções de voto cada, e Rogério Correia (PT), com 7%.
O cenário se repete na última pesquisa Quaest, divulgada em 28 de agosto. Tramonte lidera com 30% das intenções de votos. Em seguida, vêm Salabert e Engler com 12%, Noman com 9%, Viana com 8% e Correia com 6%.
Como a candidata do PDT afirmou na sabatina, 90% da população de travestis e mulheres transexuais no Brasil estão envolvidas com a prostituição devido à exclusão social e dificuldades de inserção no mercado formal de trabalho. Os dados são Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra).
Participaram desta checagem: Daniel Biasetto, Lucas Guimarães, Luiza Calegari, Pedro Bohnenberger, Fernanda Alves, Rodrigo Salgado e Letícia Dauer.
Fato ou Fake explica:
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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