Política
Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Mauro Tramonte para O GLOBO, Valor e CBN
Candidato do Republicanos abriu semana de entrevistas com postulantes à Prefeitura de Belo Horizonte. Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de Mauro Tramonte para O GLOBO, Valor e CBN
Divulgação/ CBN
Os jornais O GLOBO e Valor e a rádio CBN deram início às sabatinas com os principais candidatos às prefeituras de Belo Horizonte, Rio e São Paulo. Os cinco primeiros colocados na corrida da capital mineira abrem a série nesta semana: Mauro Tramonte (Republicanos) foi o entrevistado desta segunda-feira. Fuad Noman (PSD), será na terça-feira; Bruno Engler (PL), na quarta-feira; Duda Salabert (PDT), na quinta-feira; e Carlos Viana (Podemos), na sexta-feira, completa a lista de sabatinados.
As entrevistas têm transmissão ao vivo pela rádio e nos sites e redes sociais dos três veículos. Os eleitores também poderão se informar pelas reportagens e análises sobre os encontros. Ao todo, serão três semanas de sabatinas presenciais, que terão início às 10h30m, com duração aproximada de uma hora.
Em todas as capitais, as sabatinas serão conduzidas por jornalistas e colunistas dos três veículos. Na capital mineira, os candidatos serão entrevistados pelas colunistas Bela Megale e Renata Agostini, do GLOBO e da CBN, pela âncora da rádio Shirley Souza e pela jornalista Cibelle Bouças, do Valor Econômico.
A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de Mauro Tramonte. Leia:
“Essa semana retrasada saiu uma matéria que o que nós estamos perdendo de tempo no trânsito de Belo Horizonte é a mesma coisa que São Paulo.”
selo fato
g1
A declaração é #FATO. Veja por quê: O dado é confirmado pela Pesquisa CNT de Mobilidade da População Urbana, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte no início de agosto. O levantamento mediu o tempo diário de viagem, em capitais brasileiras, em um percurso de 10 quilômetros. Segundo o estudo, o tempo de viagem durante congestionamentos na capital mineira é de 57 minutos, mesmo tempo que se gasta em São Paulo no mesmo cenário de comparação.
Vale ressaltar que, apesar de as duas capitais terem a mesma quantidade de minutos perdidos no trânsito, São Paulo possui hoje 11,4 milhões de habitantes, quase cinco vezes mais que Belo Horizonte, que tem 2,3 milhões, de acordo com o censo de 2022 do IBGE. Além disso, segundo dados do Ministério dos Transportes, a frota de veículos de Belo Horizonte é muito menor que a da capital paulista. Em BH, são 2,6 milhões de veículos, contra 9,6 milhões em São Paulo.
“Do jeito que a gente vai apoiar e continuar com o movimento [da Parada do Orgulho] LGBT+, nós vamos também voltar com a Marcha Para Jesus, que foi acabada, foi cortada aqui em Belo Horizonte, não tem mais há muito tempo.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A última edição da Marcha para Jesus em Belo Horizonte foi realizada em 15 de novembro de 2019. A edição de 2020 chegou a ser anunciada nas redes sociais do evento, mas não ocorreu.
Em 2023 e 2024, o evento foi realizado em Contagem, na Região Metropolitana, mas não na capital mineira. Não há, entretanto, indicativos de relação entre a não realização do evento e a Prefeitura de BH.
“Alexandre Kalil construiu 55 centros de saúde.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Tramonte afirmou que 55 unidades de centro de saúde foram construídas na gestão do ex-prefeito. Até deixar o cargo, em 25 março de 2022, para se candidatar ao governo de Minas Gerais, Kalil entregou 33 unidades de centro de saúde, sendo a última no bairro Jardim América.
Fuad Noman, seu vice na época, assumiu a gestão e concluiu outras 17 obras. Com isso, desde o primeiro mandato de Kalil, em 2017, até hoje, 50 centros de saúde na Parceria Público-Privada de BH foram entregues reformados. O mais recente, o Centro de Saúde Conjunto Santa Maria, localizado no bairro São Bento, foi concluído em 19 de junho de 2024, conforme informado pela construtora Odebrecht Engenharia e Construção S.A.
O projeto de Kalil para os centros de saúde do município foi anunciado em sua rede social em outubro de 2020. No vídeo, ele afirma que 43 centros de saúde seriam entregues até o final do mandato.
“Eu vou polarizar com o trânsito caótico do Centro de Belo Horizonte, que nós não conseguimos andar. Para andar seis quilômetros, leva uma hora e meia, uma hora”.
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo a Pesquisa CNT de Mobilidade da População Urbana, para percorrer dez quilômetros em dias de congestionamento o belo-horizontino gasta, em média, 57 minutos. Dessa forma, proporcionalmente, para percorrer seis quilômetros, no mesmo cenário, seriam necessários cerca de 34 minutos, não uma hora e meia, como dito pelo candidato.
“Hoje temos a Lei Maria da Penha, e temos uma patrulha aqui da guarda municipal que chama Patrulha Maria da Penha, que protege as mulheres. São oito guardas municipais para cuidar de nove regionais. Tem regional aqui que tem 300 mil habitantes.”
selo não é bem assim
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo a prefeitura de Belo Horizonte, a patrulha Guardiã Maria da Penha, da Guarda Municipal, tem um efetivo de 18 pessoas para atender as nove regionais que compõem a capital mineira.
Criado em 2023, o grupamento completou um ano em abril deste ano, somando 193 ocorrências atendidas, incluindo entre eles 83 registros de crimes sexuais, como estupro, importunação e assédio. Em todos os casos, o grupo garantiu acolhimento às vítimas, além de providenciar transporte para as mulheres no trajeto da delegacia até um abrigo ou casa de apoio.
Ainda segundo a prefeitura de BH, a equipe oferece atendimento humanizado e personalizado às mulheres que se encontram em situação de violência doméstica e familiar na capital. Para isso, o efetivo se reveza em turnos para garantir que o grupamento atue de forma ininterrupta, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, em todas as regionais, ampliando a rede de proteção à mulher.
“Alexandre Kalil saiu com mais de 70% de aprovação da prefeitura.”
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A declaração é #FATO. Veja por quê: Alexandre Kalil deixou a prefeitura de Belo Horizonte para concorrer ao governo de Minas Gerais em 25 março de 2022. Vinte dias antes, pesquisa do Instituto Opus, publicada pelo jornal O Estado de Minas, apontou que a administração do então prefeito (PSD) era aprovada por 73% dos habitantes da capital mineira. Outros 21% disseram reprovar a gestão municipal, enquanto 6% preferiram não opinar.
“Nós temos mais de 500 radares instalados em Belo Horizonte. […] mês passado foram quase R$ 200 milhões para contratar mais 200 e poucos radares.”
g1
A declaração é #FAKE. Veja por quê: De acordo com a lista oficial de equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito, atualizada pela última vez em 18 de agosto de 2023, Belo Horizonte conta com 399 radares, entre detectores de excesso de velocidade, avanço de semáforo, conversão proibida e invasão de faixa de ônibus.
Em novembro daquele ano, entretanto, a Prefeitura precisou retirar 43 radares das ruas após o fim do contrato com a empresa responsável, que não foi renovado. Em julho deste ano, 16 novos equipamentos foram instalados na capital, adquiridos por meio de um contrato fechado entre a Prefeitura e o consórcio BH VIASEGURA em 2020, com validade até 2025, no valor de R$ 22,8 milhões, para a instalação de 291 radares.
O candidato diz respeito a quatro contratos firmados pela Prefeitura, em julho deste ano, para contratação de quatro empresas para substituir os contratos vigentes, de 2017 e 2020, que também já previam uma ampliação no total de equipamentos, mas que ainda não foi concretizada. Somados, esses novos contratos totalizam cerca de R$ 119,4 milhões.
“Então, esse ‘Zap da Saúde’ é justamente para informar a pessoa. Olha, a sua consulta vai ser tal dia, tal hora, assim, assim assado. Ah, não posso ir ou já fiz? Então põe outra no local. […] Porque eu falo, a prefeitura, hoje, Belo Horizonte está retrógrada, ela está no tempo da pedra, ela está com papel ainda, com bilhete, com papel, com e-mail, um passa um e-mail para o outro, que passa para o outro, não se comunicam. Não tem um sistema bom, atualizado, integrado.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A Prefeitura de Belo Horizonte informou, em nota, que envia mensagens de SMS para os contatos dos usuários, lembrando dos agendamentos na rede SUS-BH. O lembrete também é reforçado durante as visitas domiciliares dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Além disso, os profissionais das unidades também ficam disponíveis para o esclarecimento de dúvidas dos pacientes, sempre que necessário, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.
A PBH reforçou ainda que, no momento, as unidades da rede SUS-BH estão recebendo a Solução Integrada de Gestão Hospitalar, Ambulatorial e de Regulação (SIGRAH), sistema que vai unificar os dados do cidadão em uma mesma plataforma, acessível em tempo real e em todos os pontos da rede ambulatorial, de urgência e hospitalar. A partir disso, estão sendo desenvolvidas outras estratégias para facilitar o acesso do usuário aos serviços, aperfeiçoando as opções de agendamento de consultas, por exemplo.
“Belo Horizonte não entrou no Opera Mais.”
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#NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais mostram que Belo Horizonte aderiu ao Opera Mais, o Plano Estadual de Redução de Filas de Cirurgias Eletivas. Apesar disso, a cidade ficou abaixo do mínimo de procedimentos cirúrgicos exigidos pelo programa em um dos intervalos monitorados. De janeiro a dezembro de 2022, o Fundo Municipal de Saúde de BH cumpriu apenas um dos dois pisos destinados a cirurgias eletivas no 1º quadrimestre do ano. No 2º quadrimestre, os dois foram cumpridos. Em 2023, de janeiro a abril, período em que os dados mais recentes estão disponíveis, a exigência mínima também foi alcançada pelo município.
Participaram desta checagem: Daniel Biasetto, Natália Flach, Pedro Bohnenberger, Giovanna Durães, Lucas Guimarães, Rayane Rocha, Rodrigo Salgado e Roney Domingos.
Fato ou Fake explica:
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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